terça-feira, 30 de outubro de 2007

Falhas técnicas e decepção amorosa

Bem...
Devido a uma crise existencial absurda e initendível do meu pc que, simplesmente fechou do nada a Internet Explorer, eu desisti de continuar a escrever e o post de ontem ficou aquela miséria meio sem nexo. E não me perguntem o que eu tinha pra escrever que eu não lembro mais!

Enfim, depois de ficar alguns dias sem conseguir acompanhar The L Word, hoje consegui ver (graças ao lembrete com barulhinho que coloquei no meu celular pra avisar o dia e a hora da série, he-he-he)!
Perdi tanta coisa da série e não gostei de absolutamente nada do que aconteceu... simplesmente foi desgraça atrás da outra, e isso meio que me abalou no momento (coisas momentâneas, espero).
Vamos tentar resumir (para quem acompanha mais ou menos):

- Shane pede pra se casar com a Carmen, e depois da noiva entrar no salão, a filha da puta cai fora, deixando todo mundo de boca aberta e decepcionados. Desde o começo eu já imaginei que a Shane não prestava, mas não sabia que chegaria a esse ponto. E tudo isso, por causa da burrice da Shane de querer seguir o jeito do pai, que é um outro estúpido, mas que não ganha da Shane... ooohhh mina burra, puta e maria-vai-com-as-outras só pra coisa que não presta, incrível!
- Helena deu um puta de um dinheiro pro pai filho da puta da Shane. E a mãe dela ferra ela dizendo que não ia dar mais grana... pra ela aprender com isso e ver quem são seus melhores e reais amigos. O que me irritou foi da Helena dar o dinheiro pro homem, que no fim fugiu com a grana e uma amante.
- Alice fica (ou namora, não sei) com a Lara. Como???? A Dana morre e, só porque as duas gostavam da Dana, vão ficar/namorar??? (se bem que, nem sei se é isso mesmo, mas se for, que merda hein!)
- Tina deixa a Betty e fica com o carinha que conheceu não sei aonde por causa da filha. E agora estão se destruindo pela guarda da filha (queria tanto que as duas se ajeitassem e ficassem juntas, e agora já era).
- Jenny está mais distante ainda de Max (antiga Moira). Se bem que, essa é a personagem que eu mais odeio, porém, quando a Jenny começa a ficar ergocêntrica, fica muito estúpida com tudo e todos.

Basicamente é isso...
Acho que, o que me abalou mais entre as situações citadas, é da Betty e Tina, e isso me veio a tona a falta de amor, a falta de "alguém".
Meu passado... minhas dores... meus recuos... meus medos... minha insegurança... voltou tudo de quando ainda namorava...

*uma hora depois

fim!

Pensando em: Muse - Stockholm Syndrome (nada a ver com o momento, porém tô com ela desde que acordei)

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Tour de France versão urbana, automotiva e cooper

Caramba... mais um fim de semana corrido...

Fui para tantos lugares, tive que fazer tantas coisas, saí pra tantos lugares, e tô ouvindo tantas músicas no pc que já nem sei enumerar direito pra quantos cantos diferentes fui.

- Photoboard em casa (que foi incersantemente trocado por Photoshop e photostory)
- Levar minha avó pra igreja
- Chá de bebê
- Halloween Parade (bem miado)
- Roadhouse's house
- Thash 80's (não curti muito não)
- Casamento de um primo meu
- Aeroporto de Guarulhos
- Jogos Mortais 4!!!!!!!! (ainda estou em fase de avaliação, pois, como deu pra perceber, o filme é no mínimo, confuso)
- Parque Anhembi
- Terminal Rodoviário Tietê
- Enfim... casa!!!!

Não que eu não tenha passado em casa entre esses lugares citados... e não foram feitas em apenas um dia.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Muitos sonhos, muitas coisas a relatar

Vamos por parte, pois faz tempo que não escrevo aqui e anotei alguns sonhos que tive:

FICAR NA LOTAÇÃO
Eu já não me recordo quase nada dele, mas como citei no último post, tenho que falar. Eu só lembro de que estava ficando com a minha ex numa lotação, e eu ficava muito preocupada com a reação do povo que tava lá dentro, porque eram duas meninas que estavam mais do que ficando, mas estava gostando, e muito! E o sonho é isso. O que me impressionou nesse sonho foi a veracidade dos atos. Ela me tocava, e eu sentia de uma forma que parecia real e que eu ia explodir a qualquer outro toque. Na verdade, eu acho que tava naquela fase REM (pra quem nunca ouviu falar, é a fase transitória do sono, entre o acordado e o dormindo). Eu, meio que conseguia controlar a condução do sonho, mas nem tanto porque as vezes queria algo e a minha ex não fazia, como se estivesse me provocando mesmo, de verdade, pra eu ficar empolgada. Lembrei de alguém que me falou que tinha uns lances de viagem astral e eu fiquei pensando com as minhas feridas... será que eu não conseguia controlar a minha ex por ela estar também sonhando a mesma coisa? Ou seja, estávamos em sintonia naquele momento? Se isso fosse verdade, eu ia falar: viu, sua filha da puta? Fez de tudo pra terminar comigo e se livrar da culpa de não ter sido você quem profanou o término do namoro, e agora sente falta de mim! Enfim, deixemos isso pra lá. Pelo menos eu assumo que ainda sinto falta dela, mas não está tão desesperador assim.

NA CAMA COM O MEU PAI
A mesma cena da anterior só que, em vez de ser na lotação, era numa cama mesmo. E os dois piores pontos: a veracidade do sonho e o sentimento de prazer no sonho. Lá, eu tava gostando, me empolgando e tudo mais, e continuou também a provocação, de eu querer as coisas e ele não fazia, só pra me provocar. E é nessas horas que eu penso com as minha feridas novamente: essa parada de viagem astral é uma babaquice total... ou não???
AAAAAAARRRRGGGGGHHHHH!!!!!!
Nem quero pensar nessa possibilidade!
Depois que eu acordei, que nojo!!!! Com o meu pai??? Argh!!!!
Enfim, foi isso!

FICADA EM CERIMÔNIA DE CASAMENTO
Mesma estória de ficar, também com a ex, só que, não teve aquela veracidade fudida como nas duas anteriores. Estávamos apenas de mãos dadas na frente de uma igreja, sendo que lá dentro estava acontecendo uma cerimônia, e fomos fuçar a igreja, indo pela parte de trás, e lá achamos vários quartinhos minúsculos, como se fossem cabines de banheiros. Aí a gente entrou, tinha uma micro-cama de solteiro e ficamos lá "fazendo coisas". Quando eu olhei pra cima, tinha uma parte do teto que era de vidro e lá, estava duas amigas da minha ex e a Alessandra, uma colega de infância, nos espionando. E eu comecei a ficar muito nervosa, não conseguia mais relaxar ficando com a minha ex, com aquele povo todo nos olhando. Falei pra ela, mas ela nem ligou e continuou "fazendo coisas". E fim!

ATENDENTE DE LOJA DE CD
Estava vendo uns cds numa loja, aí começou a tocar uma música que eu já ouvi no Madame Satã que até agora não sei o nome da banda e da música (inclusive descrevi ela em um post). Aí chamei a atendente ou balconista (como queiram chamar), e a garota se vestia meio cyberpunk, ou algo assim. Muito vermelho, preto e roxo, com uns dreads no cabelos, umas coisas assim. Aí perguntei pra ela se sabia quem cantava, ela ficou caçando o cd que tinha a música, me mostrou e falou que era do Wumpscut, só que ela não tinha muita certeza. Fim! (seria bom se meus sonhos fossem premonitivos ou gêneros, aí já procuraria a música pela banda informada no sonho, he-he-he)

PSEUDO-GAYS FILHOS DA PUTA
Estava andando numa ladeira, indo pra casa, e de repente, eu cruzo com um casal de gays. Só que, nesse cruzamento, um deles passa a mão e aperta a minha bunda com tudo (por isso pseudo-gays). No sonho, nem fiquei me perguntando se eram mesmo gays ou não, porque depois do ato, fiquei muito, mas muito puta. Depois que acordei que realmente fiquei me perguntando isso, porque, que gay é esse que aperta a bunda de uma mulher, ainda mais se tiver com o seu namorado ou marido ao lado? Aí, fiquei tão puta que só cheguei em um dos gays (sem saber quem foi que passou a mão), e dei um puta tapão na nuca. Depois fiquei gritando e xingando ele. O povo que tava perto, estavam achando que eu tinha pirado, que eu é quem estava errada, e começaram a ficar me vaiando e tal. Aí, tive que explicar detalhe por detalhe pro povo idiota lá. E fim!

Talvez eu tenha sonhado mais coisas, mas não lembro.

Essa semana estive bastante ocupada, sendo o chofer da minha mãe, rs.
Levei ela pra lá e pra cá, já que, da última vez que ela esteve aqui, também queria ficar levando a minha mãe pra tudo quanto é lugar que ela quizesse, mas a minha ex achou ruim dizendo que eu não preciso fazer isso.
Aliás, outra coisa ruim: nos tempos que eu namorava, queria ficar mais próxima da minha mãe, mas a ex sempre dava um jeito de falar algo pra eu não manter muito contato com a minha mãe. Na época, eu achava que a minha ex não se sentia bem falando, estando ou qualquer coisa assim com a minha mãe, já que ela sempre achou que a minha mãe nunca foi com a cara dela e eu acabava fazendo as vontades dela. Agora, consigo ter uma outra interpretação disso, de que ela fazia esse afastamento com a minha mãe de propósito, só pra poder me manipular melhor.
Filha da puta!
Tá certo que, na época que nos conhecemos, eu tinha muita raiva da minha mãe porque ela não me deixava sair, minha opção sexual ainda não estava bem resolvido para ela e tal, e sempre falava dos problemas que ocorria em casa pra minha ex. Talvez ela tenha fixado na cabeça que ainda tenho raiva, rancor ou algo assim da minha mãe, sendo que isso não acontece mais, assim como não guardo mais nenhum tipo de rancor da minha mãe.
Por isso tenho duas interpretações: ou ela achava que ainda tinha rancor ou me manipulava.
Você decide! O que acham???
rs
Mas também, fiquei esses dias tão ocupada levando a minha mãe pra tudo quanto é canto que fiquei até cansada e meio "em falta" com o meu grupo lá na faculdade. Espero que eles entendam que quero agradar a minha mãe enquanto eu posso, já que eles sabem que moro sozinha e que a minha mãe está aqui em casa por alguns dias.

Caramba! No sábado, desde a hora que acordei, até a hora de dormir, não parei de dirigir! Como fiquei cansada!
Levei a minha avó pra igreja, depois eu a minha mãe fomos pra casa de um tio meu, depois deixei minha mãe na casa de uma conhecida dela, depois fui buscar o Walter no Terminal Rodoviário Tietê, depois fomos na paulista, depois fomos buscar a minha mãe, depois fui deixar a minha mãe em casa, depois fomos pra balada, depois de uma balada-fiasco-horrível (chamada Rose Bom Bom) fomos para o Matrix e fiquei um bom tempo dançando, depois uma longa caminhada pra chegar ao carro e mais direção pra ir pra casa, aí sim fui dormir. Fora outros lugares que tive que levar a minha mãe nos outros dias: cemitério, casa de parentes, shoppings, etc.

Acho que eu gosto de dirigir...
he-he-he
Só que... cansa!

Problemas... não vivemos sem elas! Essa é a lei do universo!
Porcaria de trabalho de faculdade! Já estou totalmente desanimada e desestimulada e fazer um curta-metragem muito bom e estou fazendo tudo "as coxas". Quer dizer, não larguei tudo. O que o povo vai falando pra fazer, vou tentando fazer, mas falar as coisas que eu acho, eu simplesmente já cansei de ser uma aspirante a formadora de opinião no grupo. E o pior disso tudo é que, sou tão burra e boazinha que, mesmo sabendo que não dá pra ser de outro jeito, vou deixando os outros viajarem na maionese, não tendo coragem de frear o povo, pra não me condenarem de "a filha-da-puta que só quer causar confusão e ser do contra".
E eu achava que eu já tinha vencido esse medo de "o que os outros acham de mim"... pura ilusão minha!
Mas, tem muitas coisas que eu me importava que agora entra num ouvido e sai no outro. Outras coisas, ainda me importam. Que saco!

Tinha um descontentamento a declarar, mas eu tô com sono e não queria virar a madrugada, portanto vou parando por aqui.

Pensando em: A maldita música que não sei o nome e quem canta.

domingo, 14 de outubro de 2007

Sentimento novo

Aproveitar que tenho coisas na cabeça e o sono ainda não me deu um soco no nariz.

Senti algo que nunca me aconteceu... e não foi sentimento bom...
Soube que alguém chorou por mim sabendo-se de uma futura ausência eterna minha. O que me impressionou foi a pessoa que fez isso.
Não esperava isso, ainda mais dessa pessoa... e eu nem desconfiei, não sei por quê. Acho que eu estava muito, mas muito cega para o mundo.
A pior tragédia não aconteceu (graças), mas... sinto-me tão mal por ter feito isso (mesmo sem querer), e isso foi mais estranho ainda da minha parte por ter sido alguém que, apesar de gostar bastante, não tínhamos tanta intimidade assim e tantos anos de amizade assim.
Agora fico em dúvidas sobre que tipo de sentimentos tenho por essa pessoa... porque me senti tão mal, mas tão mal que parecia que machuquei fisicamente alguém que eu gosto amorosamente, ou algo assim.
Queda eu já tive sim... mas já passou... pelo menos eu achava...
E com essa pessoa, nunca fui conhecer e sair com a intenção de querer ficar ou namorar. É uma pessoa que eu não gostaria de forma nenhuma arriscar-me a fazer uma besteira dessas e depois perder sua amizade. Além de existir o outro fator importantíssimo: opção sexual não compatível.
Considero essa pessoa uma amiga especial. Não que meus outros e pouquíssimos amigos não sejam especiais, mas cada um é especial ao seu modo.
Espero piamente que seja apenas fase, pois tenho amigos das quais gosto tanto que achei que estava gostando no outro sentido, e no fim passou essa fase "empolgation" ou algo assim.
Eu odiei saber que fiz tal pessoa chorar, mas... me passou uma impressão de pureza... que a pessoa tem uma amizade tão singela e pura por mim que, ficou mal em saber que poderia nunca mais falar comigo.
Não queria me sentir assim, pois acho que não mereço essa grandeza toda, mas... me senti importante, mesmo com a desgraça alheia (me sentir importante vendo o outro chorar).
Sinceramente, não sei se sou digna de receber tal dádiva... mas... pretendo manter essa amizade até o fim da minha vida.
Pra mim, isso foi uma demonstração tão triste e sincera de uma verdadeira amizade... mas tão triste que acabou me contagiando...
Assim como parece até uma demonstração de um amor sincero... nesse caso, no bom sentido... e, fico pensando com as minhas feridas... se existisse alguém que fosse que nem essa tal pessoa no quesito amoroso, estaria mais do que nas nuvens, rs.
Aí alguém diz no meu ouvido: essa pessoa não existe, desce do céu!!!
rs
Enfim... uma das coisas que queria falar era isso...
Tenho dois sonhos parecidíssimos pra contar, mas agora tô com muito sono e não vou aguentar escrever direito, portanto... fica pro próximo post.
Só pra eu não esquecer: ficar numa lotação, na cama com o meu pai.

Ouvindo: Emilie Simon - The Frozen World (trilha sonora do filme "A Marcha dos Pingüins")

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

DDD!!!!

Não... não é DDD de Discagem Direta à Distância... e sim de Depressão De Domingo...
Na verdade, DDD é palhaçada, mas hoje senti um pouco de DDD sim... me esvairando em filmes alugados... nem vi todos... aliás, na quinta aluguei:

- Final Fantasy VII: Advent Children
- O Violino Vermelho
- Manderlay

Pra devolver no domingo, e só fui ver os filmes no domingo a tarde... sendo que, acabei nem vendo o Final Fantasy (por pura, mera e estúpida preguiça de me levantar pra trocar de disco lá no aparelho).
Não resisti e aluguei mais:

- Deu a Louca na Chapeuzinho
- A Marcha dos Pingüins

Agora, pra devolver na quinta... vamos ver se serei capaz de não conseguir ver algum filme... pelo menos já vi da Chapeuzinho...
Minha avaliação?
Meio sem graça, mas... quebra bem a rotina dos contos de fadas e histórias com moral infantil. Engraçadinho, podemos dizer.

Eu poderia muito bem utilizar deste blog um exercício do olhar para os filmes que vejo, e tentar meio que me enquadrar aos jargões do (talvez) meu futuro emprego, mas... eu não presto atenção nisso... eu quero mais é entender a história contada...
Se bem que, os professores sempre dizem que você nunca notará as coisas sutis na primeira vez que ver o filme, e que, pra isso, precisa ver no mínimo mais duas vezes.
Eu já tentei isso também, mas não consigo. Mesmo que eu tenha visto tal filme um milhão de vezes, acabo sempre entrando no encanto da história e toda a minha concentração para a análise de enquadramento da câmera, os tons, as edições feitas, etc, vão tudo pro saco.
Assim como comentei uma vez pra psicóloga... eu tenho uma dificuldade tão grande pra ver determinadas coisas que são passadas na aula... eu até entendo os conceitos, mas na hora do "vamos ver", eu não consigo ver sozinha... digo isso na parte somente do olhar, porque o ouvir, apesar de ser uma outra coisa bastante difícil (principalmente em filmes), eu consigo identificar com um pouquinho mais de rapidez e atenção.
Não sou a fodona em trilha sonora... tanto é que, tem tanta coisa que os professores falam que eu nunca percebi, notei e gêneros, mas... sei lá... acho que, no fundo, tô me gabando por uma coisa estúpida. Portanto, esqueça!

Estou tão desanimada com o inter de vídeo, mas tão desanimada... e o pior disso tudo é que, não estou fazendo nada pra melhorar isso, absolutamente nada!
Estamos tão atrasados... nem fizemos casting ainda, nem arranjamos a locação do maldito escritório e armário, nem ensaiamos com os atores e muito menos filmamos. Somos o grupo mais atrasado da turma... puta merda!
Acho que estou ficando tão desanimada que já estou querendo transformar isso em depressão (não exatamente a doença, mas no sentido de um pessimismo tão grande que nem forças e vontades tenho pra fazer algo bom ou ruim pra isso).

Aliás... esse sentimento é culpa do meu ócio maldito que passo no momento... no fundo, estou adorando não fazer nada, só estudar e olhe lá. Mas, tenho consciência de que isso não me faz bem em nenhum sentido: física e psicologicamente. Aliás, só consciência né? Porque, pra botar em ação que é bom... não faço nada! Então, conclui-se que, nem consciência tenho.

Acho que, depois que fiquei só, sentimentos ruins me dominaram, e eu achando que era apenas momentos ou fases, mas acho que essa "fase" está se prolongando demais, e me dando conta que talvez a "liberdade" não é tão legal e feliz assim.

- Ócio
- Preguiça
- Inveja
- Raiva
- Tristeza
- Solidão
- Desmotivação
- Desinteresse
- Fraqueza

Isso tudo é o que sinto no momento, somente com uma leve explicação ao item "solidão".
Essa solidão que sinto é um pouco diferente da solidão que sentia antes, do que leva a palavra ao pé da letra.
Sinto uma solidão de ter alguém do meio, pra poder sair em baladas gls, somente isso. E agora, talvez... mas um talvez bem longe e chutado, entendo um pouco quando a minha ex falava que queria tanto conhecer mais gente do meio... eu digo que talvez eu entenda bem de longe porque não sei se era isso que ela sentia.
Ao meu ver (totalmente envenenado pela raiva e tristeza de tudo que passei com ela), ela só queria conhecer pessoas do meio pra poder sair em baladas ou qualquer coisa gls, somente isso e mais nada. Somente de ter conhecidos (sem vínculos mais fortes de amizade) e sair pra lugares do gêneros.

Eu, além de achar alguém pra poder ir em lugares do gênero, também procuro amigo(s). Admito que, no momento, estou com um puro olho de interesse, só pra eu não ir sozinha mas, se eu achasse alguém que curtisse sair pra qualquer lugar, sem frescura de sair pra uma balada mais chique ou mais punk, ou parar num boteco podre qualquer só pra ficar bebendo e batendo papo (se bem que boteco pra mim nem presta muito, porque eu não bebo). Sair sem compromisso nenhum, só pra estar com a pessoa e qualquer lugar servisse, sabe? Eu ficaria bastante feliz se encontrasse alguém assim e com o adicional de jogar no mesmo time.
Porque até tenho amigos que são assim, só não são gays e lésbicas. E por isso não reclamo da solidão ao pé da letra. Só queria companhia pra sair em lugares gls.
Queria aprender a ir pra onde eu quizesse sozinha, mas... não consigo. Essa minha maldita dependência por companhia me irrita as vezes. O que me dá mais raiva e inveja da minha ex. E mais-mais raiva ainda saber que ela deve estar muito contente e feliz com as vadiagens e vagabundagens que ela deve estar fazendo.
Vivo chamando-a de vagabunda por dentro toda vez que olho o perfil dela. Pra quem já me chamou de prostituta... e no fim, a grande prostituta da história é ela... o único problema é que, ela consegue ser tão cega, mas tão cega que, não enxerga de forma nenhuma que, o que ela fez pode-se considerar uma grande maestria da putaria, ou seja, a verdadeira puta-prostituta.
Pra quem terminou duas vezes antes do término real, e nessas duas vezes, foi justamente pra "ficar"com outras garotas, deixou de falar que FICOU com um cara por estar super bêbada, enquanto estávamos namorando, e só foi falar depois de uns cinco meses ou pouco antes???? Ah não!!! Agora me incuquei com isso e vou fazer a maldita lista dos "pecados" meus e dela:

DELA
- Primeiro pedido de término, ficou com uma garota lá, conhecida das "amiguinhas" dela (assim como ela sempre chamou os meninos lá da faculdade de "meus amiguinhos").
- Ficou com um cara que fazia aula de violino junto com ela, sendo que ela me contou de fato que tinham saído, só não tinha contado que ficaram, e só foi contar meses depois.
- Segundo término, que ela só terminou pra poder ficar quantas vezes quizesse, sem sentir remorso ou culpa com aquela maldita japa cujo nome era o mesmo dela (maldita da japa e da minha ex, as duas juntas!) (obs.: isso é o que eu acho, não sei se foi realmente esse o motivo dela ter pedido o término).
- Não me esqueço jamais de quando ela me prensou na parede só pra me ameaçar! E ainda se diz no direito de ter feito isso e que isso não foi nada... e que qualquer pessoa que sentisse raiva faria o mesmo. Só se for no mundo animal dela! Porque também sou humana e sinto raiva, mas não sou animal que nem ela!

MEU (segundo argumentos dela)
1) Ter ficado vários noites na casa de um cara e ter dormido na mesma cama que ele, que é um absurdo eu ter dormido na mesma cama de um homem.
2) Ter dado carona pro pessoal da onde eu trabalhava pra ficar "mostrando meu carro" e ter dado carona pra uma pessoa que ela não ia com a cara e o outro porque, não sei que raios ela não queria que eu mantivesse alguma amizade com ele.
3) Ficar secando as "japas", e que isso era uma total falta de respeito com ela e que sentia vergonha de ser a minha namorada.
4) Mentiras e omissões por motivos bestas, por isso não daria pra confiar em mim se o caso for mais sério.

MEU (motivando os tópicos acima)
1) Foram apenas três noites e só uma vez eu realmente dormi, na mesma cama sim, mas não rolou nada, não aconteceu nada. No fim, descobri que o cara não era uma boa pessoa, mas na época em que o conheci ele me respeitou, não me forçou a nada. Agora, o que dirá de uma pessoa que FICOU com um cara e não me falou nada depois de quatro, cinco meses?
2) Eu menti pra ela sim que tinha dado carona porque sabia das duas pessoas que ela não ia gostar de saber, mas no dia estava chovendo e como eles iam parar no caminho que eu ia fazer, pra mim não teve problema nenhum em dar carona pra eles e sem a intensão de "mostrar meu carro pros outros". Ao contrário dela, eu não sou tão filha-da-puta e egocêntrica pra ficar somente pensando em mim mesma, e não ser nada humilde e com um pingo se quer de solidariedade... aliás, acho que ela nunca ouviu falar em solidariedade. E até agora não entendi o porque dela não querer que eu conversasse com o amiguinho dela, sendo que era impossível porque fiquei um tempo na mesma sala que dele, e outra, perguntei se era pra eu não dar mancada de que jogávamos no mesmo time e que eu tinha algo com ela, e ela respondeu que não era isso. Não dá pra entender!
3) Concordo plenamente que ficar secando outra pessoa sendo que a sua namorada está ao seu lado é muita falta de respeito, mas isso era uma piração total dela porque eu não ficava secando, apenas olhava de relance e não ficava olhando várias vezes, e no fim, se forem olhar o perfil dela, tem uma japa na lista de "amiguinhos" dela... e sempre com a desculpa de que sou xenofóbica, e que eu sempre quis uma japa, e que meu destino é ficar com japa, por isso ficava secando as japas... e quem fez amizade com uma japa logo de primeira e ainda lésbica, hein??? Agora, me perguntem, eu já namorei alguma japa??? NÃO!!!! Se fosse assim, nem namoraria com ela. Esse foi o mais absurdo dos absurdos que eu tive que aguentar, porque chegou num ponto que eu não podia olhar pra mulher nenhuma, porque ela achava que eu tava secando. Retardada dá nisso!
4) Tentei várias vezes falar que o tom de voz que ela usava comigo as vezes me assustava, me dava medo, e se ela poderia pelo menos policiar com isso... qual foi a resposta dela? De que eu já devia ter me acostumado com o jeito dela, e se não está satisfeita, que era pra terminar com ela. Que ela não falava com raiva ou brava, e que era pra eu entender isso e me acostumar com o jeito dela. Eu tentei e, no que deu? Ficava com mais medo que cheguei no ponto de começar a omitir e mentir com algumas coisinhas bestas, idiotas e insignificantes, mas quando era coisa séria, eu falava a verdade, isso eu sei distingüir bem, minha mãe quem o diga! Eu sei que, realmente, se a pessoa mente muito com coisa besta, você fica com muito receio quando é coisa séria. Mas o outro lado da moeda é dela não ter sido compreensível comigo, de entender que eu não funciono do mesmo jeito que ela, portanto aquele tom de voz me incomodava, me dava medo. Acho que, se ela gostasse e se importasse mesmo comigo, ela pensaria um pouco mais e ao menos tentaria se policiar com o tom que ela usava as vezes, mas não, ela não queria perder o tempo dela pra ficar observando a si mesma, sendo que tem coisas mais divertidas e legais pra fazer como, ficar me dando ordens, me ameaçando, me manipulando.

E esses são os meus maiores motivos de tanta raiva, ódio e rancor da minha ex. Diz a minha psicóloga que isso é fase. E eu respondi: e que santa fase hein! Já vai completar dois meses desde o término, e ainda tô com essa raiva??? Tá durando demais, não acha???
Queria que essa raiva incontrolável passasse logo, porque isso as vezes me incomoda bastante, sobretudo em respeito a minha própria conduta moral. Assim como também me incomoda por esse sentimento se alastrar com uma rapidez e voracidade tão grande, e que te faz ver somente por um lado: o lado ruim, mal das coisas.
Eu simplesmente cansei de caçar algum motivo bom pra algumas coisas que ela fez, e fiquei que nem ela nesse sentido: vendo tudo pelo lado ruim, pessimista das coisas e das pessoas. Acho que isso foi um dos mau costumes que ficou dela.
Fora os momentos bons e legais que tivemos, eu não sei mais o que foi de bom que eu "herdei" dela. Queria saber mesmo se eu peguei algum costume bom dela, pra não ficar com tanto peso na consciência e me arrepender completamente de ter gostado dela.
Eu só queria ser feliz... e ela me iludiu... com uma felicidade de plástico...
E esse fim é ideal com uma música...

*Ouvindo: Lucy And The Popsonics - Coração Empacotado

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

A volta dos enkas!

Catei uma música tão, mas tão velha de enka que me voltou a vontade de catar e catalogar as músicas que tenho aqui. Mas, não dá no momento, fora que, precisaria de MUITO tempo livre pra fazer isso.

Eu tinha perdido a noção de quanto de espaço no HD as músicas ocupam no meu PC... fui ver agora... quase SEIS GIGA!!!!
he-he-he

Pior que estou aqui, postando no blog, mas sem a mínima idéia do que falar...
Durante essa semana não fiz absolutamente nada, fora ver algumas coisas de sempre: pagar contas, pagar isso, pagar aquilo... com um adicional de pneu furado...
Meu... eu sou suprema na arte do absurdo... como eu consegui furar um pneu de carro com dois PARAFUSOS????
Se fosse prego, ainda vai... se fosse UM prego, também passava... mas... DOIS... e ainda PARAFUSOS???
E não faço a mínima da onde eu poderia ter andado pra encontrar esses dois parafusos e pararem no pneu do meu carro...
E o mais revoltante: acho que fui num borracheiro mor farjuto, porque o cara só tirou os parafusos por fora do pneu mesmo, e enfiou (não sei como) um tipo de um pedacinho de borrachinha no buraco... e só! Eu acho que essa borrachinha não vai dar conta não! Tô até com medo de andar de carro pra, no meio do caminho, o pneu muchar de novo. Aliás, foi muita sorte minha ter muchado enquanto estava na garagem... já pensou se eu parasse bem no meio de uma avenida, por exemplo??? Eu estaria fudida!

Queria sair pra fazer alguma coisa... mas... a preguiça e falta de companhia reina... rs
Quer dizer... falta de companhia acho que nem tanto... é mais preguiça mesmo...

Tava vendo um site que me passaram, e tem uma reportagem que enumera os vinte sobrenomes japoneses mais comuns. Eu sempre achei que Watanabe seria o primeiro, mas me surpreendi e ele está na quinta colocação. (pra quem quer ver a reportagem, clique aqui)

Agora vai ter neguinho me perguntando: por que o interesse todo por Watanabe???
Apesar de achar um sobrenome meio sem graça, está no meu sangue (família da minha mãe é Watanabe), e o sobrenome que prevalece no meu registro é do meu pai... e... bota sobrenome medonho, feio, horrível!
Aliás, pra quem me conhece, acho que já perceberam que odeio ter que falar meu sobrenome, e sempre paro no meu segundo nome...
he-he-he
Antes eu era muito mais encanada com o meu sobrenome, porque no curso de inglês que eu fazia (ICBEU), eles sempre faziam chamada em público no primeiro dia de aula, com direito a pronunciar o nome completo... e pra variar... além de ninguém saber falar meu sobrenome, sempre riam da minha cara, assim como já me zuaram com direito a escrever piadinhas sem graças na lousa pra todos lerem (isso já foi numa outra escola de inglês).
Na escola mesmo... eu já não lembro... as vezes, mas bem raramente, zuavam mais pelo meu segundo nome... acho que porque quase ninguém sabia o meu sobrenome (de desconhecimento mesmo). Nenhum professor se arriscava a falar (pelo menos a grande maioria dos docentes de lá tinham o bom senso de pensar que eu ficaria chateada ou brava em ouvir meu nome errado e ser alvo de piadinhas).
Único proveito que tiro dele (se é que pode se dizer "proveito") é de ser um sobrenome muito incomum... eu nunca ouvi de outras pessoas a não ser meus parentes mesmo.
Gostaria muito de saber sua origem, mas nem a minha avó portadora do sobrenome sabe (deu-se pra perceber que não é ela que tinha, e sim o marido, que não está vivo no momento). Única coisa que ela sabe é que, chegou a ouvir um dia de que era um sobrenome de algum samurai famoso, mas... eu duvido e MUITO!
Fico imaginando que deve ser sobrenome de um camponês bem pobre que morreu em alguma invasão de vila (aquelas cenas básicas, típicas e cliquês de filmes de samurais ou ninjas, que o governo da época mandava destruir alguma vila, e fica aquele caos e sangüinolência pra tudo quanto é canto da vila, matando homens, mulheres e crianças as vezes).
Enfim.... deixa o meu sobrenome pra lá!

(passaram-se uma hora à espera de algo brilhante pra comentar aqui)

Portanto... vou-me encerrando aqui.

*Ouvindo: Itsuki Hiroshi - Yokohama Tasonare