domingo, 23 de outubro de 2011

Resumo de minha inútil vida

- Meu pai ficou em casa durante quase duas semanas quase direto e só passou um fim de semana no Paraná. Não foi muito legal, mas também não foi um desastre total. Isso já fazem, acho que dois meses atrás.

- Uma semana antes de eu ir pra João Pessoa, minha mãe veio aqui em São Paulo correndo por conta de uma tia minha que ficou internada. Teve um princípio de derrame e ficou na UTI por algumas semanas e mais outras semanas no hospital. Só por esses dias que ela voltou pra casa, mas com seqüelas temporárias (ou não).

- Fiquei em torno de 10 dias em João Pessoa. Não fiz nada, óbvio. Só fiquei dormindo, comendo, vendo tv e net. Somente um dia fui conhecer Porto de Galinhas, porque minha mãe estava insistindo muito pra irmos passear em algum lugar que eu não tenha conhecido. Foi bom, foi legal, só foi muito caro mas, o que eu podia fazer?

- Outra tia minha está num hospital. Operou nesse fim de semana, um tumor maligno que ela tinha no estômago ou intestino e que, teoricamente ocorreu tudo bem. Minha mãe pediu pra eu ir visitar ela. Tô tentando falar com uma outra tia minha pra ir junto com ela.

- Minha mãe vem novamente pra cá semana que vem passar um mês por causa dessas minhas tias doentes (todas irmãs dela).

- Em um dia qualquer, um milagre da vida (temporário) aconteceu: me ligaram do pet shop pra trabalhar um sábado lá, no mesmo lugar que eu pegava freela. Também só foi dessa vez.

- Durante minha viagem a João Pessoa, minha mãe contou alguns podres do meu pai e coisas que nem imaginava ou passaria na minha cabeça sobre ele. Aquilo não me caiu bem e tô realmente querendo pegar um ódio terrível por ele. Tenho medo desses meus ódios.

- Também recebi muito sermão da minha mãe sobre a minha vagabundagem e parece-me que, com o passar do tempo, estamos sendo mais francas uma com as outras. Ou talvez seja apenas impressão. Talvez sejamos francas somente quando estamos falando algo relacionado ao meu pai. Não que eu fique inventando histórias ou coisas do gênero sobre a minha vida pra ela, mas são coisas que continuo não detalhando pra ela e não me sinto a vontade em fazer isso (ainda).

- Em algum feriado no mês de novembro, irei passar uns 3 dias em Paraty (novamente). Dessa vez sem navios e nados em alto mar. Será um pouco diferente. Quem sabe, especial (ou desastre total).

- Minha falha intuição diz que perdi mais uma pessoa importante na minha vida. Já fiquei matutando mais sobre isso há um mês atrás, agora meio que cansei de me depreciar sobre.

- Alguém, discretamente e indiretamente reaparece na minha vida virtual, mas nada que gere mudanças ou pensamentos (felizmente ou infelizmente). Não existe nem comunicação entre si (melhor ou pior?).

- Esses últimos dias ando ocupando meu tempo em ver filmes e documentários. Logo ficarei cansada de ver e procurar coisas pra eu assistir. Se tivesse alguma locadora aqui perto de casa (tinha um, mas morreu faz mais de um ano atrás) faria um estrago enorme no meu cartão de crédito.

- Durante essa semana que passou também tive uma outra crise de rinite muito forte, sendo obrigada a tomar remédios de novo, e eu "adoro" tomar remédios.

- Duas semanas atrás também tive a minha crise de pesadelos, sonhando com coisas ruins um atrás do outro. Agora tenho preguiça de descrever algumas delas. Os que eu lembro e fico sem preguiça, trasncrevo no celular e deixo guardado em uma pasta específica de mensagens não enviadas. Alguns eu envio, outras não. E outros milhares que lembro na hora que acordo mas depois esqueço durante o dia, e mais outros milhares que nem lembro como foram. Se eu tivesse mais saco e disciplina, faria um diário de sonhos. Mas é fato: quanto mais eu lembro e escrevo os sonhos, menos ocorrências de não lembrar como foi os sonhos acontece. Queria ter mais disciplina pra ter forças pra escrever em qualquer lugar dos sonhos fresquinhos na minha cabeça logo que acordo.

- Descobri um hortifrutti perto de casa que tem tanta variedade de verduras, legumes e frutas que nem compro mais essas coisas no supermercado, só quando estou num aperto fudido ou emergências, mas também não é sempre que vou lá e as vezes as coisas ficam meio caras, mas melhor pegar um produto mais fresco que pagar bem mais barato por um produto todo fudido, amassado e tosco. Mas ainda tenho esse mal de olhar tudo pelo preço e deixar de levar algo por conta disso. Mal do meu pai.

Mais nada a comentar.

Garçom...

Aqui... nessa mesa de bar...
Você já cansou de escutar...
Centenas de casos de amor...
Garçom... no bar... todo mundo é igual...
Meu caso é mais um... é banal...
Mas preste atenção... por favor...

Saiba que o meu grande amor hoje vai se casar...
Mandou uma carta para me avisar...
Deixou em pedaços... o meu coração...
E pra matar a tristeza só mesa de bar...
Quero tomar todas... vou me embriagar...
Se eu pegar no sono, me deite no chão...

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Bunda mole!

Será que sou tão bunda-mole que não consigo cair no vício do alcool, cigarro ou drogas quando estou mal?
Normalmente... quando as pessoas ficam bem mal, ou acabam enchendo a cara até se tornar um vício, ou fumam até seus pulmões pedirem socorro cirúrgico ou se drogam até morrer. Ou quando não tem paciência e acabam tirando de uma vez só a própria vida.
Eu não sei se dramatizo tanto meus "problemas" ao ponto de achar eles motivos suficientes para fazer umas das opções dadas acima, ou se sou tão letárgica que não quero levantar um único dedo pra fazer um bem/mal pra sociedade/familiares/amigos, ou sou muito cagona e bunda mole pra tomar partido e fazer uma dessas coisas.
Ou (para o lado mais "positivo" da coisa) se sou forte o suficiente pra aguentar toda a minha melancolia e tristeza sóbria e sozinha.
Muita gente deve achar que todo esse "dramalhão mexicano" que fiz, faço e provavelmente farei por aqui no blog é tudo besteira, coisa de gente que não tem o que fazer e tem mais é que tomar no cú... mas aqui, por dentro, é uma luta constante, chata, intensa e muito angustiante pra mim, por mais idiota que seja o motivo. É tão dolorido e repetitivo que cansa, de verdade... e dá vontade de desistir dessa vida.
Mas... enfim... a vida continua e anda... com ou sem mim... (como se eu fosse a coisa mais importante desse mundo)

HAUAHUAHUAHUAHHAAUHAUAHAUHAUAHAUHAUH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

*só pra descontrair um pouquinho

Fraqueza

Eu tinha prometido a mim mesma de parar de chorar por lamentações, reclamações de barriga cheia e gêneros que envolvam exclusivamente a minha pessoa.
Tenho que parar com essas idiotices. Definitivamente!

Tão perdida quanto...

...meu pai.
Acho que é outro que anda perdido.
Minha tia viu a luz do meu quarto-escritório acesso e me ligou aqui em casa em plenas três e meia da madrugada, pra falar que meu pai tinha saído de Manaus na quinta-feira (11/08/11) e chegou em Brasília às dez da noite de terça-feira (16/08/11), de mudança na pick-up!
Não deram muitos detalhes, mas parece que ele vai ficar na casa de algum dos irmãos dele e sabe lá Deus o que ele vai ficar fazendo por lá.
Não sei se rolou alguma briga entre meu pai e a mulher lá e resolveu ir embora de Manaus, ou se não tava conseguindo trabalho e se mandou pra Brasília, ou se quer arranjar mais grana pra ficar mandando pra menina lá, ou quis ficar viajando pra lá e pra cá, já que nada o prende. Só sei que a Mica (a rotterweiler babaquinha e bonitinha do meu pai) foi junto também.
Eu não deveria estar nem um pouco preocupada e me importando com isso... mas essa notícia não me deixou muito feliz... eu só não sei explicar o quê e o por quê... e ao mesmo tempo isso me dá raiva por saber que meu pai ainda me atinge, de alguma forma...
Ou talvez seja inveja minha por ver meu pai fazer o que ele bem entender, sem ter que dar satisfação pra ninguém porque mais nada o prende (talvez?)... e as vezes queria ser que nem ele, viajar sozinha pra onde eu bem entendesse, mas coisas materiais me prendem... e o pior, não ter coragem ou não saber ter essas coisas sozinhas, sempre acho que preciso de companhia, porque fazer quase qualquer coisa só é uma merda.
Isso me lembrou o filme "Na Natureza Selvagem". O filho, cansado da sua boa vida diante do mundo tão capitalista e egoísta, resolve fugir de casa pra ir viajar sozinho e descobrir a natureza do mundo por sí só, e aprender a se virar sozinho no mundo. Daí, ele sempre trabalhava em qualquer lugar que desse um dinheirinho por um tempo, juntava e depois se mandava a viajar de novo... sempre nômade. Não gosto do "nômade" da história pra mim, mas queria muito de vez em quando fazer essas coisas. As vezes me sinto muito presa aqui... em casa... em mim mesma... em São Paulo... em minhas coisas... queria espairecer um pouco... as vezes queria fazer sozinha... mas não consigo fazer nada sozinha... e aí, fico nessa palhaçada eternamente. O que me mata mais é a porra da grana... mas... enfim... isso é uma filosofagem sem fim a parte que sempre repito as mesmas bostas.
Inclusive ontem, a minha mãe ligou pra perguntar umas coisas e falou pra eu procurar emprego porque, se ela precisar mesmo ter que fazer alguma cirurgia, não teria problema porque tem dois irmãos delas que não trabalham e poderia chamar um deles pra cuidar dela. Sei que não foi essa a intenção, mas me senti um pouco desprezada... ou talvez triste porque não tenho mais motivos razoáveis para ainda não estar procurando trabalho.
Será que uma pessoa cria mais amor pelos irmãos ou pelos filhos? Me veio essa pergunta na cabeça agora... apenas curiosidade...
Não sei se meu pai está se sentindo meio perdido no momento... mas que ele tem a sua própria e vasta experiência pra poder guiá-lo da melhor forma (ou o que ele achar "melhor forma"), com certeza tem... coisa que não tenho nem um quarto do que ele deva ter... e talvez por isso (ou não), esteja mais confusa que ele... ou não!
Mais confusa ou mais acomodada?
Queria me mandar tomar no meio do olho do meu cú... mas infelizmente eu não consigo fazer isso sozinha...

Ouvindo: Cat's Eyes - Face In The Crowd

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Perdida...

... essa é a palavra que mais me incomoda no momento.
Não sei o que buscar... não sei o que quero da vida... não sei o que sei da vida... não sei o que gosto da vida... não sei o que devo gostar.... não sei o que devo seguir... não sei o que devo sentir... não sei o que devo manter... não sei o que devo fazer...
Tenho tudo, e ao mesmo tempo, parece que não tenho nada.
Uma vez já me falaram... não me fizeram sentir falta de nada desde pequena, e agora que cresci dessa forma, me tornei uma adulta perdida.
O choro é tão contido que me dói até o rosto, as bochechas.
Só uma luz no fim do túnel me bastava.
Sabe?
Mesmo sabendo que somos feitos pra estudar, trabalhar, ganhar dinheiro, ter seu canto e se sustentar até você morrer... isso pra mim não tá fazendo sentido.
Não sei se é pura inércia, ou sou muito preguiçosa e não quero trabalhar, ou se eu sou tão vagabunda ao ponto de ficar nessa zona confortável, ou se mesmo trabalhando em alguma coisa que eu supostamente goste parece não fazer sentido ainda ou não me motiva a continuar trabalhando e ganhando meu dinheiro. Eu não sei o que se passa.
As vezes queria mesmo tirar todas essas coisas ruins que tenho dentro de mim e queimá-las junto com folhas secas.
Ultimamente ando com uma vontade enorme de ir em alguma beirada de rio ou lago, que não passe ninguém, e ficar olhando pro nada por horas, que nem retardada.
Sem mais.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Quando percebemos que não mudamos

Hoje fiquei que nem naquelas minhas fases "deprês chatíssimos", vendo coisas pra me sentir mais mal (ou é mau?).
Não sei se as pessoas com quem convivi muito tempo atrás é que nunca mudam ou eu que nunca mudei; se as pessoas que se tornaram muito superficiais ao ponto de ter grupos de amigos que podem fazer a sacanagem e cachorrada que for entre eles, só por serem um grupo unido desde X anos é quase tudo permitido, ou eu que continuo quadrada e retardada, e tendo as mesmas idéias de dez anos atrás, ou seja, continuando sendo imatura, infantil e folgada; se as pessoas evoluem de uma forma que eu não acompanho, ou eu que travei ou emburreci de uma forma que tudo me pareça absurdo.
Na verdade, meu questionamento real é: se eu só estou dando mancadas temporárias ou se estou me tornando uma pessoa escrota.
E tô chegando quase a uma conclusão de que meu destino foi feito para não se ter amigos, e que tudo de bom que vem na minha vida é pra ser perdido.
Deixando essa história melodramática de lado, lembrei de uma coisa que li ou vi em algum lugar.
Era uma reportagem que vi na TV ou li em algum site, mas só vi/li um pedacinho só, acho que nem 10% da matéria, mas que acabei guardando na minha cabeça.
A pessoa falava algo mais ou menos assim: antigamente, os estudiosos criaram "regras de comportamento" para facilitar a vida deles no sentido de organização de pesquisas e não para que a sociedade seguisse rigorosamente isto, mas com o passar dos tempos, a sociedade foi "aperfeiçoando" e adotando aos poucos essas regras ao ponto de torná-los como uma seleção para escolher ou PRÉconceituar se a pessoa é boa ou não. Tanto que agora, uma pessoa de boa índole tem que ser 100% sincera, honesta, digna, fiel, respeitosa, etc, mas... quem confirmou isso, pesquisou e concluiu cientificamente que tal pessoa, pra ser boa tem que ter isso, aquilo, acolá, e mais a puta que o pariu?
Isso foi o que vi/li.
Agora da minha parte... se você pensar bem, não deixa de ser verdade, porque, em algum momento da vida, você não conseguirá ser 100% em nada. Quantas vezes no trabalho, por exemplo, você não dedurou alguém porque sabes que a pessoa trabalha bem e errou por ser humano, ou não jogou todos os podres da empresa para o patrão não pensar merda de você e perder emprego? Pelo menos no trabalho, o mais importante é ter jogo de cintura, saber quando pode falar algo ou não, ou até que ponto você pode fazer tal coisa ou não, e nisso você vai perceber que tem coisas que é melhor ficar só pra você porque é desnecessário ou insignificante (que já quebraria uma das regras, pois você está ocultando algum fato ou algo assim), e assim por diante (pois não me vem mais nenhuma situação na cabeça).
Acho que as únicas pessoas que poderiam seguir as "regras impostas pela sociedade" seriam os monges, pois eles trabalham a vida toda internamente justamente pra não ter nenhum tipo de preocupação e outros sentimentos que só causam transtornos como ansiedade, amor, desejos, etc (isso é o que dizem os próprios, o que não corresponde com as opiniões deste ser que vos escreve).
E diante dessa palhaçada toda, me questionei uma vez: por que "ser vagabunda" é tão ruim? Sendo que existem muitas mulheres (e em sua minoria MUITO pequena homens também), que são donas de casa, só fazem arrumar a casa (não que isso não canse e não deixa de ser um esforço) e não ganham absolutamente nada por isso?
Não, não estou sendo preconceituosa... o que estou querendo dizer é... dona de casa só faz serviço de casa, a troco de nada (porque ela não ganha salário, de certa forma), e no máximo, ganha uma mesadinha do marido ou mulher que trabalha só pra poder comprar uma coisinha ou outra pra si. Se elas não trabalham pros outros, e não ganha dinheiro em troca, elas também não são vagabundas?
Tudo bem que o meu caso é diferente... mas... pensa bem!
Deu uma "mentidinha" de leve, só pra não chatear muito alguém e no fim não vai modificar nada no cursor da vida ou da história, já é tachada de super mentirosa e um ponto a menos para o ideal de "pessoa boa".
Escondeu uma coisa insignificante para a outra pessoa e depois ela descobre isso e fica brava, já é tachada de não confiável e mais um ponto a menos para a tag "boa pessoa".
Fez uma vez na vida um corte no braço com estilete e uma pessoa vê isso e pergunta o que foi, já é tachada de louca e mais um ponto a menos pra "boa pessoa".
Alguém que não gosta de abrir mão dos gostos excêntricos que tem, mas que não fazem mau (ou mal?) a ninguém, é tachada de ****** (escolha seu adjetivo pejorativo preferido) e ponto a menos pra "boa pessoa".
Que coisa chata que o mundo vai levando em suas bagagens!
Outra coisa que me questiono muito e ODEIO: por que atualmente tudo tem que ser levado na competitividade? Sempre querendo superar o outro, sempre querendo fazer algo que o outro não tem e ter exclusividade, sempre querendo ganhar a maior fatia, etc, etc, etc. Eu posso ser doente mental, mas pra mim competitividade não traz benefício nenhum, e só traz coisas ruins, tanto pra mim (principalmente) e pros outros também, mesmo que a outra pessoa não perceba. Odeio tanto isso que reflete até o meu modo de olhar para as pessoas... não gosto de gente competitiva, não gosto mesmo! Eu sei que nem todos são assim, mas pra mim gente muito competitiva vai te fuder bonito quando você estiver "disputando" com ele, mesmo não sendo sua intuição, ou falando e mostrando que não está a fim de disputar ou fazer richa, e muito menos perder seu tempo, dinheiro e sono pra ficar matutando um jeito de tirar mais vantagem que o outro.
Enfim.... mudando de assunto...
Em um dos meus "longos sonos de beleza totalmente inúteis", sonhei com algo meio "filosofal" (mas que não é livro do Harry Potter, GRAÇAS!!!).
Sonhei que estava em um sítio do meu pai e que éramos uma família de super-heróis bem do tipo Power Rangers (preferia ser super-herói no estilo da Marvel ou DC Comics que estilos sentais e tokusatsus, mas enfim...) e que meus pais precisavam ir ao encontro de um inimigo em algum lugar muitoooooo distante (tipo Brasil - Polo Norte), e pediu pra eu e mais uma pessoa (que não me recordo quem seja) ficarmos no sítio, pois achavam que algum inimigo passará por lá de sopetão e iriam destruir o sítio ou matar alguém da família, ou qualquer merda assim. Aí, depois de um bom tempo coçando o saco lá, aparece do nada um helicóptero sobrevoando por cima de um lago que tinha lá.
Preciso descrever o lago pra facilitar a estória aqui: sabe aqueles buracos enormes que podem ser formar em um chão de pedra no meio do nada e que o buraco é tão grande que a água da chuva acabou transformando aquilo em um lago? É mais ou menos isso, só que a água era super límpida, de conseguir ver o fundo do lago. E entre o chão e onde começava a ter água, era um espaço consideravelmente grande, de metros de altura, só não vou saber dizer quantos metros, óbvio.
Voltando ao sonho...
Achei esquisito aquele troço rodando no meio do lago por muito tempo, e fui pra lá com mais uma pessoa (que não é o mesmo que citei lá em cima, mas que também não me recordo quem seja) pra tentar me comunicar com eles. Daí, não sei o que aconteceu, escorreguei não sei como e era pra cair dentro do lago, mas do nada, meio que me transportei para um lugar que parecia um hangar de lanchas e barcos semi-fechado, parecia ser da mesma empresa do helicóptero que vi. Aí, subi pra superfície e tentei falar com várias pessoas que estavam lá, mas ninguém me dava atenção, parecia que eu nem existia lá, até que falei com alguém que estava de jaleco branco e esta me respondeu meio que secamente e não querendo ouvir muito o que eu tinha pra falar. Expliquei como eu parei lá e ela falou que era exatamente comigo que precisava falar.
Era uma empresa que fazia baladas e festas em lugares "diferenciados" para clientes "diferenciados". Me levaram para um lugar aberto onde batia sol e que tinha lugares pra sentar, inclusive os clientes estavam lá, uns pirralhos pré-adolescentes na faixa de onze a quatorze anos. Explicaram o que era a empresa e que ficaram muito interessados no lago pra fazer uma festa-balada VIP só pra convidados por um fim de semana pra aqueles pirralhos, e que seriam muitoooooos convidados, e estavam querendo minha autorização para isso. Falei que eu era apenas filha do proprietário, mas que provavelmente ele não iria aceitar porque o lago, apesar de bonito, é muito perigoso por causa da altura, e por toda a topografia geográfica que não favorecia nada na acessibilidade dele, pela segurança dos pirralhos, etc. Daí, não convencida, só falou um "tudo bem" curto e grosso, foi falar com os empregados, e do nada ela conseguiu trazer a administradora do sítio (que, na vida real era uma ex-virtual minha, mas no sonho não era porra nenhuma a não ser funcionária do meu pai). Só que a empresa era bem filha da puta, porque cataram ela sabendo que ela curtia essas coisas de balada e bebida de graça, iam jogar um puta xaveco e iriam convencer ela de aceitar essa palhaçada, e eu querendo participar da reunião pra ficar no pé da administradora, e eles não deixaram de jeito nenhum por conta disso.
Enquanto rolava a reunião, eu estava do lado de fora, naquele sol dos infernos, e os funcionários me vigiando não sei por quê. Daí comecei a conversar com um deles e questionei do por quê dessas festas e baladas em lugares estranhos. Ele falou que era uma forma divertida e até educativa para o aprendizado desses pirralhos para a vida futuramente, estimulando eles a perderem seus medos e enfrentá-los, tornando-os mais fortes psicologicamente (pelo menos essa era a lição que eles queriam dar pra fazer a festa no lago, de pularem em uma altura daquelas). Aí comecei a meter o pau neles, que isso não é coisa que se faça, porque eles estão brincando com a vida deles, mesmo vendo que vai ser perigoso, e estimular pirralhos pra essas coisas de adrenalina tão cedo não fazem bem, e que essa desculpa que deram era esfarrapada e etc, etc, etc.
FIM!
Depois que acordei, fiquei pensando se essas coisas de estimular a criança a soltar adrenalina muito cedo realmente faz bem, ou estimular outras coisas meio que severamente ou constantemente fazem bem pra criança.
Esse sonho foi diferente porque fiquei meio que filosofando mesmo dentro do sonho, pensando nessas coisas e falando pro funcionário. Nunca tive sonhos assim.
E adrenalina, pra mim, definitivamente não dá certo. Ou fico querendo passar mal ou querendo desmaiar. Já aconteceu isso comigo quando eu rolei no chão por ter caído de bicicleta, por andar naquele brinquedo de parque de diversões que é um barco que fica indo e voltando (mas que não ia tão alto assim), quando a lotérica onde eu trabalhava foi assaltada (mas não conseguiram levar nada), e outras que não me lembro mais.
Voltando a minha novela mexicana... é apenas um desabafo inútil, totalmente inútil... mas... eu ando tão fudida financeiramente que já tô ficando de saco cheio de ficar comendo miojo, ou
macarrão no alho e óleo ou puro arroz quando não quero gastar mais dinheiro ou não posso comprar outro tipo de comida. E o cartão de crédito tá se tornando um ciclo sem fim de dívidas, porque quando fico sem dinheiro algum, eu começo a pagar tudo no crédito, e como não quero pagar juros, sempre pago o valor total, o que toma quase todo o "lucro" da mesada que recebo (porque sou vagabunda e ainda sou sustentada pela minha mãe), e daí que eu acabo já ficando sem dinheiro na segunda semana do mês ou até menos que isso. Não estou usando quase o carro pra não gastar com gasolina, e olha que tenho que dar uma andadinha nele pelo menos uma vez na semana pra não arriar completamente a bateria do carro. Pior que tô precisando comprar as porras das capas impermeáveis pro colchão e fronhas por causa do meu tratamento de rinite, e nem deu pra comprar ainda. E não quero pedir mais dinheiro pra minha mãe porque ela manda uma quantidade razoável.
Meu... tô muito fudida...
E pra piorar... acabei de lembrar que talvez meu pai venha agora (em agosto) aqui pra SP ficar alguns dias... e... óbvio... ele vai ficar aqui em casa. =/
Eu tô com uma vontade enorme de viajar com o meu carro por um fim de semana... mas não dá pra ir em lugar nenhum sem money no bolso, nem pra rodar por alguns minutos no aeroporto de Guarulhos, rs.
Enfim... acho que tenho que começar a me preparar psicologicamente pra quando eu for morar nas ruas (de verdade). Sempre pensei nisso, mas nunca levei a sério. Acho que agora vamos ter que pensar nessa possibilidade. (tudo isso porque não se quer trabalhar, olha a merda, hauhauahauhauahauhauhauh)
Rir da minha desgraça, da minha folgadisse, ou por ser idiota e otária? Escolhe aí pra mim!

Ouvindo: Legião Urbana - Tempo Perdido

terça-feira, 14 de junho de 2011

Surpresa besta

Achei que tivesse virado uma pedra indestrutível... mas aquelas palavras me fizeram amolecer novamente, que nem em minhas épocas mais antigas... e percebi que continuo desejando coisas que antigamente corria desesperadamente, só que dessa vez, tudo mais tranquilo, passivo e calmo.
Acho que na hora, não transpareci nada fisicamente... talvez, tenha-se notado a surpresa somente por eu ter me gesticulado oralmente... mas, por dentro... fiquei muito feliz... e surpresa também.
Continuo surpresa ainda... mas não deveria ficar tão surpresa assim, afinal... nada vai mudar... absolutamente nada mudará... mas... realmente... não esperava isso... já tinha educado a minha cabeça que isso nunca aconteceria, para não criar expectativas falsas e o pior, esperanças falsas.
É apenas um detalhe... besta... mas, de besta que sou... fiquei feliz.
Em uma data tão infeliz... virou-se à casaca. Achei engraçado isso. E o mais engraçado foi a programação do dia... foi a programação mais clichê que poderia ter nessa vida. Clichê e meio que "à moda antiga". Não que eu não tenha gostado, ao contrário... foi muito bom, mas foi engraçado também, no final do dia.
Só pra deixar registrado a minha cara de besta-boba-feliz em forma de palavras digitadas.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Na falta do sono, atualizar um pouco...

Eu ando numa inércia tão grande pra escrever qualquer coisa por aqui que, passaram-se tantas coisas na minha inútil e imunda vida que esqueci simplesmente de saboreá-los e lembra-los (o que é uma tristeza).
Não me recordo de datas, mas um dia, vi o show do Pato Fu, uma banda que eu tanto admiro e gosto, apesar de não ter ouvido nada depois do "Ruído Rosa", e a princípio, não gostei muito do show porque ele foi para uma gravação do DVD do último álbum deles, o "Música de Brinquedo", que é basicamente covers de músicas nacionais e internacionais em instrumentos e objetos infantis.
Achei que seria uma porcaria porque imaginei que não cantariam nenhuma música dos álbuns antigos deles, mas, no final, eles cantaram umas duas ou três músicas antigas (para a minha felicidade). E dos covers do álbum, só conhecia três músicas (porque eu sou muito burra musicalmente também).
Mas, em vez de ficar reclamando que nem velho ranzinzo, deveria ter prestado mais atenção nas coisas legais do momento: fui com a Mari e o Marcelo (na verdade, ele foi a contra-gosto, rs), e com a Naomi; vi o Pato Fu ao vivo e a cores, na minha frente; tocaram músicas que eu conhecia; comprei uma camiseta da banda (uma facada, mas tudo bem, comprei!); estava assistindo o show com pessoas da qual eu gosto muito, amo-os bastante, por sinal.
Mas... não... só quis reclamar de tudo e todos... que saco viu?
Durante esse tempo todo que eu fiquei sem postar, fui em vários espetáculos... de dança, teatro, musicais, comédias... em sua grande maioria, sendo puxada pela Naomi... algumas peças não foram de muito agrado pra mim, outras gostei... o importante é que experimentei e a partir delas posso dizer com veracidade que eu gostei disso e não gostei daquilo. Se ela não me arrastasse pra essas coisas, nunca iria saber se eu ia gostar ou não.
Cocei muito o saco inexistente, é verdade... mas, nada ainda me motiva ou me estimula a fazer algo ou querer algo, e isso me incomoda bastante (reclamação persistente de anos).
Percebo que ando mais chata, mais reclamona, mais burra intelectualmente (mais do que já era), mais enchedora de saco, mais grudenta e ao mesmo tempo mais distante... percebo até que minhas conversas com outras pessoas ficam apenas em torno de um ser persistente e irritante: eu e os meus problemas existentes e ínfimos, ou problemas inexistentes mas que são piores que a usina nuclear de Fukushima ou milhões de pessoas sendo mortas sem motivo algum.
As vezes quero me distanciar das pessoas, pra poupá-las dessa irritação de ter que ouvir só meus problemas... e as vezes quero estar sempre com elas, ao ponto de sufocá-los com a minha presença e falta de assunto interessante e prestável.
Outra vez comentei no twitter: as vezes acho que as pessoas sempre vão me adorar, mas nunca me amar. Por que isso? Por que necessitar tanto desse "amor"? Por que depender tanto dele? Por que eu achar isso?
As vezes me canso de me inferiorizar, de me auto-prejudicar, de ser pessimista ao extremo... cansa demais... mas, parece que impregnou no seu ser e não consigo mais ser uma pessoa "positiva". E, pra ser bem sincera... desde que eu me conheça por gente, acho que nunca fui, em nenhum momento, uma pessoa "positiva". Sempre fui pessimista com tudo... mas ao contrário de antes, eu pregava ser "apenas realista", o que não é o caso nos dias de hoje (é óbvio).
Então... voltando ao "update" da minha vidinha... sai um pouco, trabalhei nada, só gastando... e eis que um dia resolvi tomar vergonha na cara e ver alguns dos meus "pobremas" de saúde: oftalmo e otorrino.
Oftalmo foi normal, como já descrito em algum post anterior... agora otorrino... ahhhh meu irmão!
Ele me indicou um alergista, e de lá, ele me pediu uma bateria de exames pra fazer... fiz, passei nervoso por causa da porcaria do plano de saúde, demorou pra fazer e sair os exames, mas, enfim, descobri a causa das minhas crises: alergia fortíssima para ácaros e poeiras.
Resultado: minha alergia é tão forte que o médico disse que nem ia prescrever remédios porque ia melhorar mas voltaria, e ficaria nisso eternamente... então ele me ofereceu um tratamente a base de vacinas, chamada Imunoterapia. Vou tomando as vacinas, ou seja, injetando ácaros e componentes de poeira dentro do meu corpo, devagar e aos poucos, até que eles criem anticorpos suficientes para combater esses troços e eu não ter mais crises tão forte por um bom tempo. O tratamente dura de três a cinco anos, e vou ter que ficar tomando essas vacinas no braço semanalmente durante oito meses, e depois mensalmente até completar os três a cinco anos. Ou seja, tomar injeção durante esses anos todos!!!! E o pior, se não tomar as vacinas rigorosamente, o tratamento vai pro saco e volta tudo a estaca zero.
Eu quero melhorar, é óbvio, mas tenho problemas pra lembrar de horas e datas pra tomar remédios... espero que, pelo menos pra isso eu não esqueça dos dias.
Ah! Durante esse tempo que não escrevi aqui também recebi visitas agradáveis, seria o caso do Alex que, depois de alguns anos encubado no Japão, veio passar férias aqui no Brasil. Fazia tanto tempo que não o via... e revê-lo foi muito legal... parece que, entre a gente, nada mudou, e acho que foi isso que me agradou, rs.
Outra pessoa, que me ligou do nada pra gente se ver, foi o Guilherme, que estudou comigo lá em Manaus... ele continua morando lá... mas de vez em nunca ele dá uns perdidos aqui e me liga assim, do nada. Foi bom porque saí um pouco de casa, inclusive de pegar estrada (não muito longe daqui, mas já é alguma coisa), e ele me fez abrir o olho do quão idiota e inútil continuo sendo, e do quão acomodada eu continuo estando... e como tem gente que, quando quer ser alguém na vida e quer algo na vida, consegue de qualquer forma.
Quer dizer... abrir o olho nada, só me confirmou essas coisas que eu já sabia, porque levantar a bunda pra mudar isso, nada fiz ainda...
Enfim... nada como uma vagabunda a mais pra encher o saco de todos... pra atrapalhar e empatar a vida de todos...
Vi pouquíssimos filmes... dá até pra contar nos dedos: Thor, Bebês, Rio, Encontros e Desencontros, Profecia dos Sapos, Andarilho (não recomendo de forma alguma), um outro que achei tão bosta que nem lembro o nome do filme (só sei que é nacional e tem o Caio Blat no elenco).
Lembrei agora que últimamente andei fazendo sessão documentários... que estão sendo mais interessantes pra mim no momento... vi Botinada, Bombadeira, Sou Feia Mas Tô na Moda, Capitalism - A Love Story (meio chatinho), The Gerson Miracle (chato), Músculos ao Extremo (na verdade, depois que baixei que vi que era de algum programa da Discovery Channel e sinceramente, não curto muita coisa do canal e muito menos gosto de defini-lo como um documentário de verdade, se é que existe documentários de verdade).
É que tenho preferência para documentários de longa-metragem, e que falem coisas sobre questões sociais e humanas. E talvez por isso, eu prefira mais documentários nacionais que os estrangeiros... me passa uma veracidade maior.. óbvio... porque eu sou brasileira, sei muito mais do cotidiano do Brasil do que um americano, por exemplo... e os nacionais, justamente por isso, são mais familiares e compreensíveis de entender, analisar e pensar a respeito do tema abordado.
Assim como baixei outros documentários que já vi e gostaria de deixar guardados como Notícias de Uma Guerra Particular, Ilha das Flores (nem é bem um documentário, mas tudo bem), Earthlings, A Carne é Fraca, Super Size Me.
Já tô ficando cansada de escrever, mesmo não estando com sono ainda... mas porque estou no laptop, no conforto da minha cama, mas no desconforto de escrever com o laptop no meu colo, nas minhas pernas, no travesseiro, ou seja, nada fixo e estável.
Câmbio desligo!

Pensando em: Angela Aki - Tegami

Um tópico a ser lembrado futuramente

Aliás, já faz um tempo que questionei isso no twitter, e lembrei que queria "discursar" sobre, mas não agora porque no momento não convém falar sobre, na situação em que me encontro (e não me perguntem o que eu tenho que não vou falar, façam de conta que nada leram).
Mas, um dia, em minha crise existencial básica, perguntei-me: afinal, pra que as pessoas precisam me amar? (questionando-me o por quê eu sinto necessidade de que alguém me ame)
Carência? Falta de auto-suficiência e de um tipo de auto-amor? Chamar atenção? Incompetência mesmo? Por ausência dela durante a minha infância ou pré-adolescência? Problemas mentais?
Por isso e outros motivos, eu ando querendo voltar a fazer terapia na psicóloga, mas depois da facada que enfiei a minha mãe com a Imunoterapia pra minha alergia extremamente forte por ácaros e poeiras de tudo quanto é tipo, decidi que vou ficar louca, mas não vou esfaquear mais ainda a minha mãe.

Tentando...

... me manter em pé, mas juro por Deus que vontade de dar um fim na minha vida não faltou. Eu fiz uma merda muito grande e, sim, NUNCA APRENDO!
Mas, beleza... vou ficar quietinha e aguentar isso sozinha, pra depois ninguém vir falar pra mim que fico me "fazendo de vítima", "fazendo drama", etc...
É apenas um pequeno e breve desabafo, porque vou ficar com essa história somente pra mim, ninguém precisa saber da minha merda... ninguém... as vezes prefiro ficar doente segurando essas coisas que ficar descarregando nos outros toda a minha preocupação e bla-bla-bla de tudo que eu senti, sinto e vou sentir. Ninguém precisa ter pena de mim... ninguém precisa ter dó de mim... enfim... só!
Só desabafei um pouquinho porque já estava quase insuportável não soltar alguma palavrinha sobre. Mas só...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Tirar as moscas daqui

ZONZA...

É o que ando sentindo durante esses dois dias que passaram... talvez porque não acostumei com o grau novo e as lentes de contato, rs.
Fui no oftalmologista e eu constatei que falava meus graus errado: vivia falando pras pessoas que meu grau era 2,75° de um lado e 2,50° num outro, sendo que, na verdade, eu tinha 2,25° nos dois lados (a anta). Agora, aumentou pra 2,50°, o que de certa forma foi bom pra mim, que pra comprar lentes de contato não preciso comprar duas caixas de graus diferentes, isso se eu conseguir me acostumar usar lentes.
E eu fiquei tão besta e idiota (de feliz) quando a mulher falou que eu podia levar as lentes que eu testei lá na hora pra ver se ficava bem ou não, e uma amostra grátis da solução pra lentes. Eu não sei se, pra quem usa na primeira vez eles sempre fazem esse teste e dão um par de lentes de graça, mas eu fiquei toda "boba-feliz" com isso, bah!

Obs.: Isso foi o que escrevi há duas semanas atrás, mas fiquei com preguiça de continuar e ficou esse meio rascunho inútil e idiota e que não vou continuar mais.

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Hoje, quinta-feira, dia 31 de março de 2011, às 03:00 am

Só pra falar umas coisas porque ultimamente ando fazendo nada de útil e inútil também... só mofando, comendo, dormindo e passando mal.
Ultimamente ando sonhando muito com rejeições, ser deixada de lado, ou ninguém me escuta ou se quer presta atenção no que eu falo e sonhando coisas eróticas também... só que está numa frequência tão grande que tá enchendo o saco de verdade!
Alguns sonhos que lembro (estando na temática frequente ou não):

17 de março de 2011: Sonhei que estava no meu colégio, só que totalmente reformulado... era BEM MAIOR, quase um castelo no meio da cidade, só que tinha tanta coisa de "brincar", tipo carrinho bate-bate, mini roda-gigante, uma micro montanha-russa, uns túneis que nem de ratinho, só que versão bem maior e que extendia quase toda instalação do colégio... sei que fiquei muito perdida e comecei a ficar apertada pra ir ao banheiro. Fui procurar naquela imensidão toda, até que achei num cantinho bem escondido, mas o banheiro também era ENORME. Como eu estava super apertada, vi a primeira porta aberta que tinha... na verdade, nem porta tinha, só parede nas laterais, só que, quando cheguei bem perto, vi que a entradinha era mais estreita que eu esperava, e não estava conseguindo entrar no cubículo, e não sei porque fiquei insistindo em entrar naquela porra. Quando eu consegui entrar, vi que não tinha vaso sanitário, e que na verdade, era um micro cubículo pra tomar banho (um micro chuveiro em cima da minha cabeça). Como eu não tava aguentando mais, fiz xixi no ralo mesmo, só que, quando eu tava colocando as minhas calças, apareceu um rapaz do nada no banheiro, e era banheiro feminino. Comecei a ficar apavorada me perguntando o que aquele infeliz estava fazendo lá dentro e se ninguém viu o filho da puta entrar. Ele me viu e veio falar comigo alguma coisa. Eu não estava gostando muito e fui querer sair daquele aperto, só que ele inventou de querer entrar no cubículo que eu estava, se espremendo todo pra passar na entrada, e do nada eu comecei a ficar empolgada com a situação e o rapaz fazendo o esforço enorme pra entrar naquela merda. Quando ele conseguiu entrar, ouvimos uns barulhos de passos, e imaginamos que era uma freira entrando no banheiro pra ver o movimento, daí agachamos e ficamos em silêncio pra freira não desconfiar de nada... enquanto isso, ficamos nos bulinando.... fim! (horrível, por sinal)

21 de março de 2011: Sonhei que estava fazendo alguma coisa em algum barco ou lancha, e era de noite. E aí, do nada, um homem aparece onde eu estava e do nada o tempo corre pra algumas horas mais tarde, terminando de fazer algo no barco e o homem me ajudou a terminar as coisas mais rápido. Daí, pra variar, eu começo a ficar empolgada com o sujeito e ficamos nos pegando. Só que, uma hora, ouvindo uns passos e bem de longe uma voz, era o meu pai me procurando. Comecei a ficar desesperada, querendo me esconder de qualquer jeito porque eu estava quase que nua e sabia que não daria tempo de me vestir e aparecer pra ele vestida a tempo, e o cara catando as nossas roupas espalhadas por todos os lados. Só que aí, meu pai me achou... viu a minha situação e as roupas espalhadas... fez uma cara de que ia me dar uma porrada bonita... e na hora que ele ia falar alguma coisa, terminou o sonho.

26 de março de 2011: Sonhei que estava em uma Porto Alegre, só que nada de acordo com a realidade da cidade, mas sabia que era lá porque em um monte de lugar que passava estava escrito o nome da cidade. Acho que era eu, a Bia e a Thaysa (colegas minhas de colégio) e estávamos achando a entrada de um shopping que era bem estranho por sinal. Daí, depois que entramos, fomos andando mais pra frente, e descobrimos que era metrô-shopping porque quase passamos pela catraca pra entrar no metrô. Como a gente não ia pegar o metrô e queríamos passear no shopping, voltamos atrás, só que, quando viramos pra trás, vimos um comboio enorme de policiais vindo em nossa direção. Viramos novamente pra frente da catraca, e vimos uma multidão de funcionários do metrô, todos enfileirados, que nem quando vai começar uma guerra medieval. E a gente começou a ficar desesperadas, porque estávamos bem no meio dos dois, sem saber quando ia começar os tiroteios... até que alguém atirou primeiro... pronto! Foi uma correria do caralho.... e os policias com os funcionários nem aí se tinha civíl ou pessoas que não tinham nada a ver com a história, saiam atirando pra tudo quanto é lado. E eu me rastejando que nem largatixa, procurando algum canto pra me esconder, e as minhas duas colegas, locas-locas-locas, ficaram andando no meio do tiroteio tranquilamente, como se nada estivesse acontecendo... e eu gritando pras duas sairem de lá, e que já iam tomar bala na cara e essas coisas, mas elas nem me ouviam... e eu comecei a ficar muito angustiada por elas... e aí me deu uma louca de querer bancar a salvadora e saí correndo que nem uma retardada atrás delas pra puxar elas pela blusa e sair do shopping arrastando elas. E terminou assim.

28 de março de 2011 (1): Sonhei que estava num colégio interno de freiras, e que eu queria conversar com as pessoas, mas ninguém queria me ouvir, ou faziam de conta que eu nem existia. As vezes eu perguntava umas coisas e viravam a cara, ou fingiam que me ouviam, mas dava pra ver que estavam pensando em outras coisas, menos prestando atenção em mim. Daí, eu consegui fugi por algumas horas do colégio, e o mesmo aconteceu nas ruas... comecei a ficar deprimida, chateada e triste, e voltei pro colégio pra subir no lugar mais alto e me matar. Fiz mor escândalo enquanto estava subindo, dizendo que ia me matar e tal, mas ninguém se importou. Algumas pessoas ouviram o que eu falei, mas faziam pouco caso. E terminou assim.

28 de março de 2011 (2): Sonhei que estava numa balada na casa de alguém... casa o caralho, era uma mansão enorme, com um quintal enorme e um terreno maior ainda pra estacionar, sei lá, dez ou mais carros, e no fundo tinha uma piscina enorme também. Enfim... era final de tarde, e eu conhecia a maioria das pessoas, mas ninguém tava a fim de conversar comigo, quase a mesma palhaçada do sonho anterior no quesito "ninguém se lixava pra mim". Daí, meio deprimida, fui andando meio que pra fora da casa e vi uma casinha menor, parecia a casa do caseiro, e fui lá pra ver se tinha alguém ou se tava abandonada. Aí, do nada, aparece a Dalcira (uma outra colega minha do colégio) dizendo que a festa estava um saco e que viu dois carrinhos de picolé não sei onde, e que ia pra cidadezinha que ficava bem de frente pra vender, dizendo ela na falta do que fazer, e ficou me enchendo pra ir junto com ela, só que, não sei por quê, precisaria ir de biquini. Daí eu aceitei e falei que ia me trocar e que já voltava. Entrei na suposta casa do caseiro, a princípio vi que não tinha ninguém, e entrei no banheiro pra trocar de roupa. Na hora que estava tirando a roupa, vi uma mulher me espionando, e eu logo abri a porta e ia dar uma esculhambação nela, até que ela me interrompe: fica quieta que meu marido tá vindo, e você tá fudida! Primeira coisa que pensei que ele ia achar uma falta de respeito, ia me dar porrada e espancar a mulher dele. Daí, não sei como consegui conversar com o homem, não sei que desculpa dei, mas o convenceu de que não sou ladra, não sou uma filha da puta e que a mulher dele nada tinha a ver com isso. Daí, quando eles foram embora, fui tentar vestir o biquini, e eis que me aparecem dois rapazes, pareciam irmãos, e estavam me espionando e viu toda a discursão que tive o casal. Perguntei umas coisas pra ele, me responderam de boa, vi que eles não iam me forçar a nada, comecei a ficar empolgada (pra variar). Percebi que os dois estavam se "batendo" enquando estavam me vendo, e eu acabei me "agraciando" por um deles. Fiz com que o outro que eu não quis nada saisse do recinto, levei o que eu queria pra um quarto e fizemos "coisinhas". Fim!

30 de março de 2011: Sonhei que estava em alguma balada e que eu morava sozinha. Daí, a Alessandra (outra colega minha de colégio) me aparece do nada lá, encoxa em mim por trás e pergunta no pé do meu ouvido se eu ia ter visitas amanhã na minha casa. Como não sabia o que ela queria, falei que não e por quê, daí ela falou sensualmente que iria dormir lá em casa amanhã. Na hora eu não falei nada e até gostei da palhaçada, mas depois eu fiquei me falando em como estava fudida e por quê eu aceitei isso, porque até nos sonhos eu não gostava dela, rs. Daí acho que fui dormir no que seria, supostamente, na casa da minha mãe, mas eu tinha o meu próprio quarto. Estava dormindo de boa, quando aparece a família real inglesa, só que a constituição familiar era o Príncipe Charles e a Hillary Clinton como casal, e um casal de filhos pequenos. Enquanto o Príncipe Charles e seus filhos estavam se curtindo num quintal enorme ao ar livre, a Hillary Clinton simplesmente me aparece no quarto e fica me tarando! Eu tava morrendo de sono e nem tava prestando atenção no que ela estava falando e fazendo, mas sei que ela estava muito atacada. Daí, quando eu tomei consciência, eu tomei mor susto e perguntei o que ela estava fazendo no meu quarto. Ela falou que está tirando férias com a família, só que estava ficando muito entediada com o marido e que queria ir naquela noite dormir lá em casa pra fazer "coisinhas". Eu fiquei meio confusa e me levantei. Perguntei umas coisas a respeito de sua vida sexual com o marido, e ela me respondeu de boa, mas não lembro exatamente as perguntas. Depois do interrogatório, eu comecei a ficar empolgada e joguei ela na cama... já não me basta a bizarrice de sonhar com uma figura famosa, ela ainda estava vestida de um maiô com estampa da bandeira dos Estados Unidos, quase parecida com a Mulher Maravilha. E pra ficar mais bizarro ainda, eu fiquei beijando ela da cabeça aos pés, e quando eu ia começar a fazer oral nela, adivinha: tinha um buraco bem no meio do maiô dela propositalmente. HAUAHUAHAUHAAUHAHAUAHAHUAHAUAHUHA! Só eu mesma pra sonhar umas merdas dessas... e terminou assim!

Sobre esse último sonho.... na hora do sonho, eu tava gostando pra caramba... até depois de ter acordado, fiz "coisinhas".... mas, depois que parei pra pensar nisso... ARGH!!!!!!!!! Eu fiquei com asco! Ela não é um tipo de mulher que me atrai... e vestida daquele jeito... hauahuahuhauahuahauhauahahuah... acho que, na real, ia começar ter uma crise de risos e não ia conseguir fazer mais porra nenhuma!
E... só consegui lembrar exatamente das datas graças ao twitter! Ele está sendo um ótimo rascunho de sonhos, pra depois eu lembrar qual era o sonho e descrever melhor por aqui. Não foram todos que twittei que lembrei, mas em sua grande maioria, sim, lembrei.
Mudando de assunto agora... depois de ter visto no submarino, já esgotado, o "Jogo da Vida FELIZ", e achando que era uma edição super-hiper-mega limitada e que nunca ia achar isso de verdade, eis que achei numa Ri Happy do Shopping Market Place, e fiz uma compra conjunta com a Mari. É engraçado o jogo, mas acho que vai ser mais engraçado ainda se jogar com mais pessoas.
A Mari me falou de um show que vai ter do Pato Fu lá no Auditório Ibirapuera no dia nove de abril. Não fiquei nada empolgada porque vai ser a gravação do DVD do álbum "Música de Brinquedo", do qual não gostei muito. Porém, depois fiquei pensando: "eu SEMPRE quis ver um show do Pato Fu, quase não procuro isso direito, quando eu acabo sabendo já passou, e provavelmente eles nunca mais vão fazer um show que todas as músicas ou mais de 50% do show seja composta por músicas que eu conheça, então, vamos logo nesse então! E aproveitar que é de graça!". Fiz um esforço danado pra acordar a tempo de sair correndo de carro pra chegar um pouquinho antes do horário de abertura da bilheteria pra não pegar uma fila tão grande (na verdade foi o Marcelo que me acordou, basicamente, faltando dez minutos pro horário que combinei). E ainda bem que chegamos meia hora antes... se não, íamos ficar na fila até não sei que horas e talvez com chances enormes de não conseguir mais os ingressos. Sorte que cada pessoa podia pegar um par, e eu ainda fui cagada de querer ver os nossos assentos e ficar decepcionada pelo meu par de ingressos ter ficado longe do par de ingressos que o Marcelo pegou, e a mulher, vendo a minha situação, trocou pra nós e nos colocou juntos (he-he-he, aprender a ser "esperta", rs).
E... é isso!
Só uma última observação: deve ser um saco conviver com uma pessoa que não te inspira a nada, e que nem se move pra fazer coisas pra sí mesma. Acho que agora entendo um pouco mais essa "repulsa" que causo em algumas pessoas.

Ouvindo: Yoko Takahashi - Zankoku na Tenshi no These (do anime "Neon Genesis Evangelion", que nunca vi)

terça-feira, 8 de março de 2011

Sessão médicos

Quarta-feira vou fazer a sessão "marcação de consultas médicas". Mil anos depois, marquei um otorrino, pra ver se ainda tem jeito de ajeitar essa porra desse nariz (se eu pudesse, juro que eu jogava fora o meu nariz). Tentarei marcar ginecologista, porque estou com "pobremas"... e tentar marcar oftalmologista pra ver se aumentou o grau e fazer receita de óculos e lentes (tentarei usar lentes só pra poder usar óculos de sol, he-he-he) (a trouxa). E vou pensar na possibilidade de marcar dentista também, porque não tenho convênio odontológico e dinheiro não brota no chão, e muito menos no meu cú.
Odeio ir em médicos, fazer consultas e essas parafernálias todas... mas... paciência.
E estou tão ociosa que, não tem coisa mais idiota e "sem amigos" pra fazer que ficar respondendo a perguntas formuladas do formspring, huahauhahauhauhuhahauhauha.
Hoje (pra mim ainda é segunda, então é hoje, rs) sonhei com uma coisa tão ruim, mas tão ruim que meio que acordei chorando... não foi bem as cenas em si, mas a sensação, meio que um flashback e a angústia que sentia por dentro no sonho que me deixou angustiada por fora (do sonho). Estou simplesmente sem o mínimo saco pra descrevê-lo, porque ele é meio complexo e comprido se for contato em mínimo detalhes, e... se é pra falar do sonho, que fale direito ou nem fale (optei a segunda opção).
E... pra variar, desregulei meu sono... mas tá foda porque quero fazer algumas coisas pelo dia, mas meu sono tá me acabando e não tá me deixando sair de casa direito, rs.
E... é isso!

Pensando em: Seal - Kiss From a Rose (descobri recentemente o nome da música e quem canta)

domingo, 6 de março de 2011

Lendo a descrição do blog...

Percebi que... desde que criei essa joça, eu continuo com o mesmo estigma da descrição: vida virtual de blogs e real de solteira. Será que é praga? rs

terça-feira, 1 de março de 2011

Relendo posts antigos

Fiquei relendo uns posts (exatamente de três anos atrás), e vi como eu mudei (pra pior, eu acho).
Comentei de sempre cortejar muito as pessoas e acostumarem mal por isso... que eu cortejava muito no começo, mas que depois eu cansava e não fazia mais, e aí que as pessoas viam reclamar, alegando que eu não amava mais ou estava deixando de amar...
Acho que ainda não deixei de cortejar, mas está bem menos romântico que antes... aliás, faz tanto tempo que não faço isso que, agora que recomeço com isso, nem sei se estou fazendo de mais ou de menos... e muito menos se isso vai durar por mais tempo ou menos tempo...
E também comentei que achava que estava desgostosa da vida por nunca ter sido bastante cortejada ou mimada como eu faço (ou fazia) com as pessoas... não sei se isso ainda vale, mas que é bom ser cortejada, é!
Também reclamava muito das pessoas pedirem muita "atitude" e nem ligarem para as "palavras", ou seja, só querem ver porque o processo visual é muito mais rápido e fácil de assimilar e ingerir que ouvir palavras, que te obriga a pensar o que ele significa, em que sentido e tudo mais.
Bem... não sei se cheguei ao cúmulo de conseguir apenas processar coisas visuais, mas admito que a minha "inteligência" anda muito abaixo da minha normalidade e tendo mais dificuldades de processar falas e palavras, ou seja... decresci drasticamente (o que é uma pena, pois me "orgulhava" muito disso).
Reclamava muito também na preguiça dos outros tentarem entender as reações alheias, de tentar não machucar muito as pessoas ao seu redor, pensarem ao falar de um jeito mais suave e menos agressivo, e essas coisas... percebi que, quanto mais você vai se desiludindo com a humanidade, essa "compreensão" da reação alheia vai ser tornando menos importante, e acho que isso já acontece comigo, uma outra coisa que é uma pena eu ter perdido (não sei se rio ou choro).
E, a reclamação mais recorrente naqueles tempos... de querer que as pessoas me compreendam um pouco... eu ainda desejo isso, mas já caiu mais a ficha de que, foda-se os outros, ninguém quer perder seu tempo em compreender alguém que depois, vai sumir da sua vida. Tantos problemas pra resolver, tantas outras coisas pra curtir e viver, pra quê compreender alguém? Fora que, mesmo que você queira, ninguém poderá te compreender 100%... acho até que nem 50% alguém poderá te compreender. Então, já estou tentando me livrar deste princípio...
E... diante dessa análise de antes e depois... vejo o quão estragada estou ficando... o quanto estou me deixando levar por essa vida "capitalista" e medíocre que essa "sociedade" leva (menos o de querer me enriquecer e tentar isso a todo o custo).
As vezes eu realmente me enojo... parece que eu perdi identidade e caráter... todo aquele papo de "humanista, pacífica e solidária" já foi uma boa parte pro saco... minha "autenticidade e integridade" já foram corrompidas. Eu tenho quase certeza que, pessoas que perdi contato quando era adolescente, se me vissem e me conhecessem no agora, diria que eu mudei muito, exceto por três coisas: meu pessimismo, minha baixa auto-estima e meu complexo de inferioridade.
É....
É realmente triste ver que você está se tornando uma besta ao quadrado em centéssima potência, e não um ser humano normal com um pouco de inteligência.

Hoje é o dia!

De me sentir mal!
Vi um filme chamado "Hu Die (Butterfly, em inglês)" que fala de uma professora casada que acabou conhecendo meio que do nada uma garota e começou a gostar dela, e durante o filme ela fica relembrando constantemente da primeira garota de quem ela namorou e toda a trajetória presente: o gostar, o receio, o marido e a filha, a família, etc.
E... óbvio, eu já vou estragar o filme... ela resolve se separar do marido e vai viver com a garota, e brigar judicialmente pela guarda da filha. E daí veio um detalhe muito idiota e, pra ser bem sincera, inútil, mas, sei lá... mesmo sendo fictício, me deixou mal... a professora tem em torno de trinta anos, e a garota com quem ela vai morar junta tem vinte e três. A professora, como o próprio nome diz, tem profissão... a garota cantava em barzinhos e ganhava uns trocados, mas com esses trocados ela conseguiu alugar uma casa e comprar um berço pra filha da professora (porque o resto da casa foi mobiliada com móveis achados na rua), ou seja, a moleca se matou de cantar em botequinhos chulepas pra dar conforto, pelo menos pro bebê... ou seja, ela se virou pra se manter e tentar trazer a mulher pra casa dela...
E aí... me recorreu novamente toda aquela ladainha da qual já recebi até esculhambação da minha mãe...
E fiquei caçando no fundo do poço da minha memória quando é que eu quis trabalhar alguma vez na vida sob a minha vontade... acredita que foi nenhuma vez?
Mentira... só uma vez... com a produtora dos meninos lá da faculdade... só!
Na lotérica eu só trabalhei pra provar pra minha mãe que consigo as coisas e que não era "tão" vagabunda assim. Na controladora de mídia só trabalhei porque a minha ex ficava me enchendo muito pra eu procurar trabalho, que eu não fazia porra nenhuma, pra parar de ser vagabunda (segunda mãe, basicamente). E... é isso!
Por que, meus senhores, eu não tenho a mínima vontade de trabalhar? Eu realmente não queria ser assim... não mesmo! Mas, sou!
Aliás... acho que eu não queria ser um monte de coisas... eu não queria ser vagabunda, não queria ser preguiçosa, não queria ser burra, não queria ser folgada, não queria ser um encosto pros outros, não queria ser estúpida, não queria ser iludida, não queria ser besta, não queria ser covarde, não queria ser medrosa, não queria ser acomodada, não queria ser um papagaio ambulante (falo tanto que fico até falando sozinha quando estou na rua, já passei várias vergonhas de pensar alto e pessoas ao meu redor olharem pra mim com uma cara estranha), não queria ser consumista, não queria ser gastona, não queria ser essa pessoa que meio que gosta de luxo (não exijo e não reclamo quando não tem, mas admito que gosto do bom e do melhor), não queria ser fresca, não queria ser egoísta, não queria ser feia, não queria ser tão largada, não queria ter essa cara de "macho", não queria ser mimada, não queria ser só emocional, não queria ser tanta coisa...

*cansei

Pensando em: Emilie Simon - The Frozen World

Não posso me esquecer...

...que a declaração de amor mais linda que uma pessoa pode receber é dormir e acordar de mãos dadas.
Fico vendo essas coisas em filmes e fico assim, toda borocochô. Malditos filmes!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Setlist da fossa nacional MPBista

Cássia Eller - O Segundo Sol
Cássia Eller - Por Enquanto
Cássia Eller - Relicário
Zélia Duncan - Catedral
Adriana Calcanhoto - Devolva-me
Marisa Monte - Dança da Solidão
Marisa Monte - Para Ver as Meninas
Lulu Santos - Apenas Mais Uma de Amor
Eliana Printes - Os Presentes

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Aventuras em Paraty

Falei que não ia mais pra Paraty, mas acabei arranjando um jeito de marcar logo a revisão e fui pra lá na noite de sexta-feira.
Tanto a ida como na volta, deram exatamente as seis horas de viagem certinho, com direito a paradas pra fazer xixi e beber/comer alguma coisa, mesmo na volta termos pegado um trânsito dos infernos desde a chegada em Caraguatatuba e toda a extensão da Estrada dos Tamoios.
Saímos às onze da noite e chegamos às cinco da manhã. Nosso hotel era um barco, exatamente esse:



Esse é o Tocorimé Pamatojari



E lá tem tudo... quarto com umas doze camas (seis beliches), banheiro masculino e feminino, cozinha, tinha água doce pra tomar banho e a água não era ralezada, mas, é claro, você não pode ficar abusando e usando como se estivesse tomando banho em casa, mas, burra como eu sou, nem esperava isso.
Sábado a tarde (porque de manhã todo mundo estava bordado de sono, óbvio), nadamos no mar, onde o barco está ancorado mesmo, e depois fomos em terra-firme pra conhecer uma cachoeira que, sinceramente, esqueci o nome.



Uma parte da cachoeira, que dava pra ficar "skibundando" ou "surfando"


Essa é a parte que a gente nadou



Depois de ter recebido xingos de um flanelinha filho da puta nessa cachoeira só porque não quis dar nenhum tostão pro infeliz, fomos conhecer um pouco a cidade, mas eu esqueci de tirar fotos (ppppppfffffffffffff). E, de novo, xingada, agora por uma pedinte só porque eu tinha dinheiro pra pagar meu sorvete e nenhum pra dar pra ela.
Iríamos voltar pro barco só pra gente tomar banho, se arrumar pra depois voltar pra cidade pra ver a badalação, mas chegando lá, ficamos tão morgados e tão cansados que resolvemos jantar e jogar conversa fora no barco mesmo.
E... éramos pra ter ficado no barco mesmo... foi a vista e a noite mais bonita que já vi nessa vida... aliás, vimos a Lua aparecendo logo quando o sol se pôs... vimos ela crescer atrás de uma serra/montanha, e cresceu muito rápido, foi impressionante!
O céu estava super limpo, e parecia que as estrelas e a Lua ficam mais brilhantes e maiores por lá. Como minha câmera é de celular e nem flash tem (pobre), então fiquei devendo a foto do céu mais bonito que já vi na vida.
Domingo, íamos velejar um pouquinho num barquinho bem minúsculo, daqueles que só anda empurrado pela força do vento, e que só entra no máximo duas pessoas... só que deu pau na hora de montar ele e tivemos que desistir da brincadeira. Íamos aproveitar que os barcos da marinha tinham ido tudo acompanhar os outros barcos que estavam participando do Carnamar 2011. É tipo um pré-carnaval e tinha um concurso de barcos mais enfeitados e essas coisas, com premiação em dinheiro. Daí, enquanto estávamos tomando café, vimos essas coisas medonhas:



O começo da passeata


Ohhh a marinha...


Ilha dos Cachorros... com seu reggae e erva!


Um tosco aí, rs



Eu tirei bastante fotos de barcos específicos, mas depois que fui ver que, usando o zoom do meu celular, ele pixeliza tudo, ou seja, não dá pra ver porra nenhuma.
Ah! No sábado fomos "enquadrados" pela marinha... porque o barquinho que levaria a gente pra terra-firme tava meio zoado (diz a lenda que o barquinho se chama "Renascer", porque ele já afundou umas duas vezes, e ressuscitaram ele por falta de opção e dinheiro pra comprar outro barquinho melhor), aí fomos de bote e o mesmo estava sem descrição de que navegação pertencia.



No momento do "enquadramento"


Esse é o nosso capitão do bote!


Depois do café-da-manhã, e do furado velejar, resolvemos arrumar nossas coisas e irmos fazer algo em terra-firme e depois, se mandar direto. Enquanto o povo todo estava acompanhando as embarcações enfeitadas em alto-mar por aí, estávamos tirando sarro dos bonecos que montaram no cais:



Nóis enchendo o saco dos bonecos, rs


E o cais vazio, vazio... só esses três que perderam a viagem do Carnamar 2011 e estavam chorando por ter perdido a "festança" em alto-mar, rs



Fomos conhecer uma praia que esqueci o nome também, que é do lado da parte histórica de Paraty, nos banhamos um pouco nele, e depois fomos conhecer o antigo forte de Paraty (que não tirei fotos também, rs). Depois fomos almoçar em plena quatro da tarde, só daí irmos embora. Saímos às cinco da tarde e chegamos em São Paulo às onze da noite.
E... foi isso!



See ya!

Cada coisa idiota que me acontece

Ontem, estava eu vendo MTV, estava passando "Acústico MTV Cássia Eller". Daí, no meio da história, eu começo a chorar... por que? EU SEI LÁ!!!!!!
Nem era, e nem sou fãzona dela... só gosto de algumas músicas desse cd e já ouvi bastante ele, mas nada ao ponto de chegar nessa tremenda idiotice.
*coisas que não tem explicação

Como uma música da própria diz:

"Explicação... não tem... explicação... não tem, não tem."
Cássia Eller - O Segundo Sol

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Loucuras escrito em uma noite qualquer

"Uma pessoa que não tem a mínima vontade de trabalhar, e até agora não ver sentido nisso, fora as instruções já pré-estabelecidas de: ganhar dinheiro, ter bens e se manter viva nesse mundo... que tipo de ser eu sou então, que não ver sentido em nada? Acho que, de tudo que me orgulhava, das coisas que tenho ou fiz, não passam de meras superficialidades, apenas isso. Hoje, a lua estava tão bonita e brilhante, banhava até meu corpo com o seu brilho, mas hoje me privei desse privilégio, não quis ser gentil com ela (me desculpe lua)... só queria me achar no meio desse monte de carne encolhida."

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Desânimo total!

Ia viajar pra Parati (Rio de Janeiro) com o meu carro, mas depois de ir trocar o óleo do motor e as pastilhas de freio do meu carro, descobri que preciso urgentemente levá-lo a uma concessionária pra fazer revisão por conter peças fundamentais a serem trocadas. Ia hoje (quinta-feira) com a Clícia e o Sep, mas depois disso, eu já me desencantei e vou ficar por aqui mesmo, porque tenho certeza que essa revisão vai sair muito cara, e só de pensar que vou ter que gastar horrores com esse carro (pior que são gastos necessários), nem quero mais sair pra gastar dinheiro em lugar nenhum.
E depois disso tudo, fiz uma pesquisa minuciosa de possíveis carros que eu poderia ter futuramente... porque tá começando a me dar muita mão-de-obra o meu celtinha bonitinho e raro... pior que gosto muito dele... mas, se essa revisão sair quase no valor do que eu gastei no ano passado, eu desisto, vou querer despachar ele.
E... é isso! Sete horas da manhã, e eu acordada ainda... e esse 200º post muito inútil e "imprestativo" para um post tão "comemorativo" como esse.
Ppppppfffffffffff!!!!!!!!!!!

Pensando em: desânimo

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Só pra desabafar um pouco

Eu não sei o que acontece comigo...
Eu só estou tendo desejos enormes de me sentir mal, de querer chorar, de me auto-flagelar fisicamente e mentalmente... sumir do mapa por dias, semanas, meses, anos... ou ficar enfurnada aqui em casa sem fazer nada (mais do que já está)... sumir do planeta Terra ou dessa dimensão... tomar banho de chuva na varanda de casa e passar bastante frio até onde eu aguentar... encher a cara até vomitar tudo que tenho dentro do meu estômago, ou comer até passar mal... fumar vários cigarros até começar a me dar uma puta dor de cabeça... raspar minha cabeça e perder as poucas madeixas que tenho e que acho tão bonito (e uma das coisas que me deixa um pouquinho mais "feminina")... querer pegar estrada e ir pra qualquer lugar, sem saber bem pra onde ir, onde vou parar...
Como seria deixar a minha mãe doente sem saber do meu paradeiro? Acho que só ela e mais meia dúzia de pessoas se importariam com a minha ausência... e acho que ela ficaria morrendo de preocupação no começo, mas depois de algumas semanas iria se acostumar com a minha ausência total e iria me esquecendo aos poucos...
Bem... meus planos de morrer que nem uma indigente no Japão foi pro saco por causa da tatuagem... mas, quem sabe um dia eu bote logo isso em prática?
Percebi agora que, vivo reclamando que não boto as caras pro mundo... mas eu sou tão pé no chão (leia-se grudada na terra, em suas raízes) que só viajo sozinha pra lugares que já fui ou conheço muito bem ou tem pessoas que eu conheça no local, ou alguém que vai comigo e que conheça o lugar, ou seja... assim não vou pra canto nenhum!
Preciso comprar o Homunculus 11, que já deve estar nas bancas há anos e eu, uma alienada no mundo, só fui saber uns dias atrás pela net.

*Uma hora e meia depois

Fiquei vasculhando coisas velhas que tenho guardado, e percebi que, todas as cartas que lembro de ter recebido de pessoas inconvenientes, mandei tudo pro lixo (pensando que ainda estivessem com eles), e coisas que agora queria ter deixado guardado eu já toquei fogo... não tenho quase nada de ex-namoradas/ex-ficantes/ex-alguma coisa que teve comigo... dá até pra citar de "tanta" coisa que tenho... só tenho uma foto, um cartão de "te amo" e um envelope do que seria um cartão de aniversário (porque o cartão em si mandei pro inferno).
Tenho guardado um cartão de uma estagiária de professora que, meu deuses, é do tempo da onça! Na época que eu era retardada e pequena (continuo retardada, mas um pouquinho menos que antes), era apaixonada por ela, então ficava encantada com tudo que ela fazia, e um dia, ela me pediu emprestado um conjunto de lápis de cor que tinha de, sei lá, vinte e quatro ou trinta e duas cores diferentes que tinha ganhado da minha mãe e levava direto pro colégio... e eu lembro que fiquei meio em dúvida em saber o por que do pedido, mas emprestei de qualquer forma... depois de algumas horas ela me devolve os lápis e uma folha de papel dobrado que, a princípio, estava escrito meu nome na frente, todo coloridinho e desenhadinho... e quando fui abrir pra ver, ela tinha me desenhado! Tudo bem que ela me desenhou como toda menina ou mãe gostaria que fosse uma "menina decente": de vestido, com os meus cabelos de cuia (ou tigela, como vocês preferirem), com um cenário de fundo meio estranho, tipo lua, com uns anjos nos cantos, meio pintura de Michelangelo versão noturna feito à lápis de cor. Apesar de toda flufluzisse... o desenho é bonito... ela desenhava bem... e aquilo me deixou mais apaixonada ainda por essa bendita... e no final do ano, que ela não seria mais nossa estagiária, fez um cartãozinho pra cada pessoa da sala, com o desenho de sua pessoa. Eu já sabia como eu iria ficar no desenho dela, mas fiquei suspirando de qualquer forma, tanto que até agora guardo essa joça, rs.
Depois que cresci, vendo esses desenhos novamente, fiquei muito em dúvida sobre a pessoa em si... achei muito estranho alguém se encantar tanto por uma garotinha que nem eu, com cara de japa safada, que só ficava aprontando na sala, e eu era mor molecona mesmo... acho até que antes, eu era mais macho que sou agora... porque eu era muito brava... se alguém mexesse comigo, eu não media nenhum esforços pra ir discutir ou querer brigar mesmo, não importava se era menina ou menino... eu era foda (de pentelha mesmo).
Daí, não lembro como, um rapaz do prédio onde eu morava conhecia a tal ex-estagiária e não lembro se comentou comigo sobre ela... sei lá.... e não sei como eu consegui entregar pra ela as lembranças que a própria tinha feito pra mim.. acho que devo ter pedido pro rapaz entregar... não lembro mais... é uma das inúmeras incógnitas da minha vida... e depois ela pediu pro rapaz me entregar as lembranças de volta e um envelope com uma carta... fiquei surpresa quando recebi a carta e comecei a ficar pensando merda do tipo "será que ela é?" (coisa de gente bem retardada mesmo). Enfim... no fim, tomei no cú porque um dia encontrei ela na rua sem querer, e trocamos algumas palavras, mas ela saiu do local tão assustada que imaginei que fiquei com muita cara de "psicopata tarada" e ela não queria ver a minha cara nunca mais... não sei se foi por isso, mas nunca mais nos vimos.
Cara... como eu sou uma merda! Nem pra manter antigas amizades eu consigo...
= /
Que nem um dia que conheci uma garota que tinha o mesmo nome que eu, e o sobrenome começava com a mesma letra que o meu... eu fiquei fascinadíssima por isso... e quis fazer amizade com ela... tanto que, quando vim pra São Paulo de férias, eu me encontrei com ela, e vimos até um filme no Santa Cruz (owwww, o Shopping Santa Cruz já existia)... e na hora de ir embora, eu deixei a mina no mor vácuo, mas não lembro como foi... e depois desse episódio, eu vacilei com ela ligando em uma hora muito inoportuna pra ficar falando da minha dor-de-cotovelo (leia-se recebi um chifre)... e percebi que a garota ficou muito incomodada com as coisas que eu falava e por estar atrapalhando ela em alguma coisa... e depois disso tomei um semancol e nunca mais quis falar com ela, de vergonha.
E recentemente, fui procurá-la em facebooks ou no próprio google da vida, só pra saber como está as coisas pro lado dela... única coisa que pude ver é que ela mexe com design, e parece que está muito bem de vida profissionalmente.
E também descobri quem era a outra menina que tinha o mesmo nome que eu e fazia também rádio e tv lá na faculdade... a mina toca numa banda, que não sei o que eles tocam, é baixista e parece ganhar o seu sustento com isso. Não sei se ela trampa em algo na área, fora ser baixista de banda, mas pelo menos ela parece mais concretizada e feliz com as suas escolhas (ao contrário da minha pessoa). Eu era a Pucca pros professores... ela, eu não sei que apelido ela tinha, ou só chamavam pelo nome mesmo, e eu, a mais idiota e pra diferenciar a outra, fui apelidada por Pucca.
Enfim...
Uma das professoras que me contou isso e depois me perguntou toda envergonhada se eu fiquei com raiva disso... não me deu raiva... só fiquei surpresa por saber disso... nunca ia imaginar que um grupo de professores me colocaria apelidos em um lugar tão grande e que passa tantos alunos diferentes e mais interessantes, e mais inteligentes que eu... eu era uma maria-ninguém naquela faculdade... e continuo sendo, menos pra aquele grupo de professores, naquela época.
Só por isso eu uso um pendedor de celular da Pucca, que peguei de empréstimo eterno da Mari, rs.
Falando em Mari... dei mor mancada com ela no domingo... porque tinha combinado de irmos pro Ibirapuera com o Marcelo e a Naomi, só que eu simplesmente esqueci de mandar mensagem pra ela no sábado e no domingo... e só fui lembrar quando eu já estava lá... e como achei que ia ficar muito em cima da hora e não ia dar pra aproveitar mais nada se ela chegasse daqui uma hora depois que eu mandei mensagem, eu acabei nem chamando mais. Ela ficou chateada... óbvio... mas... o que eu posso falar? Eu esqueci mesmo... mancada minha... e relaxo meu né? Enfim... pedi desculpas, mesmo sabendo que não seria muito útil pra ela...
Aliás... ela esqueceu uma presilha em casa... se tive procurando por essa presilha, está aqui em casa... depois te devolvo (óbvio, a não ser que eu esteja muito afetada mentalmente e queira usar a sua presilha que, por sinal, nem é nada "cuti-cuti", pra não falar ao contrário).
Falei com a minha mãe esses dias via webcam, e uma das primeiras coisas que ela me falou foi: você está gorda... seu rosto está muito redondo!
Nada como uma palavra sincera da sua mãe, portanto... se existe alguém que me queira, saiba que estou GORDA!!!!!!! (e assim desiste de me querer, rs)

*DESABAFO NON SENSE
EU QUERO QUE AS PESSOAS SE IMPORTEM COMIGO, PELO MENOS ALGUMAS POUCAS VEZES NA VIDA! (simplesmente leiam e ignore, é só uma coisa idiota que sempre quis gritar, rs)

Como diria alguém... pronto! Já disse!
Ha-rá!
rs

E... voltando aquela parte de ler cartas e coisas velhas que as pessoas já me deram, lembrei que foi a Sheyla que me deu o negocinho lá que você pendura no batente da porta pro vento bater nos negocinhos pra fazer barulho (é que esqueci o nome disso, rs)... e que ela escolheu o sol pra iluminar minha vida... o que importa é a intenção!

*se matando de rir

Na verdade, estou rindo pra não chorar... não que eu esteja com "inveja" dela... eu fiquei até contente por ela conseguir o emprego num lugar bom e melhor ainda sendo fora do Brasil, uma bela oportunidade de conhecer pessoas diferentes e totalmente incomuns do que você já está acostumada a ver, e conhecer outros mundos, outros ares... ela, que já penou tanto... já se fudeu horrores amorosamente, e não foi nada feliz nos empregos que já arranjou na vida... agora, está tendo a vida que queria... pelo menos ela está feliz! Ela e mais a metade do mundo (Naomi se inclui nisso)...
Aliás... falando nela... está aí, uma pessoa que não me deixa diabética por ser uma pessoa feliz (leia-se realmente feliz) e não é aquelas crentes a la Amélie Poulain (em Cristo, rs) que soa uma felicidade mega falsa... e, como já comentei uma vez por aqui... nunca conheci alguém que irradia uma vontade de viver tremenda, como se o último dia de vida fosse hoje e aproveita o máximo que pode, e que tem vontade de fazer tudo, aprender tudo, ver tudo, sentir tudo, experimentar tudo que existe nessa vida. Eu tenho "invejinha" dela, confesso, mas... ao contrário dela... não faço nada pra mudar esse meu estado vegetativo-depreciativo-deprimente de minha vida.
Ah! E quando eu perder o trauma pós-tatuagem-dor-tremenda-que-nem-sei-como-aguentei, vou fazer esse desenho:



Bem a minha cara, de coitada... mas, Amaterasu (é o nome dele) é bem mais bonito e bem mais forte que eu... e provavelmente, muito menos idiota e burra que eu...



Pensando em: amor

Lista musical da fossa de hoje

Ludov - Dois a Rodar
Ludov - Da Primeira Vez
Ludov - Princesa
Pato Fu - Imperfeito
Pato Fu - Um Dia Um Ladrão
Pato Fu - Canção Pra Você Viver Mais
Pato Fu - E o Vento Levou
Pato Fu - Nunca Diga
Pato Fu - Ninguém
Pato Fu - Perdendo Dentes
Pato Fu - Sobre o Tempo
Pato Fu - Tolices
Eliana Printes - Os Presentes
The Delgados - I Fought The Angels
Dee Joy - Trust Me

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Pensamentos vagos... só pensamentos...

Desde semana passada ando pensando muito em me jogar em algum lugar desconhecido fora do Brasil e tentar me virar sozinha. Na verdade, a intenção não é de "me virar sozinha", mas sim de sentir na pele a merda que deve ser você estar em um lugar que não fala português, não entender nada que os outros falem, não ter dinheiro, nem lugar pra dormir, nem onde e o que comer... me sentir na merda. E isso continua persistindo... será que é um "chamado divino" pra que eu faça isso?
Eu não quero ficar me fazendo de coitada pros outros... mas as vezes, a angústia é mais forte que qualquer orgulho que eu tenha de mim (se é que isso ainda exista em mim).
Mas, é claro.... nunca chegarei a fazer isso... como quase nada na minha vida faço o que eu falo... sou muito cagona pra fazer essas coisas...
Se eu tivesse coragem, com certeza... estaria condenada a prisão perpétua ou a morte em cadeira elétrica lá nos Estados Unidos.
As vezes eu queria mudar o meu mundo... mudá-lo completamente, virar de cabeça pra baixo e organizá-lo do zero... mas a minha acomodação não me desgruda, e fico vegetando nessa vida.
Que coisa triste, não?

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Coisas que não entendo até hoje

Por que, de vez em quando, eu tenho essa enorme vontade de me punir fisicamente? Eu realmente não sei da onde eu aprendi que posso me "purificar" um pouco fazendo coisas que menos gosto como, sentir dor física.
Eu ODEIO essas coisas... simplesmente ODEIO!!!!!!! Mas... vem... eu querendo ou não...
Que chatice viu?

*cara de cú

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

"O Arco" de Kim Ki-Duk

Foi o coito mais poético que já vi na minha vida (por enquanto). Apesar de ter me dado raiva por ter sido o velho que "coitou" a menina, mas foi bonito, admito.
E por causa de um coito poético, me fez sentir mal... (normal)
Depressão pós-filme, rs.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Descoberta infeliz

Descobri porque gostava tanto da minha ex...
Porque ela simplesmente me dizia tudo que eu tinha ou precisava fazer... era muito cômodo pra mim, que já não tinha rumo pra nada, alguém chegar na sua vida e falar que você precisa fazer isso e aquilo, e que iríamos pra tal lugar ou outro lugar, que eu precisava fazer tal coisa ou outra coisa... acho que um dia, as pessoas cansam de "guiar" outras pessoas... e talvez por isso ela começou a dar de louca pra eu ficar de saco cheio e dar um capote nela, e como isso não aconteceu, ela mesmo resolveu fazer as farras dela e sair fora.
Isso é apenas uma teoria do por quê aconteceu daquela forma o término que, pra mim, parece válida, mas... nunca saberei realmente o motivo. E... sinceramente... a essa altura do campeonato, nem quero mais saber da verdade... mas, pelo jeito... continuo milabolando os motivos... coisa de quem não tem o que fazer...
Enquanto isso... meu primo está vendo o jogo do corinthians lá na sala, rs.
Ele que ir tomar café da manhã lá na Galeria dos Pães amanhã.... agora nem dá pra recusar mais, ele estando aqui em casa e dormir aqui pra justamente irmos pra lá juntos... pppppfffffffff...
Estou naquele básico momento que quero estar no fundo do poço... ficar mal, down... mesmo não tendo motivos nenhum pra isso... mas, vou ficar na minha e ver se isso passa logo...
As vezes acho que tenho algum problema psiquiátrico por causa dessas "fases" de querer ficar pra baixo e querer me afundar mesmo pra tentar passar logo isso... e que precisaria de verdade de remédios... mas também não quero ficar tomando remédios a vida inteira (e nem temporariamente, rs)... então... vou ficando...

Reclamando de barriga cheia

As pessoas viajam... tem suas vidas feitas fora do Brasil e adoram isso...
E eu continuo estagnada aqui na minha casinha...
Por quê não me vêm visões divinas ditando a minha estrada de vida? Ou pelo menos uma pista delas...
= /

Sentimentos chatos

Hoje me senti inútil e burra...
Inútil porque sou uma inútil mesmo desde nascença... e burra porque ando ficando muito burra intelectual-culturalmente falando.
Me sinto como uma moleca-patricinha-mimada que não consegue fazer mais nada a não ser ficar na net vendo sites de humor, entrando em redes sociais, postando coisas inúteis e sem conteúdo profundo ou prestável, saindo em shoppings ou em qualquer lugar onde o consumismo reina e me fazendo render por essas coisas meio inúteis, comprando coisas desnecessárias de uma forma muito demasiada.
Eu precisava fazer alguma coisa pra ocupar minha cabeça, mas nada me chama atenção ou me instiga.
É... o negócio tá feio... minha mãe que o diga (ter que ficar sustentando uma filha inútil de vinte e quatro anos que é simplesmente uma vagabunda, rs).

Ouvindo: Músicas japonesas aleatoriamente

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Rodando e gastando que nem madame por aí...

Na quarta fui na Sample Central e peguei quase todo o estoque que eles tinham de doces FINI. Não sei se foi falta de opção ou porque eu gosto tanto dos produtos deles que peguei tudo que podia, rs.
Depois que saí de lá, resolvi passar no "Iritsu Tattoo e Piercing" só pra saber mais ou menos quanto ia sair a minha tattoo dos kanjis do meu sobrenome... e vendo que o tatuador estava fazendo nada e eu não tinha mais nada pra fazer, acabei fazendo a tattoo mesmo na hora.
Meu... doeu HORRORES!!!!!!! Eu não sei como eu aguentei... chegou uma hora que eu tava sentindo tanta dor que não estava conseguindo fazer minhas pernas pararem de tremer (hauhauahauhauahauha, rir pra não chorar), e toda hora o cara me perguntando se eu estava bem e se dava pra aguentar mais um pouco (porque antes de começar, já tinha avisado pro cara ter paciência comigo porque eu sou muito fresca com dor).
Saí de lá do meu pescoço pra cima toda dolorida (pescoço, nuca, minha boca, de tanto ranger os dentes), e pra fazer os curativos nesse lugar, sozinha... é simplesmente um saco! Ficar fazendo as coisas segurando um espelho pra olhar onde você vai botar a mão, os cabelos enchendo o saco, e a tattoo toda melada... affff... mas... paciência, rs.
Na quinta, fui com a Naomi ver "De Pernas Pro Ar". O filme é mor engraçado e comédia-comédia mesmo, não uma tragicomédia que nem "Divã" (rs), e depois fomos comer no "Xodó Paulista".
Sexta, acho que não fiz nada... eu não lembro mais.
Sábado, também não lembro o que fiz...
Domingo fui no Tempo Zu Lai com a Naomi... fomos mais cedo (em torno de 9:30am, 10:00am), almoçamos por lá, ficamos fazendo nada por lá, e depois fomos rodar e apreciar um pouco o ar-condicionado do Shopping Eldorado, rs. Vimos um bagulho de você entrar dentro de uma bolha de plástico, encher ela de ar com você dentro e depois te jogar numa piscina meio grandinha de água. Tinha gente que não conseguia sair do lugar, cansava e nem fazia mais nada, outros tentavam andar até acabar o tempo, outros faziam de conta que era uma cama elástica enclausurada, então só ficavam tentando correr pra se jogar e rolar lá dentro ou pra pular, outras tentavam andar, viam que não conseguiam sair do lugar e começavam a chorar. Ficamos horas dentro de uma loja de brinquedos e mexendo em tudo que podia ver (pra variar, da minha parte, rs), e deixei a Naomi de molho várias vezes querendo ver celulares, coisas de informáticas e jogos de video-game (tadinha, rs).
Segunda, fui pra Galeria do Rock com o Marcelo e a Mari, rodamos aquilo tudo (fazia um tempinho que não ia lá pra olhar as coisas), e acabei comprando uma das coisas mais inúteis que já comprei na minha vida: um fone de ouvido da Skullcandy! E o preço, meu amigo/minha amiga, foi exatamente o mesmo valor que paguei pra fazer a minha tattoo (que não foi nada barato). Comprei também um cd do "Wolfsheim" que também não foi barato, e ganhei um imã de geladeira de uma barata (que era de uma loja de roupa que a Mari comprou algo). Na hora de ir embora, passei no Shopping Santa Cruz pra fazer xixi e jantar, e olha o que eu vi:



Foi com esse livro que eu aprendi a ler e escrever na escola! E a capa não mudou absolutamente nada! Está igualzinha como antigamente!



Bati o olho no livro, voltei ao tempo (ainda bem que só durou alguns segundos, rs)!
E... pra fechar com chave de ouro, uma foto decente:



Uma das únicas fotos que sorri naturalmente e achei que ficou bonito. Pena que a resolução dele é meio baixa, não dá pra ver com nitidez o meu sorriso se ampliar.



Ouvindo: Mika - Lollipop

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Muitos sonhos em um sono apenas

1) Parece que eu morava num tipo de orfanato e a minha mãe morava em outra cidade, e então eu iria sair desse lugar porque a minha mãe comprou um apartamento pra mim e iria morar sozinha na nova casa, daí um dos tutores (se é que posso falar assim) resolveu me dar um tipo de "presente", ele iria me levar pra algum lugar fora daquele ornafato, porque parecia ser um orfanato enclausurado. E durante todo o sonho foi apenas a conversa que estava tendo com esse "tutor", da qual não lembro mais os assuntos. E de vez em quando aparecia um tipo de flashback mostrando o povo lá do orfanato se despedindo de mim e essas coisas.

2) Estava no prédio onde eu morava antes lá em Manaus, e eu tinha acabado de chegar lá depois de muito tempo, e fui cumprimentar a Lúcia (uma porteira que trabalhava lá), mas ela não me reconheceu logo de primeira porque estava tudo escuro, mas depois que ela conseguiu ver meu rosto, me deu mor abraço e tal. Daí, as caixinhas de correspondências estavam totalmente fora de ordem, e perguntei pra ela qual delas é do meu apartamento, e ela me indicou onde era, e falou que deixaram coisas estranhas nela. Fui verificar... tinha umas fotos estranhas, que toda vez que virava do avesso, mostrava outras fotos no mesmo papel. Eram fotos de pareciam ser rituais de satanismo, com pessoas todas encapuzadas dos pés a cabeça com um pano preto, tipo as roupas do Ku Klux Klan, e gente toda pintada de preto, alguns chicoteando outros até sangrar, outras com tochas acessas, outras prendendo pessoas numa cruz invertida e essas coisas, mas nas fotos, dava para ver que eram apenas encenações, ou seja, um tipo de teatro, mas pareciam tão reais que assustavam. Daí, fiquei vendo as outras caixinhas, em várias delas tinham máscaras parecidas com as das fotos que tinha acabado de ver, não só as máscaras, mas também as velas pretas, potinhos de ceras de velas e essas coisas. E daí, não sei porque, isso me lembrou de alguma coisa a ver do colégio onde eu estudei, talvez porque reconheci o local das fotos, lembrava bastante a quadra de esportes que tem lá, e chutei que essa tal encenação tenha acontecido lá.

3) Estava no colégio onde eu estudava, mas estava bem diferente, parecia um castelo medieval com um pátio externo de frente pro colégio enorme. Fiquei andando toda abestalhada pelo tamanho do lugar, e de repente, vi uma menininha, japinha, vendendo mangás em cima de uma lona azul extendida no chão. Fui em direção dela pra perguntar umas coisas e quando ia falar com a menininha, a Renata (uma colega minha que estudou comigo) veio falar comigo, só que pedi pra ela me esperar um pouco e perguntei pra menininha se as freiras ou funcionários do colégio nunca pegaram ela vendendo essas coisas, porque na minha época não podia vender nada dentro do colégio, ela respondeu que nunca teve problema, e perguntei se alguém da família trabalhava dentro de alguma editora que venda mangá pra ela ter coleções fechadas em boas condições, e ela falou que o pai dela que trabalhava em uma e era dele que ela pegava os mangás. Depois me afastei dela e fui cumprimentar a Renata meio que andando pelo pátio, até que paramos perto de uma escadinha bem estreita e indo pro subsolo, e de lá saíram mais colegas minhas que estudaram comigo, sendo que uma delas, meio que ainda com recentimento da minha pessoa depois de tantos anos, nem respondeu ao meu "oi" e ainda virou a cara. Só que aí, o pessoal meio que não estavam muito empolgados com a minha presença e foram andando sei lá pra onde, me deixando no vácuo, e eu acabei indo pro outro lado, sem dar "tchau" e nada.

4) Estava andando em um bairro meio estranho, mas não sei explicar o quê de estranho. Cheguei numa ruinha bem estreitinha e cheio de casas coladas umas nas outras, e em uma delas, tinha um monte de cachorros no micro-quintal da casa, e um dos cachorros parecia ser bem bravo (era um pastor alemão bem peludo e muito sujo). Ele ficou latindo pra mim, e eu morrendo de medo, mas mesmo assim fui tentar uma amizade com ele, e ele ficou de boa comigo, querendo até ficar se esfregando em mim, e eu querendo afastar um pouco dele porque ele estava fedendo muito, parecia que não tomava banho há anos. Aí os donos, achando estranho os cachorros latindo muito naquela altura do campeonato (era de noite), foram pra fora ver o que estava acontecendo e, em vez deles acharem super estranho eu estando no meio das cachorradas deles ou ligar pra polícia achando que eu era ladrão, ficaram completamente tranquilos e entraram pra dentro da casa novamente. Daí, a dona da casa e dos cachorros, parecia que precisava sair naquela hora e foi me acompanhando até uma parte do caminho, e o resto do trajeto fui sozinha. Chegou uma hora da caminhada, sei lá porque diachos deu vontade de ficar andando pelas lajes das casas, então subi pelas paredes até chegar na laje de uma das casas e fui andando por cima das casas, de laje em laje, até que acabei caindo dentro da casa de um que estava com a laje toda quebrada. Parei num lugar que parecia um quarto, mas o cômodo era enorme, tinha três camas de casais, e uma estante com uma tv e com vários consoles de video-game, incluindo um nintendinho, e eu fiquei super fissurada em querer roubar ele e os cartuchos, só que não sabia se aquela casa ainda morava gente ou não. Fiquei olhando ao redor do cômodo e me pareceu estar abandonada, apesar de estar mobiliada. Estava de mochila, e tentei roubar o nintendinho, mas depois olhei ao redor novamente, e vi que a casa tinha umas paredes envidraçadas, o que dava pra ver a rua, e já estava claro e muito movimento lá fora, daí desisti com medo do povo olhar eu roubando as coisas e chamar a polícia, e sai de lá por cima, pela laje quebrada e descendo pra rua. E andando pela rua, parecia que ninguém desconfiou de mim, como se eu nem existisse lá.

Sonhos estranhos... tantos sonhos estranhos para uma noite só, acho que isso nunca me aconteceu.
Segunda-feira fui com o meu primo, Mari e Marcelo comer Na Chapa e depois ficamos rodando a cidade a procura de sorveteria aberta em plena onze da noite (sem sucesso, rs).
Terça fomos rodar no Shopping Morumbi, o meu primo a procura de um celular pra comprar, e eu, fissurada (óbvio, rs), querendo jogar no Hot Zone, rs. Depois fomos comer no Ragazzo e o povo veio aqui em casa pra jogar um pouco de Wii.
Basicamente foi isso que fiz no feriado de aniversário de São Paulo (um programa bem digno e típico desta cidade, fizemos fielmente em homenagem à ele, rs).

Ouvindo: músicas japonesas aleatórias