segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Rodando e gastando que nem madame por aí...

Na quarta fui na Sample Central e peguei quase todo o estoque que eles tinham de doces FINI. Não sei se foi falta de opção ou porque eu gosto tanto dos produtos deles que peguei tudo que podia, rs.
Depois que saí de lá, resolvi passar no "Iritsu Tattoo e Piercing" só pra saber mais ou menos quanto ia sair a minha tattoo dos kanjis do meu sobrenome... e vendo que o tatuador estava fazendo nada e eu não tinha mais nada pra fazer, acabei fazendo a tattoo mesmo na hora.
Meu... doeu HORRORES!!!!!!! Eu não sei como eu aguentei... chegou uma hora que eu tava sentindo tanta dor que não estava conseguindo fazer minhas pernas pararem de tremer (hauhauahauhauahauha, rir pra não chorar), e toda hora o cara me perguntando se eu estava bem e se dava pra aguentar mais um pouco (porque antes de começar, já tinha avisado pro cara ter paciência comigo porque eu sou muito fresca com dor).
Saí de lá do meu pescoço pra cima toda dolorida (pescoço, nuca, minha boca, de tanto ranger os dentes), e pra fazer os curativos nesse lugar, sozinha... é simplesmente um saco! Ficar fazendo as coisas segurando um espelho pra olhar onde você vai botar a mão, os cabelos enchendo o saco, e a tattoo toda melada... affff... mas... paciência, rs.
Na quinta, fui com a Naomi ver "De Pernas Pro Ar". O filme é mor engraçado e comédia-comédia mesmo, não uma tragicomédia que nem "Divã" (rs), e depois fomos comer no "Xodó Paulista".
Sexta, acho que não fiz nada... eu não lembro mais.
Sábado, também não lembro o que fiz...
Domingo fui no Tempo Zu Lai com a Naomi... fomos mais cedo (em torno de 9:30am, 10:00am), almoçamos por lá, ficamos fazendo nada por lá, e depois fomos rodar e apreciar um pouco o ar-condicionado do Shopping Eldorado, rs. Vimos um bagulho de você entrar dentro de uma bolha de plástico, encher ela de ar com você dentro e depois te jogar numa piscina meio grandinha de água. Tinha gente que não conseguia sair do lugar, cansava e nem fazia mais nada, outros tentavam andar até acabar o tempo, outros faziam de conta que era uma cama elástica enclausurada, então só ficavam tentando correr pra se jogar e rolar lá dentro ou pra pular, outras tentavam andar, viam que não conseguiam sair do lugar e começavam a chorar. Ficamos horas dentro de uma loja de brinquedos e mexendo em tudo que podia ver (pra variar, da minha parte, rs), e deixei a Naomi de molho várias vezes querendo ver celulares, coisas de informáticas e jogos de video-game (tadinha, rs).
Segunda, fui pra Galeria do Rock com o Marcelo e a Mari, rodamos aquilo tudo (fazia um tempinho que não ia lá pra olhar as coisas), e acabei comprando uma das coisas mais inúteis que já comprei na minha vida: um fone de ouvido da Skullcandy! E o preço, meu amigo/minha amiga, foi exatamente o mesmo valor que paguei pra fazer a minha tattoo (que não foi nada barato). Comprei também um cd do "Wolfsheim" que também não foi barato, e ganhei um imã de geladeira de uma barata (que era de uma loja de roupa que a Mari comprou algo). Na hora de ir embora, passei no Shopping Santa Cruz pra fazer xixi e jantar, e olha o que eu vi:



Foi com esse livro que eu aprendi a ler e escrever na escola! E a capa não mudou absolutamente nada! Está igualzinha como antigamente!



Bati o olho no livro, voltei ao tempo (ainda bem que só durou alguns segundos, rs)!
E... pra fechar com chave de ouro, uma foto decente:



Uma das únicas fotos que sorri naturalmente e achei que ficou bonito. Pena que a resolução dele é meio baixa, não dá pra ver com nitidez o meu sorriso se ampliar.



Ouvindo: Mika - Lollipop

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Muitos sonhos em um sono apenas

1) Parece que eu morava num tipo de orfanato e a minha mãe morava em outra cidade, e então eu iria sair desse lugar porque a minha mãe comprou um apartamento pra mim e iria morar sozinha na nova casa, daí um dos tutores (se é que posso falar assim) resolveu me dar um tipo de "presente", ele iria me levar pra algum lugar fora daquele ornafato, porque parecia ser um orfanato enclausurado. E durante todo o sonho foi apenas a conversa que estava tendo com esse "tutor", da qual não lembro mais os assuntos. E de vez em quando aparecia um tipo de flashback mostrando o povo lá do orfanato se despedindo de mim e essas coisas.

2) Estava no prédio onde eu morava antes lá em Manaus, e eu tinha acabado de chegar lá depois de muito tempo, e fui cumprimentar a Lúcia (uma porteira que trabalhava lá), mas ela não me reconheceu logo de primeira porque estava tudo escuro, mas depois que ela conseguiu ver meu rosto, me deu mor abraço e tal. Daí, as caixinhas de correspondências estavam totalmente fora de ordem, e perguntei pra ela qual delas é do meu apartamento, e ela me indicou onde era, e falou que deixaram coisas estranhas nela. Fui verificar... tinha umas fotos estranhas, que toda vez que virava do avesso, mostrava outras fotos no mesmo papel. Eram fotos de pareciam ser rituais de satanismo, com pessoas todas encapuzadas dos pés a cabeça com um pano preto, tipo as roupas do Ku Klux Klan, e gente toda pintada de preto, alguns chicoteando outros até sangrar, outras com tochas acessas, outras prendendo pessoas numa cruz invertida e essas coisas, mas nas fotos, dava para ver que eram apenas encenações, ou seja, um tipo de teatro, mas pareciam tão reais que assustavam. Daí, fiquei vendo as outras caixinhas, em várias delas tinham máscaras parecidas com as das fotos que tinha acabado de ver, não só as máscaras, mas também as velas pretas, potinhos de ceras de velas e essas coisas. E daí, não sei porque, isso me lembrou de alguma coisa a ver do colégio onde eu estudei, talvez porque reconheci o local das fotos, lembrava bastante a quadra de esportes que tem lá, e chutei que essa tal encenação tenha acontecido lá.

3) Estava no colégio onde eu estudava, mas estava bem diferente, parecia um castelo medieval com um pátio externo de frente pro colégio enorme. Fiquei andando toda abestalhada pelo tamanho do lugar, e de repente, vi uma menininha, japinha, vendendo mangás em cima de uma lona azul extendida no chão. Fui em direção dela pra perguntar umas coisas e quando ia falar com a menininha, a Renata (uma colega minha que estudou comigo) veio falar comigo, só que pedi pra ela me esperar um pouco e perguntei pra menininha se as freiras ou funcionários do colégio nunca pegaram ela vendendo essas coisas, porque na minha época não podia vender nada dentro do colégio, ela respondeu que nunca teve problema, e perguntei se alguém da família trabalhava dentro de alguma editora que venda mangá pra ela ter coleções fechadas em boas condições, e ela falou que o pai dela que trabalhava em uma e era dele que ela pegava os mangás. Depois me afastei dela e fui cumprimentar a Renata meio que andando pelo pátio, até que paramos perto de uma escadinha bem estreita e indo pro subsolo, e de lá saíram mais colegas minhas que estudaram comigo, sendo que uma delas, meio que ainda com recentimento da minha pessoa depois de tantos anos, nem respondeu ao meu "oi" e ainda virou a cara. Só que aí, o pessoal meio que não estavam muito empolgados com a minha presença e foram andando sei lá pra onde, me deixando no vácuo, e eu acabei indo pro outro lado, sem dar "tchau" e nada.

4) Estava andando em um bairro meio estranho, mas não sei explicar o quê de estranho. Cheguei numa ruinha bem estreitinha e cheio de casas coladas umas nas outras, e em uma delas, tinha um monte de cachorros no micro-quintal da casa, e um dos cachorros parecia ser bem bravo (era um pastor alemão bem peludo e muito sujo). Ele ficou latindo pra mim, e eu morrendo de medo, mas mesmo assim fui tentar uma amizade com ele, e ele ficou de boa comigo, querendo até ficar se esfregando em mim, e eu querendo afastar um pouco dele porque ele estava fedendo muito, parecia que não tomava banho há anos. Aí os donos, achando estranho os cachorros latindo muito naquela altura do campeonato (era de noite), foram pra fora ver o que estava acontecendo e, em vez deles acharem super estranho eu estando no meio das cachorradas deles ou ligar pra polícia achando que eu era ladrão, ficaram completamente tranquilos e entraram pra dentro da casa novamente. Daí, a dona da casa e dos cachorros, parecia que precisava sair naquela hora e foi me acompanhando até uma parte do caminho, e o resto do trajeto fui sozinha. Chegou uma hora da caminhada, sei lá porque diachos deu vontade de ficar andando pelas lajes das casas, então subi pelas paredes até chegar na laje de uma das casas e fui andando por cima das casas, de laje em laje, até que acabei caindo dentro da casa de um que estava com a laje toda quebrada. Parei num lugar que parecia um quarto, mas o cômodo era enorme, tinha três camas de casais, e uma estante com uma tv e com vários consoles de video-game, incluindo um nintendinho, e eu fiquei super fissurada em querer roubar ele e os cartuchos, só que não sabia se aquela casa ainda morava gente ou não. Fiquei olhando ao redor do cômodo e me pareceu estar abandonada, apesar de estar mobiliada. Estava de mochila, e tentei roubar o nintendinho, mas depois olhei ao redor novamente, e vi que a casa tinha umas paredes envidraçadas, o que dava pra ver a rua, e já estava claro e muito movimento lá fora, daí desisti com medo do povo olhar eu roubando as coisas e chamar a polícia, e sai de lá por cima, pela laje quebrada e descendo pra rua. E andando pela rua, parecia que ninguém desconfiou de mim, como se eu nem existisse lá.

Sonhos estranhos... tantos sonhos estranhos para uma noite só, acho que isso nunca me aconteceu.
Segunda-feira fui com o meu primo, Mari e Marcelo comer Na Chapa e depois ficamos rodando a cidade a procura de sorveteria aberta em plena onze da noite (sem sucesso, rs).
Terça fomos rodar no Shopping Morumbi, o meu primo a procura de um celular pra comprar, e eu, fissurada (óbvio, rs), querendo jogar no Hot Zone, rs. Depois fomos comer no Ragazzo e o povo veio aqui em casa pra jogar um pouco de Wii.
Basicamente foi isso que fiz no feriado de aniversário de São Paulo (um programa bem digno e típico desta cidade, fizemos fielmente em homenagem à ele, rs).

Ouvindo: músicas japonesas aleatórias

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Sonhos e coisas que aconteceram

Ultimamente ando tendo muita preguiça pra atualizar esse blog, escrever coisas pela net, responder e-mails, comentários e gêneros pros outros.
Vamos comentar sobre sonhos que tive por esses tempos.

1) Sonhei que estava dormindo em casa (não exatamente essa casa que moro agora, mas era um apartamento também), e acordei muito assustada porque vi a Naomi e a Mila (uma amiga da Naomi) dentro de casa, sendo que não lembrava de ter aberto porta pra ninguém e lembrar que a casa estava toda trancada... não sabia como ela entraram... acho que depois elas me explicaram como entraram, mas no sonho, elas falavam da mesma forma que os adultos falavam nos desenhos do Snoopy, ou seja, não entendia porra nenhuma ou não queria entender mesmo, rs. Daí, não sei como e porquê, me perguntaram se a Luana (uma menina que trabalhava comigo lá na Ágape) também morava aqui e que andar, mas eu não sabia informar. E terminou assim. Pppppffffffff!

2) Sonhei que estava num parque aquático diferente que ensinava como funcionava as coisas que a gente comia e bebia. Você entrava num negócio que parecia uma boca, que ia entrando aos poucos água (como se fosse bebida ou saliva), e quando a "boca" ficava meio cheio de água, aí vinha alguma coisa pra fazer você cair num túnel que seria a garganta, e depois não sei mais pra onde vai o caminho, porque pra mim, no sonho, estava num video-game, onde o meu objetivo era chegar lá no fundo da boca (mas não cair na garganta) pra entrar numa portinha bem escondida que era um tipo de sala da adminstração, e eu tinha que pegar alguma coisa lá que não lembro o que era, e eu só consegui entrar na sala porque conhecia o dono ou alguém que trabalhava lá. Daí, entrei na sala, peguei o bagulho, esperei que a água diminuísse, e saí sem me molhar, e não sei porque, fiquei esperando algo do lado de fora, sentada numas cadeiras que pareciam ser cadeiras de fila de espera, e ao meu lado um monte de pirralhada sentada nas cadeiras também. Acho que na sala eu peguei uns doces pra comer depois que saísse de lá, e uma criança qualquer que ia entrar no parque chegou perto de mim e me deu um puta doce (que não faço a mínima do que era, só sei que vinha numa embalagem bonita e era meio grandinho), aí fiquei toda feliz por ter ganhado o doce, e bem na hora que tava recebendo o doce da criança, aparece a minha ex, e ela ficou me olhando feio, como se eu tivesse tirando o doce da criança. Sei que falei "oi" ou algo assim e ela respondeu só com um "oi" também, e não lembro mais o que aconteceu depois disso.

Eu não queria mais ter sonhos com a minha ex, mas vira e mexe acontece isso. Dá uma má impressão de que ainda tenho algum resquício de sentimento por ela inconscientemente (mas conscientemente isso está totalmente fora de cogitação).
Mudando totalmente de assunto... eu fiquei comentando tanto pra Naomi que tinha mor vontade de experimentar o Guaraná Jesus (do Maranhão), que ela meio que ficou caçando onde poderia vender refrigerantes diferentes aqui em São Paulo e lembrou de um lugar que ela já foi, no Tubaína Bar. Daí, naquele dia que a gente tentou ir no último Noitão do Cine Belas Artes e que não deu certo do bar também, alguém que trabalha lá dentro do bar meio que viu o twitter que a Naomi deixou reclamando que não tinha conseguido entrar porque tinha muita gente, e falou pra passar em meio de semana que era mais vazio e que ela ia ganhar um refrigerante de 600ml. Quando foi na quinta-feira, fomos lá e finalmente entramos naquela budega (rs). Comemos lá e finalmente experimentei o Guaraná Jesus, com a facada de oito reais uma garrafinha pet de 200ml, mas paciência. Eu criei tanta expectativa nela que no fim me decepcionei... huahauahauahauhauahauhauahauah...
Eu não sei porque, e pelo jeito só eu senti... eu sentia um gostinho, bem no fundo, de algum tempero que usa pra cozinha... sei lá... tipo coentro, pimenta-do-reino ou algo assim (que sou péssima pra saber gostos de temperos), e por isso eu acabei não gostando muito... mas pelo menos eu experimentei e matei as minhas lombrigas da curiosidade e vontade, rs.
Meus horários pra dormir nesse fim de semana foram bem bagunçados... estava dormindo de manhã, e acordando no final da tarde... mas na sexta, eu acordei super cedo, não sei porque e de sexta pra sábado nem dormi direito, só fui dormir depois das nove da manhã, e acordei em torno de oito da noite... dormi tanto que nem dormi de sábado pra domingo, e aproveitei que estava meio "elétrica", chamei a Mari e o Marcelo pra irmos pro Zu Lai almoçar... e fomos...
Puta merda meu... a comida deles é MUITO BOA!!!!!!! Muito gostosa!!!!!!!! Comi dois pratos de pedreiro, sem brincadeira! Fora a sopinha rala de legumes (duas vezes) e mais um copo de chá quente. Também, depois, eu só comi alguma besteirinha (mais pra noite) e só! Me sustentou quase o dia inteirinho. Depois do Zu Lai fomos pro Decatlon.... que tem bastante coisas esportivas, e de tudo quanto é tipo... desde coisas de acampamento, roupas esportivas, sapatos, coisas pra lutas, golfe, hipismo, etc... rodamos aquele troço todo e ainda levei uma camiseta (só pra não dizer que não comprei nada, hauahuahauhauahau), mas foi barato (pelo menos).
Depois, quando cheguei em casa também... só fiz tomar banho e puft! Acho que fui dormir era umas sete ou oito horas na noite... e hoje acordei mor cedo (que merda, rs), tipo seis e meia da manhã.
E... pra fechar esse post bem bonitinho... olha que coisinha mais bunitinha que ganhei:






Ouvindo: Russian Red - Loving Strangers

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Devaneiros delirantes

Tô ficando muito ociosa... e no ócio, fico procurando coisas que não devia procurar ou imaginar coisas que não devia pensar... e começo a me deprimir e delirar com umas coisas que acabo concluindo por mim mesma... mas isso fica só pra mim mesma... tem determinadas coisas que nem vale a pena compartilhar.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Destino me odeia?

Ultimamente nada anda dando muito certo (e muitos D's nessa frase, rs).
Sexta-feira, eu e a Naomi tentamos ir ver a última sessão do noitão do Cine Belas Artes... às nove da noite, já tinha esgotado os ingressos. Então, tentamos ir no Bar Tubaína pra tentar experimentar o Guaraná Jesus... tava tão cheio, tão cheio que tinha até uma filinha de espera de três grupos na nossa frente... desistimos! Nossa programação foi basicamente andar que nem uma barata tonta perto da Paulista, e comer no Mc Donald's (super nutritivo, hauhauahauhauahauh).
Sábado, eu, meu primo e minha tia tentamos ir comer no Outback de Moema... tava tão cheio que tinha uma fila de espera de quarenta e uma pessoas e sem previsão de tempo de espera... fomos jantar no Nanako, gastando mais do que o esperado, eles morrendo de fome e ainda tivemos que esperar um pouquinho porque tinha uma fila de espera (pra variar) de três pessoas na nossa frente... mas a gente entrou e comeu! E ganhamos uma vista linda de um rato enorme (quase uma ratazana geneticamente modificada de tão grande e gorda que era) passando de dentro do restaurante para a rua (sinal que o rato comeu muito bem!). E na volta, logo que vimos um rapaz entrar no Starbuck's, tentamos entrar pra comprar um fraputtino ou algo assim... exatamente na nossa vez, que não faziam nem trinta segundos que o rapaz entrou, o cara fechou as portas na nossa cara e disse que já tinha encerrado.
Hoje, eu e a Naomi tentamos ir no Bar Tubaína e ver filme por dois reais no Cine Belas Artes... choveu bem na hora que a gente tinha combinado de se encontrar e aí, quando São Paulo chove, fode tudo... a Naomi ficou mor tempo parada esperando o trem e o metrô... e aí miou... acabei jantando por lá e depois fui embora... e depois de quatro horas que a Naomi conseguiu chegar na casa dela.
É isso aê... por esses dias... só desgraças!
Ah! Outra coisa... voltei a engordar... só comendo porcaria e nem saindo de casa pra nada, dá nisso... estava tão contente por estar nos meus 53kg, é a famosa "dieta das festanças" invertido... porque normalmente as pessoas engordam quando chegam perto das festas de final de ano e durante, pra depois começar a fazer dieta... a minha dieta foi ficar menos gorda antes e durante as festas, e engordar só depois... hauhauahauhuahauahuahauauah.... bela bosta!
E andei comprando tantas coisas... que tenho que parar com isso... só no submarino já comprei umas três vezes esse mês... basicamente livros (não muito instrutivos, mas tudo bem) e cds. Comprei também secador de cabelo bem tosco e fraco da Philips, e aparelho pra raspar cabelo xing-ling da vida. Fevereiro não posso gastar com mais nada!
Completei a série "Clic", de Milo Manara, e comprei a série completa de "Bórgia" (quadrinhos eróticos também). Minha próxima meta é tentar ter todas as HQs em português do "Estranhos no Paraíso", problema é só desembolsar por eles, porque são muito caros as coisas dessa HQ aqui no Brasil.
Enfim.... sem mais delongas.

Ouvindo: Talking Heads - Psycho Killer

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Vi em algum perfil do Leskut...

"Amor líquido X Amor sólido... na era de relações minadas pela sociedade capitalista, o amor sólido se dilue na liquidez das relações de interesse."
(Zygmunt Bauman)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Leituras úteis (ou não)

Comecei ler hoje "Memórias de uma Gueixa", e já no começo, ele me deixou meio depressiva... do jeito que é contado a história... achei meio triste... mas talvez no meio pro final não deva ficar assim... óbvio... é mais um livro "happy end".
Depois de ter lido quase cinquenta páginas (isso é muito para uma pessoa que nem eu, rs), fui ler os "Estranhos no Paraíso" que troquei... e me deixou mais deprimida ainda. Acho que por isso eu gostei tanto dessa HQ.
Depois dessa overdose de leitura, vou tentar terminar aquela porcaria daquele livro que me falta um capítulo ou menos pra terminar, o "Wake - Despertar".
É só isso.

Delírios momentâneos

Há tempos atrás, mas bem atrás mesmo, escrevi pra alguém algo assim:

"Quero seu amor... pra ter algo a cuidar..."

Logo depois, mandei um trecho de uma música do Skank que acho particulamente ridícula, mas tudo bem, é o que veio na cabeça:

"Vamos fugir... pra outro lugar baby... vamos fugir..."

Depois de muito esperar, escrevi:

"..."

E após anos sem receber uma resposta, nem um "ai"... conclui:

"Tudo bem, deixa pra lá..."



(gostaria muito de saber quem canta e o nome da música que escuto esse momento... é japonesa velha, pra variar, mas ela me remete uma coisa muito triste e a única parte que acho que entendo mais ou menos da letra é "omoi dasu nowa"... que deve ser algo que está muito pesado fisicamente ou pesado de fardo... e isso sempre me remete a alguém que deva estar muito cansada de viver, e que viver está sendo um fardo enorme que essa pessoa está carregando há anos... e que, só agora, no momento da música, essa pessoa se livrará desse fardo e, quem sabe, seja feliz finalmente... menos pra quem fica e tenha sentimentos com essa pessoa... ou seja... uma pessoa muito querida indo embora desse mundo. Acho isso muito triste... tudo muito triste...)

Um Grito Distante

Às vezes imagino
Que de tudo vou desistir
Um emprego comum conseguir
Algum título para meu nome seguir

Algum dia estarei
Frente a um espelho a ver
Seu rosto se desvanecer
O mesmo sentimento a me acometer

Acho que sempre serei
Seu lado que nunca irá ganhar
Seu outro sapato sem par
Um blues que na madrugada vem tocar

É um mistério, pra mim, o amor
O sonho de um perdedor

Esses dias todos passei
Desejando ser quem fui febrilmente
Tomar o ônibus mágico novamente
Tentar estar sempre presente

Meu rosto assustado
É só uma lembrança de quem vim a conhecer
Uma pista que vem lhes dizer
O que eles têm a perder

Acho que sempre serei
Seu lado que nunca irá ganhar
Seu outro sapato sem par
A tristeza que à noite vem te chamar

É um mistério o amor, sim
Um grito distante, pra mim

(Retirado da HQ "Estranhos no Paraíso - Inimigos Mortais", de Terry Moore)

Conturbada desde ontem

Ontem, meio que sem noção do volume que estava a música, as minhas risadas e tudo que passava de som no pc, acordei o velho que mora abaixo de mim, ao ponto de às 4:00am ele vir bater a porta de casa e reclamar horrores do barulho que estou fazendo, falando inclusive que da próxima vez ele vai ligar pra polícia e sei lá mais o que ele pode fazer.
Estou mal e assustada até agora... também estou com raiva do velho, mas sei que não tenho a mínima razão pra estar assim porque ele está coberto de razão. Mas, sei lá... acho que foi tão repentino e tão inesperado isso que tô assustada até agora, não estava esperando nada disso. Depois de ter olhado pra cara dele e tentado me explicar (sem sucessos) e conseguido falar apenas "me desculpe", e ele pouco se fudendo com o que eu estava tentando falar, eu quis chorar muito com tudo isso, mas não consegui. E essa sensação ruim de ter passado vergonha e de ter acontecido isso continua.
Hoje, pra tentar me distrair um pouco, fui na Sample Central (porque tinha que ir mesmo), troquei o "Estranhos no Paraíso" que ganhei da Mari, e no meio do caminho ainda parei num sebo de cds e comprei cinco cds (dois das Spice Girls, Roxette, Silverchair e No Doubt), e achei numa drogaria perto do Pão de Açúcar perto da Paulista o desodorante que eu usava e não estava achando mais em nenhum canto, também já estoquei ele, comprei logo três de uma vez. Ainda passei no Center 3 pra jantar e depois fui embora pra casa de busão... seria melhor ter ido de metrô, mas não sei porque, resolvi ir de busão, naquele futum da porra porque tava chovendo e todas as janelas estavam fechadas, mas... enfim... paciência.
Cheguei em casa... me deu uma vontade de fugir... sei lá... pegar o carro e ir pra qualquer lugar, outra cidade, pagar um hotel caro e depois de dormir horrores, ir embora pra SP. Só não fiz isso porque já gastei tanto hoje que não ia rolar gastar mais ainda com uma coisa inútil como essa, como se as coisas que comprei hoje não fosse inútil também, mas... enfim...
Essa bosta de ontem ainda está na minha cabeça e estou me sentindo incomodada de dormir na minha própria casa... bem estranho e esquisito isso... mas é o que acontece.
Vou tentar bolar alguma coisa pra essa semana... de repente, arranjar algum lugar que eu possa parar meu carro e dormir lá dentro do carro mesmo, ou ir em algum Graal da vida e dormir no estacionamento deles, dentro do carro... sei lá...
Falando nisso... hoje, na frente do Center 3, veio um carinha falar comigo... eu não sei de onde ele vem, mas não era brasileiro, falava espanhol e veio pedir dinheiro pra poder se hospedar em algum lugar ou se ele poderia se hospedar em casa mesmo, porque ele estava sem dinheiro algum e não conhecia a cidade. Ele veio falar comigo de boa, mas, sei lá... fiquei com receio de alguma coisa acontecer, e falei que não tinha muito dinheiro, e que nem poderia hospedar ele porque morava com os meus pais, e não conhecia ninguém que eu poderia indicar pra ele poder dormir porque eu tinha me mudado pra cá faz pouco tempo. Uma mentira atrás da outra... mas fiquei com pena dele... era um mochileiro perdido na Paulista. Mas aí, depois fiquei pensando: tá, se eu fosse bondosa e trouxesse ele pra cá... ele ia ficar aqui até quando? Se, de repente, eu pegasse aqueles caras "parasitas-folgados", jogando uma desculpa dessas e no fim, era só pra aproveitar da minha boa vontade e ficar por aqui até... a eternidade?
Eu sou muito cagona pra essas coisas... depois fiquei meio mal, podendo ter ajudado ele de outra forma... mas... agora... já foi!
Voltando ao cenário "casa"... depois de ter comido coisas mais saudáveis... me baixou o espírito do demônio e resolvi me depreciar... comendo porcarias, tomando cerveja ruim da porra... quem sabe eu já não apele pra misturar coisas? Tomar licor! E, se continuar assim, cigarros será meu próximo passo... aí eu jogo todas as bitucas na varanda do velho de baixo... HA-HA-HA-HA!!!!!!! E farei questão de jogar os filtros doss cigarro também na varanda do velho!!!!!! HA-HA-HA-HA!!!!!
Acho que estou tão borocochô que vou ficar é ouvindo músicas depressivas e, no máximo, me auto-flagelando, sei lá de que forma.
Sei lá...
Foda-se!

Ouvindo: Roxette - The Look

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

E mais saideiras!

Então.... hoje, depois de dez dias, vou dormir na minha caminha, em casa.
Hhauhauahuahauauahauhaauhauhauhahau.
Sério... estou há dez dias dormindo fora!
Depois do chalé, acabei ficando em Tucuruvi até sexta, e já imendei pra praia com a Mari, Marcelo, Juliana e o Thiago.
Não fizemos quase nada, mas foi legal... deu pra descançar, apesar do calor da porra que estava. Só vimos gente "bonita" e abaixou o espírito "sem amiguices" em alguns momentos, eu no netbook, Mari no Playstation 2, o Marcelo que se "apossou" do meu Nintendo DSi, o Thiago com o seu PSP e a Ju que bordou bonito na cama, rs.
Só jogamos "Jogo da Vida" e jogos de "sem amigos". Ficamos um pouco na praia e andamos na parte mais badalada da praia a noite, vendo as barraquinhas que vendiam coisas e tomando sorvete, e comendo pizza ao som de músicas do tempo da sua avó (com direito a um tiozinho que se apossou do microfone e não quis mais largar, e a mulher atrás tentando tirar o microfone da mão dele).
Algumas imagens que dizem por sí só:


Ou seja, não encha meu saco!




Belo exemplo de "gente bonita".


Opa!


Visão do inferno!!!!!!!!!


Oi?


Alguns itens que esqueci de comentar do post anterior:

- Mais um vocabulário muito utilizado no chalé, e o mesmo continuou na praia: "Ae ow fresco boiola!!!!!!"
- Coelhar foi um verbo muito discutido entre eu e a Naomi e que acabou se propagando pelo resto dos dias no chalé pelas pessoas que estavam presentes lá, juntamente com o botom que ganhei de vários coelhos bonitinhos por todo o botom.
- Determinadas coisas que só o Superpop nos oferece... Léo Áquilla, depois de sua cirurgia facial, deu uma entrevista pro programa, ainda todo enfaixado, e me solta isso: "Sabe quando eu descobri que eu era gay? Dentro da barriga da minha mãe, enquanto ela estava grávida de mim... quando ela tossia, soltava GLITTER..." (no more comments)

Só tem mais uma coisa que queria comentar, mas não agora porque já fiquei de saco cheio de escrever aqui, mas pra me lembrar... tenho que falar da Débora e a super-mega-merda coincidências que descobrimos.
Fim!

Pensando: músicas de boi-bumbá (que deprimente, rs)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Diário do "Feliz Natal" e "Feliz Ano Novo" atrasado!

Então né? Esses tempos foram tão corridos que simplesmente não tive tempo de atualizar isso aqui. Nem sei mais por onde começar...

- Dias vinte e dois e vinte e três fiz freela lá no pet shop da Lapa, e no último dia, parece que incorporou o "espírito natalino" nas pessoas, e ganhei gorjeta sem nem ver a cara da dona, chocolate e um pão-de-mel em formato de árvore de natal. Não sei se é falta de costume de ganhar coisas de pessoas desconhecidas ou que você só viu uma ou duas vezes na vida, mas foi legal, eu gosto de ganhar coisas, rs.

- No dia vinte e quatro, viajei pra São José dos Campos, passar o natal na casa dos pais da Naomi. Ia no dia vinte e três, mas cheguei na casa da Naomi, fiquei tão cansada, tão podre e tão morta que acabei apagando na casa dela e fomos pra lá só no dia seguinte mesmo, rs. Foi legal porque conheci os pais dela, a Brisa (uma labradora do irmão dela)... que por sinal, é tão bunitinhaaaaaaaa!!!! Conheci o quarto dela e uma parte das tranqueiras dela. Fiquei tempos olhando os quilos e quilos de livros que ela tem (porque eu só gosto de olhar livros, ler que é bom, nada! rs) e as pencas de dvds, e brinquei muito com a Brisa, que começou a ficar tarada depois que ela inventou de querer "pimbar" comigo em pé e de frente pra mim (rs). E a Naomi me levou para uns parques e shoppings que tem por lá. E, o que era pra ter voltado no dia vinte e seis, acabamos indo embora no dia vinte e oito (acho que ela gostou de ser minha co-pilota, ha-rá! rs).

- Trabalhei nos dias vinte e nove e trinta, e foi normal, muito atarefada e nunca dando conta de fazer tudo sozinha e tendo ajuda do povo lá do pet shop. Obviamente, cansada e podre. E dessa vez não abaixou o "espírito ano novístico" nas pessoas, não ganhei nada a não ser minha grana do freela.

- No ano novo, passei na casa da Naomi, que ela ia ficar sozinha e trabalhando em casa, daí eu trouxe as sobremesas e ela fez a janta (o que fiz ela ter mais trabalho que sossego, rs), mas foi legal! Só na casa dela comeria uma lasanha de salmão com espinafre, hauhauhauahauhauha (mas ficou muito bom!). E as bebidas alcóolicas foram pro saco, mas, de menos.

- Dia dois de janeiro fomos eu, Naomi, Mari e Marcelo para o chalé dos pais da Mari, e, o que era pra voltar ontem (04/01/2011), voltamos hoje (05/01/2011), hehehehehehehe. O chalé é mor bom e gostoso, única coisa que estragou foi que ficou chovendo todos os dias que ficamos lá, então nem deu pra nadar na piscina, nem sair fora do chalé, ainda bem que a Mari levou o Super Nintendo dela, e os jogos de tabuleiro, pra passar o tempo, se não, seria muito tedioso a estadia. Mas deu pra descançar bemmmmm!!!!!!

Resumindo, meus dias foram isso!
Eu sonhei com muitas coisas durante esse tempo e que queria postar, mas agora eu já não lembro mais de nenhuma. E provavelmente tinha coisas que pensei em algum dia pra comentar ou filosofar aqui no blog, mas que também não lembro mais. Única coisa que gostaria de comentar é que: nunca passei tanto tempo junto com alguém como foi esses dias, e que foram ótimos e maravilhosos, e o melhor, não enjooei!!!!! (rs)
Foi bom pra mim, porque não foi nada ao extremo, tudo foi ocorrendo de uma forma natural e serena, sem pressa, sem ansiedade, sem aflições, sem agonias, sem desesperos. É tão bom você conseguir curtir as coisas e as pessoas ao mesmo tempo, e sem nenhum tipo de preocupações. Parece muito sem nexo o que falo, mas eu não consigo explicar melhor isso que sinto. Acho que, em tudo na minha vida foi sempre ou conturbado, ou tudo intenso demais ao ponto de chegar uma hora que fica tudo muito sufocante, ou sempre me dedido apenas a algo específico e esqueço os outros pontos. Estou conseguindo conciliar todos os aspectos importantes na vida de um ser humano de uma forma até que harmoniosa e serena, sem excessos e faltas. Claro que, sempre vou ter problemas com uma coisa ou outra, e sempre algo vai estar de menos e outros, de mais... mas... tá mais ou menos equilibrado, e isso é o que importa, e isso está me fazendo muito bem.
E... eu queria escrever mais e filosofar qualquer besteira, mas tô ficando com muito sono e não tá prestando ficar "de pé" assim, rs.
Só preciso citar fatos, frases ou acontecimentos rápidos que foram engraçados:

- Nunca converso tanto e rio tanto com alguém depois que já estamos preparadas pra dormir quanto está sendo com a Naomi. Isso é bizarro, engraçado e legal ao mesmo tempo.
- A Mari falando no mais alto e bom som que ODEIA Yorkshires e que, se chegasse perto dela, iria chutar o cachorro (com a dona bem pertinho da gente).
- Eu não sei da onde surgiu isso, mas o "dorgas" foi uma palavra que ficou enfatizada para a nossa "micro-aventura-no-chalé".
- Até agora não entendo porque a gente se caga tanto pra ir em algum lugar que não conhecemos e que precisamos pegar estrada. Foi tão de boa tanto pra ir em São José dos Campos como ir pro chalé (tudo bem que o chalé, se eu fosse ir sozinha, ia tomar no cú bonito, por isso fomos seguindo o carro do pai da Mari, rs).

Deve ter mais coisas, mas não lembro mais, pois estou bêbada de sono.

Ouvindo: alguma porcaria que está passando na Kiss FM