quinta-feira, 6 de abril de 2017

Desabafo momentâneo e inútil

Tô me sentindo o lixo do lixo do lixo do lixo do cu do porco da merda no cimento.
Preciso entregar um pequeno trabalho onde tenho que escolher um produto midiático (televisão, YouTube, Netflix), e tentar linkar ele com um dos dez livros que a professora passou com relações bem leves em teoria da comunicação.
Tudo bem, isso é culpa minha pela incompetência de planejar e organizar o trabalho e por me deixar levar pelo mais leviano desejo do ócio e preguiça. Fiz uma leitura de um livro em menos de uma semana, tô me esforçando inclusive em escrever por partes os pontos que eu acho importante no livro e em cada capítulo, mas não consigo encaixar nada que eu consiga usar essa teoria. Já tinha escolhido qual objeto usar, mas ele não consegue se encaixar no maldito livro que resolvi li. Eu não consigo enxergar outro produto midiático para se encaixar nele.
Sempre me senti uma merda, mas nesse momento eu tô sentindo na pele o resultado desse meu desleixo em relação ao estudo e buscar atrás de coisas que me façam crescer: me sinto a mais burra, desqualificada e mais fora do mercado e do ambiente em que estou frequentando no momento (sala de aula de uma pós-graduação).
Estou com uma vontade enorme de chorar... mas não sei se é de desespero pelo trabalho não feito ainda, ou raiva por me deixar nessa situação deplorável de falta de intelecto suficiente para acompanhar os outros colegas no mesmo nível, ou porque sempre fui mimada e na hora do "vamos ver" simplesmente não sei o que fazer, ou pela vontade de querer me matar apenas por esta situação momentânea e fugaz, se fosse uma outra pessoa mais preparada e com mais experiência e sabedoria de vida não ficaria bitolada como estou nesse momento.
Reclamo de muitas coisas mas pouco faço. Aponto o dedo pros outros, mas não enfio o dedo em mim e para mim.
Também acho que a minha negatividade e total falta de senso crítico sobre minhas atitudes e principalmente o que eu verbalizo de alguns poucos anos pra cá está influenciando (em pequena ou grande dose) nos outros ao meu redor, sejam eles próximos ou desconhecidos.
Ultimamente me incomoda muito também o fato de me preocupar tanto com o que os outros pensem/achem de minha pessoa ao ponto de podar coisas que talvez fariam bem pra mim, como também o contrário, de acabar falando ou fazendo coisas que na verdade não eram uma boa ideia.
E nesse exato momento era pra eu estar fazendo as anotações do meu entendimento do livro e tentar achar a solução pro meu problema, mas não, estou procrastinando horrivelmente (vendo o episódio do MasterChef que perdi na terça-feira passada e agora escrevendo aqui).

QUERO MORRER!!!!!!!!!!!!!

Se é que já não estou morta por dentro e insisto em achar que não.
Antes de encerrar essa budega, queria postar uma coisa que vi no Facebook da vida e achei interessante. Talvez pra tentar culpabilizar a merda de pessoa que sou, em vez de tomar logo a responsabilidade de que sou assim não por causa dos outros, e sim por mim mesma, eu quis que fosse assim, eu segui esse caminho de merda, mas.... enfim...   

"Ter depressão não é bonito. Dormir mais de 12 horas por dia não é confortável. Não ter vontade de levantar não é bacana. Chorar muito e sem motivo não é drama. Não ter capacidade de fazer aquilo que você mais gosta não é legal. Se sentir incapaz e não se reconhecer é terrível. Ter maus pensamentos e perder a vontade de viver é doloroso. Sentir a vida passar enquanto a sua está parada é cruel. Viver trancado dentro de si é viver em meio a sombras. Cansar de viver e passar apenas a existir.
Se você conhece alguém ou já teve depressão, se quiser, copie e cole no seu mural para as pessoas entenderem que depressão é coisa séria e não mera frescura.
Primeiro passo: Admitir que está com depressão.
Segundo passo : Procurar ajuda profissional.
Ninguém se cura sozinho.
Os familiares precisam participar e entender que depressão é sério.
Não é frescura." 

Acho que esses pontos sublinhados são os que eu mais me identifiquei. Mas também tento reconhecer que, quem me enfiou nesse poço sem fundo fui eu mesma.
 
Pensando em: Meu deuses... me ajudem!!!!!

quinta-feira, 9 de março de 2017

Desvinculações

Determinadas coisas precisam ser desvinculadas durante a vida para poder andar pra frente. Algumas você tenta mas vai passar o resto da vida te atormentando, outras você consegue obter sucesso, e algumas outras que você faz com tanta dor e aperto no coração, mas que no fundo, bem lá no fundinho da sua alma quase inexistente, você sabe que é necessário tirar essa pedra que te estanca no tempo e espaço para poder seguir em frente, ao menos seguir um pouco mais leve.
Acho que devo ter tantas pedras em minhas costas e mente que, para eu realmente "voar" nessa vida precisaria de infinitas terapias, remédios, tapas na cara e na consciência e sofrer muito na vida (como vocês puderam perceber, sou uma pessoa "abençoada" em "berço de ouro").
Alçar vôos já não é mais minha esperança, ainda mais na idade em que me encontro. Muitos diriam que sou muito nova pra ter esses tipos de pensamentos e que deveria ser mais positiva. Outros diriam que preciso apenas de um pouco mais de ânimo pra que tudo melhore e fique bem. Mas, na verdade, acho que, se em meus 30 anos de vida nunca me vi como uma pessoa otimista, entusiasta e boa, não sei que milagre poderia acontecer em me fazer acreditar que sou capaz de fazer qualquer coisa ou ir pra qualquer lugar que eu queira (se é que ainda exista alguma vontade ou desejo neste ser que vos fala).
Enfim... tentando resumir a minha típica, enfadonha e melodramática (e chata e insignificante) vida: mesmo que eu tenha mil pedras infinitas sobre as minhas costas e minha mente, acho que preciso me desfazer de algumas delas, mesmo que sejam minúsculas e que não farão nenhuma diferença de peso em que carrego, mas é aquela velha história pseudo-psicológica, talvez não faça diferença no peso "físico" mas na "mente" faz uma enorme diferença, mesmo que ilusória.
 Fiquei alguns anos relutando em fazer isso, mas hoje cheguei num ponto em que reconheci a minha fraqueza e que preciso me desfazer de algo que no passado me trouxe tanta alegria e felicidade, e que agora só me lembro do fim que EU destinei a essa linda história. O pior é saber que, quem fez o fim fui eu.
Enfim... vivendo e... tentando aprender (coisa que ando constando que não estou assimilando bem, talvez por isso ainda estou viva na Terra, porque se eu tivesse aprendido a minha "lição de casa", eu já teria partido para uma outra dimensão).
Só queria registrar isso, pois foi uma coisa que marcou minha vida, mas que, infelizmente, tive que fazer a desvinculação pra ver se consigo andar um pouco pra frente.
Mas, no fundo, mais pra frente, vou sacar que, na verdade, o problema é realmente comigo e tenho que parar de vincular as culpas nos outros.
A CULPA É MINHA, EXCLUSIVAMENTE MINHA, E DE MAIS NINGUÉM!

Pensando em: ねごと (Negoto) - カロン (Charon)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Luto em silêncio

Olho... cheiro... sinto... penso... lembro... regurgito... conforto... deprecio... choro... falo...
Em silêncio.
Da minha cabeça só sairá rosto, sorriso, mãos, alegria, segurança, apoio, felicidade, conforto, verdade, cumplicidade, companheirismo, liberdade.
Não se preocupe... nada de ruim ficará... nada de desagradável permanecerá.
Só tenho a agradecer, apesar das falhas e erros.
Falhas... minhas...
Erros... de sempre escolher o errado...
Uma hora meu coração não aguentará mais os trancos... mas talvez irá tranquilo... de que um dos objetivos (se não o maior deles) tenha sido "meio" cumprido.
Erros devem ser cortados pela raiz ou serem isolados para não causar mais danos.
Um dia vou aprender isso.


Pensando: Cássia Eller – 1º de Julho

domingo, 23 de novembro de 2014

Mais Uma De Amor

Owwww fossa desgraçada que está custando a passar!!!!!!!!
Ouvindo repetidas vezes as mesmas músicas.... as mesmas músicas umas quincalhadas de vezes... a mesma coisa... o mesmo loop... o mesmo loop eterno... (só conferir no meu last.fm)
Ciclo maldito que não quer passar e me faz querer fazer coisas mais extremas... mais destrutivas... mais intensas...
Queria ter o dom de poder transformar tudo que sinto/penso em letras de músicas... daria uns 5 álbuns depressivos facinho...
Aliás... dom ou ser boa em algo simplesmente não faz parte do meu vocabulário e do meu ser...
Neste momento.... tudo ferve em mim.... tudo está acelerado e ao mesmo tempo lento... tudo revirado dentro do meu estômago...
Queria que a minha viagem fosse mais longa... mais longe... mais distante... uma distância que eu pudesse ouvir no mínimo uns 3 CDs inteirinhos...
Por que essa insatisfação se tenho tudo que qualquer pessoa gostaria de ter na vida???? Como eu sou egoísta e ingrata!!!!! Por isso as vezes acho que mereço morrer mesmo e dar tudo que deixei pra qualquer pessoa que precisasse.... pelo menos daria mais utilidade as minhas coisas.... inclusive a minha própria vida... eu não sei dar valor a nada que tenho...
Nesse momento... tudo pesa... meu corpo... meu estômago... minha mente... meus pensamentos... meus sentimentos... minha vida... meus amores... meus desamores... meu passado... meu presente... meu futuro inexistente... meus olhos... minhas lamentações... meu coração... minha respiração... meu tudo...
Ando sonhando coisas muito complexas, bizarras e cheias de detalhes, mas como sou burra, não consigo interpretar meus sonhos... fora que muitas vezes eu esqueço depois...
Queria aprender a interpretar sonhos... acho que esclareceriam metade de minhas dúvidas e demônios...
Queria ter um rumo certo e concreto em minha vida... mas sou como uma folha ao vento... vou indo onde o vento me levar... só vendo o tempo passar e minha vida sendo esvaída a toa...
Vontade de vomitar... de botar todo o meu bofe pra fora... e tudo de ruim que tem dentro e fora de mim... mas adoro mantê-los dentro de mim... por que eu faço isso, meus senhores?????
Preciso acordar cedo amanhã.... mas estou acelerada... por que, meus senhores????
Aquela plateia que sempre me repudiava há anos atrás insiste em querer voltar a ativa, pro meu cotidiano... sinal que as coisas não devem estar bem!
Enfim.... vivendo e se arrastando...

Ouvindo: Cage The Elefant - Come A Little Closer

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Acúmulo de sentimentos

Na verdade, voltei apenas pra externar um pouco um grande problema que tenho, pois estou num nível de stress que sinceramente, recomeçaria a fazer pequenas-grandes merdas que fazia antigamente comigo mesma, então prefiro esvaziar um pouco escrevendo (não sei se a essa altura do campeonato, e fazendo MUITO tempo que não escrevo mais nada, ajudaria de fato a diminuir um pouco essa angústia).
Eu sempre soube que eu tenho problemas pra arranjar trabalho / pra trabalhar / ficar no local de trabalho por um bom tempo, mas foi durante essas últimas semanas que realmente me toquei que devo ter um problema mais sério com isso.
Desde de janeiro, estou procurando emprego e intensificando esta procura. Já andei por aqui perto de casa pra ver se tem lojas ou algo assim precisando de funcionário, fiz cadastro em sites de empregos e olho constantemente, estou inclusive pagando Catho e olhando com frequência pra ver se acho algum serviço pra me candidatar.
Eis que, um dia, uma creche canina me ligou perguntando se eu estava interessada no emprego (sendo que, na verdade, eu tinha me candidatado mas não tava botando muita fé que eu seria chamada). Fiz a entrevista e a pessoa foi bem legal comigo, explicou tudo direitinho, desde as partes legais ao não-legais do serviço e me propôs fazer 1 semana de experiência pra ver se eu aguento o serviço e se eu ia gostar (assim como eles iam ver se ia gostar do que eu faço). Só que eu já tinha entrado em pânico logo antes da entrevista e bolei uma desculpa antecipadamente pra justificar o tempo que preciso pra pensar a respeito, mas defini que dia e horário iria dar a resposta.
Depois da entrevista, eu fiquei tão mal, mas tão mal, e tão em pânico com algo que até agora não sei explicar direito o que é, que eu fiquei os dias de "pensar na resposta" bem mal... chorei horrores... me senti idiota, estúpida e odiando a mim mesma por não entender do por quê ficar desta forma apenas com uma entrevista de emprego.
Quando chegou o dia de dar a resposta, falei que gostaria de fazer a semana da experiência... mas aí já era, já tinham entrevistado uma outra pessoa que já tava fazendo essa semana da experiência, e que pra semana que vem iria me ligar falando se já foi preenchido a vaga ou não.
Na semana seguinte, o óbvio aconteceu... e depois disso, fiquei mais mal ainda... e pensando seriamente se eu tenho algum bloqueio sério com isso.
Eu sou tão idiota, mas tão idiota... porque o emprego parecia ser muito bom: não ia precisar acordar cedo, era perto de casa, ia ficar perto de cachorros, não ia ganhar tão mal assim, e só ia trabalhar do sábado a cada 15 dias... e os únicos porém é que talvez teria que trabalhar e dormir no trabalho um fim de semana por mês, e seria trabalho braçal, mas fora isso, tudo estava a meu favor... MAS NÃO!!! A cagona, idiota, mimada e retardada aqui ficou enrolando e perdeu a vez... ÓBVIO!
As vezes queria voltar a fazer terapia de novo, mas acho que agora não rola mais fazer a custa da minha mãe... e não sei bem o por quê, mas não tenho mais cara pra voltar com a mesma psicóloga, sendo que eu encerrei a sessão como gente normal, e não abruptamente como foi na penúltima vez. Mas, acho que mesmo assim, só conversando com ela, não vou conseguir descobrir nada ou da terapia ir pra frente, ficaria da mesma forma que terminou: com uma sensação que só estava fazendo voltas e voltas e parando no mesmo lugar de sempre, no vazio e no "nada".
Na verdade, de uns tempos pra cá, eu queria muito fazer hipnose, regressão e essas coisas, pra ver se eu conseguiria descobrir, pelo menos um pouquinho, do por quê que sou assim, com tanto pavor pra trabalhar. De repente, em algum lugar da minha memória e do meu passado, tenha algum indício ou a ponta do início de ter esse problema. E isso anda me incomodando bastante, bastante, bastante, até demais!
Ando também bastante angustiada porque minha mãe anda cobrando insistentemente e com mais bravura para que eu arranje um emprego logo ou fazer concurso. E com toda razão!
Vira e mexe volto a pensar na história de tentar trabalhar e viver no Japão, mas ir sozinha seria um suicídio lento pra mim, e essas coisas materiais que tanto me apego (coisa de quase todo o taurino, imagino) me desestimulam mais ainda a fazer isso.
Não tenho a mínima vontade de estudar nada e quero empregos mais fáceis, mas que dê pelo menos uma grana pra pagar minhas contas e comida. Eu sei, estou pedindo demais. Como tudo na vida, eu sempre peço demais. =(
Sinto inveja de todos, porque não conheço ninguém vagabundo (só eu).
E é isso... sessão descarrego encerrado!

Pensando em: Destiny's Child - Nasty Girl (porque fiquei ouvindo o CD delas e fiquei com essa música na cabeça desde então, que não tem nenhuma relação direta com o assunto do post, a princípio)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Somente para registro histórico

Abandonei completamente este blog porque, apesar de ter feito várias coisas interessantes, acho que mesmo assim não me foi acrescido mais nada em termos de crescimento espiritual-afetivo-emocional. Como descrito na mesma, este é apenas um diário de lamentações, e por conta disso eu só queria deixar registrado (com data e tudo) que... fazia muito tempo que não chorava rios ouvindo alguma música, e por coisas tão bestas e totalmente abstratas no momento. Me sinto péssima por pensar determinadas coisas e achar que ainda sou aquela coisa escrota que abandonei ser anos atrás.
Estou totalmente parada desde o começo do ano... parei minha terapia psicológica por achar que não estava me ajudando a me conscientizar em me tornar uma pessoa melhor... continuo sem ter motivação alguma pra trabalhar, ter minha própria grana e me sustentar sozinha, apenas minha vida amorosa está tranquila... morna, mas tranquila...
De uns tempos pra cá começo me assustar na possibilidade de perder realmente a minha mãe, e estou começando a pensar na possibilidade de tentar fazer concurso pra qualquer emprego de merda (coisa que abominava há anos).
Cada vez parece que perco mais chão pra vida... e vou voando para o mundo de "sabe-deus-onde" involuntariamente. Quer dizer... isso me incomoda tremendamente, mas estou tão acomodada que nem levanto um dedo pra tentar me esforçar em mudar isso.
A letra em geral parece não fazer nenhum sentido ao que sinto no momento, mas foi essa música que despertou esse rio de lágrimas e assim encerrarei meu post.

Ouvindo: Kid Abelha - Lágrimas e Chuva (acústico)

domingo, 22 de julho de 2012

Percepções inúteis

Percebi que não consigo manter nada em minha vida: minha saúde física e mental, amizades, convívios sociais, relações harmoniosas, trabalhos, sustentar-me, manter-me, equilíbrio, ser útil.
Meus méritos são tão simples quanto de uma pessoa simples qualquer: terminei colegial, fiz faculdade, não pratiquei nenhum tipo de crime, sem vícios químicos, ética e honesta dentro do possível.
Dentro do possível porque as vezes você tem que omitir seus ideais e vontades para não ser retalhada ou acabar ferindo sua integridade física.
Alguém sempre costuma falar que tenho que me orgulhar mais e das coisas que já fiz, que tem um MONTE de gente que não pôde ou não quis estudar, não tem condições de fazer faculdade e bla bla bla.
Eu ainda sinto uma necessidade de me sentir querida por pessoas as quais tenho uma enorme consideração, me sentir inserida em um grupo onde role uma cumplicidade e fraternidade, de sentir que faço alguma diferença boa pra alguém, embora confesso que não sei cultivar bem todas as coisas boas que já vieram e vem pra mim.
Mas, parece que, tudo que eu já fiz até agora, umas trocentas pessoas já fizeram igual, e por tantas pessoas que já fizeram a mesma coisa que eu, sou apenas mais uma pessoa qualquer, que faz as mesmas coisas que as outras pessoas quaisquer fazem. E parece que sempre será assim, a mesma coisa que todos fazem.
O que eu fiz até o momento, qualquer pessoa pode e consegue fazer sem grandes dificuldades (algumas com mais, outras com menos dificuldades).
Acho que por isso, nunca vou me sentir uma pessoa especial e única. Acho que nunca serei.