quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Setlist da fossa nacional MPBista

Cássia Eller - O Segundo Sol
Cássia Eller - Por Enquanto
Cássia Eller - Relicário
Zélia Duncan - Catedral
Adriana Calcanhoto - Devolva-me
Marisa Monte - Dança da Solidão
Marisa Monte - Para Ver as Meninas
Lulu Santos - Apenas Mais Uma de Amor
Eliana Printes - Os Presentes

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Aventuras em Paraty

Falei que não ia mais pra Paraty, mas acabei arranjando um jeito de marcar logo a revisão e fui pra lá na noite de sexta-feira.
Tanto a ida como na volta, deram exatamente as seis horas de viagem certinho, com direito a paradas pra fazer xixi e beber/comer alguma coisa, mesmo na volta termos pegado um trânsito dos infernos desde a chegada em Caraguatatuba e toda a extensão da Estrada dos Tamoios.
Saímos às onze da noite e chegamos às cinco da manhã. Nosso hotel era um barco, exatamente esse:



Esse é o Tocorimé Pamatojari



E lá tem tudo... quarto com umas doze camas (seis beliches), banheiro masculino e feminino, cozinha, tinha água doce pra tomar banho e a água não era ralezada, mas, é claro, você não pode ficar abusando e usando como se estivesse tomando banho em casa, mas, burra como eu sou, nem esperava isso.
Sábado a tarde (porque de manhã todo mundo estava bordado de sono, óbvio), nadamos no mar, onde o barco está ancorado mesmo, e depois fomos em terra-firme pra conhecer uma cachoeira que, sinceramente, esqueci o nome.



Uma parte da cachoeira, que dava pra ficar "skibundando" ou "surfando"


Essa é a parte que a gente nadou



Depois de ter recebido xingos de um flanelinha filho da puta nessa cachoeira só porque não quis dar nenhum tostão pro infeliz, fomos conhecer um pouco a cidade, mas eu esqueci de tirar fotos (ppppppfffffffffffff). E, de novo, xingada, agora por uma pedinte só porque eu tinha dinheiro pra pagar meu sorvete e nenhum pra dar pra ela.
Iríamos voltar pro barco só pra gente tomar banho, se arrumar pra depois voltar pra cidade pra ver a badalação, mas chegando lá, ficamos tão morgados e tão cansados que resolvemos jantar e jogar conversa fora no barco mesmo.
E... éramos pra ter ficado no barco mesmo... foi a vista e a noite mais bonita que já vi nessa vida... aliás, vimos a Lua aparecendo logo quando o sol se pôs... vimos ela crescer atrás de uma serra/montanha, e cresceu muito rápido, foi impressionante!
O céu estava super limpo, e parecia que as estrelas e a Lua ficam mais brilhantes e maiores por lá. Como minha câmera é de celular e nem flash tem (pobre), então fiquei devendo a foto do céu mais bonito que já vi na vida.
Domingo, íamos velejar um pouquinho num barquinho bem minúsculo, daqueles que só anda empurrado pela força do vento, e que só entra no máximo duas pessoas... só que deu pau na hora de montar ele e tivemos que desistir da brincadeira. Íamos aproveitar que os barcos da marinha tinham ido tudo acompanhar os outros barcos que estavam participando do Carnamar 2011. É tipo um pré-carnaval e tinha um concurso de barcos mais enfeitados e essas coisas, com premiação em dinheiro. Daí, enquanto estávamos tomando café, vimos essas coisas medonhas:



O começo da passeata


Ohhh a marinha...


Ilha dos Cachorros... com seu reggae e erva!


Um tosco aí, rs



Eu tirei bastante fotos de barcos específicos, mas depois que fui ver que, usando o zoom do meu celular, ele pixeliza tudo, ou seja, não dá pra ver porra nenhuma.
Ah! No sábado fomos "enquadrados" pela marinha... porque o barquinho que levaria a gente pra terra-firme tava meio zoado (diz a lenda que o barquinho se chama "Renascer", porque ele já afundou umas duas vezes, e ressuscitaram ele por falta de opção e dinheiro pra comprar outro barquinho melhor), aí fomos de bote e o mesmo estava sem descrição de que navegação pertencia.



No momento do "enquadramento"


Esse é o nosso capitão do bote!


Depois do café-da-manhã, e do furado velejar, resolvemos arrumar nossas coisas e irmos fazer algo em terra-firme e depois, se mandar direto. Enquanto o povo todo estava acompanhando as embarcações enfeitadas em alto-mar por aí, estávamos tirando sarro dos bonecos que montaram no cais:



Nóis enchendo o saco dos bonecos, rs


E o cais vazio, vazio... só esses três que perderam a viagem do Carnamar 2011 e estavam chorando por ter perdido a "festança" em alto-mar, rs



Fomos conhecer uma praia que esqueci o nome também, que é do lado da parte histórica de Paraty, nos banhamos um pouco nele, e depois fomos conhecer o antigo forte de Paraty (que não tirei fotos também, rs). Depois fomos almoçar em plena quatro da tarde, só daí irmos embora. Saímos às cinco da tarde e chegamos em São Paulo às onze da noite.
E... foi isso!



See ya!

Cada coisa idiota que me acontece

Ontem, estava eu vendo MTV, estava passando "Acústico MTV Cássia Eller". Daí, no meio da história, eu começo a chorar... por que? EU SEI LÁ!!!!!!
Nem era, e nem sou fãzona dela... só gosto de algumas músicas desse cd e já ouvi bastante ele, mas nada ao ponto de chegar nessa tremenda idiotice.
*coisas que não tem explicação

Como uma música da própria diz:

"Explicação... não tem... explicação... não tem, não tem."
Cássia Eller - O Segundo Sol

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Loucuras escrito em uma noite qualquer

"Uma pessoa que não tem a mínima vontade de trabalhar, e até agora não ver sentido nisso, fora as instruções já pré-estabelecidas de: ganhar dinheiro, ter bens e se manter viva nesse mundo... que tipo de ser eu sou então, que não ver sentido em nada? Acho que, de tudo que me orgulhava, das coisas que tenho ou fiz, não passam de meras superficialidades, apenas isso. Hoje, a lua estava tão bonita e brilhante, banhava até meu corpo com o seu brilho, mas hoje me privei desse privilégio, não quis ser gentil com ela (me desculpe lua)... só queria me achar no meio desse monte de carne encolhida."

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Desânimo total!

Ia viajar pra Parati (Rio de Janeiro) com o meu carro, mas depois de ir trocar o óleo do motor e as pastilhas de freio do meu carro, descobri que preciso urgentemente levá-lo a uma concessionária pra fazer revisão por conter peças fundamentais a serem trocadas. Ia hoje (quinta-feira) com a Clícia e o Sep, mas depois disso, eu já me desencantei e vou ficar por aqui mesmo, porque tenho certeza que essa revisão vai sair muito cara, e só de pensar que vou ter que gastar horrores com esse carro (pior que são gastos necessários), nem quero mais sair pra gastar dinheiro em lugar nenhum.
E depois disso tudo, fiz uma pesquisa minuciosa de possíveis carros que eu poderia ter futuramente... porque tá começando a me dar muita mão-de-obra o meu celtinha bonitinho e raro... pior que gosto muito dele... mas, se essa revisão sair quase no valor do que eu gastei no ano passado, eu desisto, vou querer despachar ele.
E... é isso! Sete horas da manhã, e eu acordada ainda... e esse 200º post muito inútil e "imprestativo" para um post tão "comemorativo" como esse.
Ppppppfffffffffff!!!!!!!!!!!

Pensando em: desânimo

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Só pra desabafar um pouco

Eu não sei o que acontece comigo...
Eu só estou tendo desejos enormes de me sentir mal, de querer chorar, de me auto-flagelar fisicamente e mentalmente... sumir do mapa por dias, semanas, meses, anos... ou ficar enfurnada aqui em casa sem fazer nada (mais do que já está)... sumir do planeta Terra ou dessa dimensão... tomar banho de chuva na varanda de casa e passar bastante frio até onde eu aguentar... encher a cara até vomitar tudo que tenho dentro do meu estômago, ou comer até passar mal... fumar vários cigarros até começar a me dar uma puta dor de cabeça... raspar minha cabeça e perder as poucas madeixas que tenho e que acho tão bonito (e uma das coisas que me deixa um pouquinho mais "feminina")... querer pegar estrada e ir pra qualquer lugar, sem saber bem pra onde ir, onde vou parar...
Como seria deixar a minha mãe doente sem saber do meu paradeiro? Acho que só ela e mais meia dúzia de pessoas se importariam com a minha ausência... e acho que ela ficaria morrendo de preocupação no começo, mas depois de algumas semanas iria se acostumar com a minha ausência total e iria me esquecendo aos poucos...
Bem... meus planos de morrer que nem uma indigente no Japão foi pro saco por causa da tatuagem... mas, quem sabe um dia eu bote logo isso em prática?
Percebi agora que, vivo reclamando que não boto as caras pro mundo... mas eu sou tão pé no chão (leia-se grudada na terra, em suas raízes) que só viajo sozinha pra lugares que já fui ou conheço muito bem ou tem pessoas que eu conheça no local, ou alguém que vai comigo e que conheça o lugar, ou seja... assim não vou pra canto nenhum!
Preciso comprar o Homunculus 11, que já deve estar nas bancas há anos e eu, uma alienada no mundo, só fui saber uns dias atrás pela net.

*Uma hora e meia depois

Fiquei vasculhando coisas velhas que tenho guardado, e percebi que, todas as cartas que lembro de ter recebido de pessoas inconvenientes, mandei tudo pro lixo (pensando que ainda estivessem com eles), e coisas que agora queria ter deixado guardado eu já toquei fogo... não tenho quase nada de ex-namoradas/ex-ficantes/ex-alguma coisa que teve comigo... dá até pra citar de "tanta" coisa que tenho... só tenho uma foto, um cartão de "te amo" e um envelope do que seria um cartão de aniversário (porque o cartão em si mandei pro inferno).
Tenho guardado um cartão de uma estagiária de professora que, meu deuses, é do tempo da onça! Na época que eu era retardada e pequena (continuo retardada, mas um pouquinho menos que antes), era apaixonada por ela, então ficava encantada com tudo que ela fazia, e um dia, ela me pediu emprestado um conjunto de lápis de cor que tinha de, sei lá, vinte e quatro ou trinta e duas cores diferentes que tinha ganhado da minha mãe e levava direto pro colégio... e eu lembro que fiquei meio em dúvida em saber o por que do pedido, mas emprestei de qualquer forma... depois de algumas horas ela me devolve os lápis e uma folha de papel dobrado que, a princípio, estava escrito meu nome na frente, todo coloridinho e desenhadinho... e quando fui abrir pra ver, ela tinha me desenhado! Tudo bem que ela me desenhou como toda menina ou mãe gostaria que fosse uma "menina decente": de vestido, com os meus cabelos de cuia (ou tigela, como vocês preferirem), com um cenário de fundo meio estranho, tipo lua, com uns anjos nos cantos, meio pintura de Michelangelo versão noturna feito à lápis de cor. Apesar de toda flufluzisse... o desenho é bonito... ela desenhava bem... e aquilo me deixou mais apaixonada ainda por essa bendita... e no final do ano, que ela não seria mais nossa estagiária, fez um cartãozinho pra cada pessoa da sala, com o desenho de sua pessoa. Eu já sabia como eu iria ficar no desenho dela, mas fiquei suspirando de qualquer forma, tanto que até agora guardo essa joça, rs.
Depois que cresci, vendo esses desenhos novamente, fiquei muito em dúvida sobre a pessoa em si... achei muito estranho alguém se encantar tanto por uma garotinha que nem eu, com cara de japa safada, que só ficava aprontando na sala, e eu era mor molecona mesmo... acho até que antes, eu era mais macho que sou agora... porque eu era muito brava... se alguém mexesse comigo, eu não media nenhum esforços pra ir discutir ou querer brigar mesmo, não importava se era menina ou menino... eu era foda (de pentelha mesmo).
Daí, não lembro como, um rapaz do prédio onde eu morava conhecia a tal ex-estagiária e não lembro se comentou comigo sobre ela... sei lá.... e não sei como eu consegui entregar pra ela as lembranças que a própria tinha feito pra mim.. acho que devo ter pedido pro rapaz entregar... não lembro mais... é uma das inúmeras incógnitas da minha vida... e depois ela pediu pro rapaz me entregar as lembranças de volta e um envelope com uma carta... fiquei surpresa quando recebi a carta e comecei a ficar pensando merda do tipo "será que ela é?" (coisa de gente bem retardada mesmo). Enfim... no fim, tomei no cú porque um dia encontrei ela na rua sem querer, e trocamos algumas palavras, mas ela saiu do local tão assustada que imaginei que fiquei com muita cara de "psicopata tarada" e ela não queria ver a minha cara nunca mais... não sei se foi por isso, mas nunca mais nos vimos.
Cara... como eu sou uma merda! Nem pra manter antigas amizades eu consigo...
= /
Que nem um dia que conheci uma garota que tinha o mesmo nome que eu, e o sobrenome começava com a mesma letra que o meu... eu fiquei fascinadíssima por isso... e quis fazer amizade com ela... tanto que, quando vim pra São Paulo de férias, eu me encontrei com ela, e vimos até um filme no Santa Cruz (owwww, o Shopping Santa Cruz já existia)... e na hora de ir embora, eu deixei a mina no mor vácuo, mas não lembro como foi... e depois desse episódio, eu vacilei com ela ligando em uma hora muito inoportuna pra ficar falando da minha dor-de-cotovelo (leia-se recebi um chifre)... e percebi que a garota ficou muito incomodada com as coisas que eu falava e por estar atrapalhando ela em alguma coisa... e depois disso tomei um semancol e nunca mais quis falar com ela, de vergonha.
E recentemente, fui procurá-la em facebooks ou no próprio google da vida, só pra saber como está as coisas pro lado dela... única coisa que pude ver é que ela mexe com design, e parece que está muito bem de vida profissionalmente.
E também descobri quem era a outra menina que tinha o mesmo nome que eu e fazia também rádio e tv lá na faculdade... a mina toca numa banda, que não sei o que eles tocam, é baixista e parece ganhar o seu sustento com isso. Não sei se ela trampa em algo na área, fora ser baixista de banda, mas pelo menos ela parece mais concretizada e feliz com as suas escolhas (ao contrário da minha pessoa). Eu era a Pucca pros professores... ela, eu não sei que apelido ela tinha, ou só chamavam pelo nome mesmo, e eu, a mais idiota e pra diferenciar a outra, fui apelidada por Pucca.
Enfim...
Uma das professoras que me contou isso e depois me perguntou toda envergonhada se eu fiquei com raiva disso... não me deu raiva... só fiquei surpresa por saber disso... nunca ia imaginar que um grupo de professores me colocaria apelidos em um lugar tão grande e que passa tantos alunos diferentes e mais interessantes, e mais inteligentes que eu... eu era uma maria-ninguém naquela faculdade... e continuo sendo, menos pra aquele grupo de professores, naquela época.
Só por isso eu uso um pendedor de celular da Pucca, que peguei de empréstimo eterno da Mari, rs.
Falando em Mari... dei mor mancada com ela no domingo... porque tinha combinado de irmos pro Ibirapuera com o Marcelo e a Naomi, só que eu simplesmente esqueci de mandar mensagem pra ela no sábado e no domingo... e só fui lembrar quando eu já estava lá... e como achei que ia ficar muito em cima da hora e não ia dar pra aproveitar mais nada se ela chegasse daqui uma hora depois que eu mandei mensagem, eu acabei nem chamando mais. Ela ficou chateada... óbvio... mas... o que eu posso falar? Eu esqueci mesmo... mancada minha... e relaxo meu né? Enfim... pedi desculpas, mesmo sabendo que não seria muito útil pra ela...
Aliás... ela esqueceu uma presilha em casa... se tive procurando por essa presilha, está aqui em casa... depois te devolvo (óbvio, a não ser que eu esteja muito afetada mentalmente e queira usar a sua presilha que, por sinal, nem é nada "cuti-cuti", pra não falar ao contrário).
Falei com a minha mãe esses dias via webcam, e uma das primeiras coisas que ela me falou foi: você está gorda... seu rosto está muito redondo!
Nada como uma palavra sincera da sua mãe, portanto... se existe alguém que me queira, saiba que estou GORDA!!!!!!! (e assim desiste de me querer, rs)

*DESABAFO NON SENSE
EU QUERO QUE AS PESSOAS SE IMPORTEM COMIGO, PELO MENOS ALGUMAS POUCAS VEZES NA VIDA! (simplesmente leiam e ignore, é só uma coisa idiota que sempre quis gritar, rs)

Como diria alguém... pronto! Já disse!
Ha-rá!
rs

E... voltando aquela parte de ler cartas e coisas velhas que as pessoas já me deram, lembrei que foi a Sheyla que me deu o negocinho lá que você pendura no batente da porta pro vento bater nos negocinhos pra fazer barulho (é que esqueci o nome disso, rs)... e que ela escolheu o sol pra iluminar minha vida... o que importa é a intenção!

*se matando de rir

Na verdade, estou rindo pra não chorar... não que eu esteja com "inveja" dela... eu fiquei até contente por ela conseguir o emprego num lugar bom e melhor ainda sendo fora do Brasil, uma bela oportunidade de conhecer pessoas diferentes e totalmente incomuns do que você já está acostumada a ver, e conhecer outros mundos, outros ares... ela, que já penou tanto... já se fudeu horrores amorosamente, e não foi nada feliz nos empregos que já arranjou na vida... agora, está tendo a vida que queria... pelo menos ela está feliz! Ela e mais a metade do mundo (Naomi se inclui nisso)...
Aliás... falando nela... está aí, uma pessoa que não me deixa diabética por ser uma pessoa feliz (leia-se realmente feliz) e não é aquelas crentes a la Amélie Poulain (em Cristo, rs) que soa uma felicidade mega falsa... e, como já comentei uma vez por aqui... nunca conheci alguém que irradia uma vontade de viver tremenda, como se o último dia de vida fosse hoje e aproveita o máximo que pode, e que tem vontade de fazer tudo, aprender tudo, ver tudo, sentir tudo, experimentar tudo que existe nessa vida. Eu tenho "invejinha" dela, confesso, mas... ao contrário dela... não faço nada pra mudar esse meu estado vegetativo-depreciativo-deprimente de minha vida.
Ah! E quando eu perder o trauma pós-tatuagem-dor-tremenda-que-nem-sei-como-aguentei, vou fazer esse desenho:



Bem a minha cara, de coitada... mas, Amaterasu (é o nome dele) é bem mais bonito e bem mais forte que eu... e provavelmente, muito menos idiota e burra que eu...



Pensando em: amor

Lista musical da fossa de hoje

Ludov - Dois a Rodar
Ludov - Da Primeira Vez
Ludov - Princesa
Pato Fu - Imperfeito
Pato Fu - Um Dia Um Ladrão
Pato Fu - Canção Pra Você Viver Mais
Pato Fu - E o Vento Levou
Pato Fu - Nunca Diga
Pato Fu - Ninguém
Pato Fu - Perdendo Dentes
Pato Fu - Sobre o Tempo
Pato Fu - Tolices
Eliana Printes - Os Presentes
The Delgados - I Fought The Angels
Dee Joy - Trust Me

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Pensamentos vagos... só pensamentos...

Desde semana passada ando pensando muito em me jogar em algum lugar desconhecido fora do Brasil e tentar me virar sozinha. Na verdade, a intenção não é de "me virar sozinha", mas sim de sentir na pele a merda que deve ser você estar em um lugar que não fala português, não entender nada que os outros falem, não ter dinheiro, nem lugar pra dormir, nem onde e o que comer... me sentir na merda. E isso continua persistindo... será que é um "chamado divino" pra que eu faça isso?
Eu não quero ficar me fazendo de coitada pros outros... mas as vezes, a angústia é mais forte que qualquer orgulho que eu tenha de mim (se é que isso ainda exista em mim).
Mas, é claro.... nunca chegarei a fazer isso... como quase nada na minha vida faço o que eu falo... sou muito cagona pra fazer essas coisas...
Se eu tivesse coragem, com certeza... estaria condenada a prisão perpétua ou a morte em cadeira elétrica lá nos Estados Unidos.
As vezes eu queria mudar o meu mundo... mudá-lo completamente, virar de cabeça pra baixo e organizá-lo do zero... mas a minha acomodação não me desgruda, e fico vegetando nessa vida.
Que coisa triste, não?

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Coisas que não entendo até hoje

Por que, de vez em quando, eu tenho essa enorme vontade de me punir fisicamente? Eu realmente não sei da onde eu aprendi que posso me "purificar" um pouco fazendo coisas que menos gosto como, sentir dor física.
Eu ODEIO essas coisas... simplesmente ODEIO!!!!!!! Mas... vem... eu querendo ou não...
Que chatice viu?

*cara de cú

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

"O Arco" de Kim Ki-Duk

Foi o coito mais poético que já vi na minha vida (por enquanto). Apesar de ter me dado raiva por ter sido o velho que "coitou" a menina, mas foi bonito, admito.
E por causa de um coito poético, me fez sentir mal... (normal)
Depressão pós-filme, rs.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Descoberta infeliz

Descobri porque gostava tanto da minha ex...
Porque ela simplesmente me dizia tudo que eu tinha ou precisava fazer... era muito cômodo pra mim, que já não tinha rumo pra nada, alguém chegar na sua vida e falar que você precisa fazer isso e aquilo, e que iríamos pra tal lugar ou outro lugar, que eu precisava fazer tal coisa ou outra coisa... acho que um dia, as pessoas cansam de "guiar" outras pessoas... e talvez por isso ela começou a dar de louca pra eu ficar de saco cheio e dar um capote nela, e como isso não aconteceu, ela mesmo resolveu fazer as farras dela e sair fora.
Isso é apenas uma teoria do por quê aconteceu daquela forma o término que, pra mim, parece válida, mas... nunca saberei realmente o motivo. E... sinceramente... a essa altura do campeonato, nem quero mais saber da verdade... mas, pelo jeito... continuo milabolando os motivos... coisa de quem não tem o que fazer...
Enquanto isso... meu primo está vendo o jogo do corinthians lá na sala, rs.
Ele que ir tomar café da manhã lá na Galeria dos Pães amanhã.... agora nem dá pra recusar mais, ele estando aqui em casa e dormir aqui pra justamente irmos pra lá juntos... pppppfffffffff...
Estou naquele básico momento que quero estar no fundo do poço... ficar mal, down... mesmo não tendo motivos nenhum pra isso... mas, vou ficar na minha e ver se isso passa logo...
As vezes acho que tenho algum problema psiquiátrico por causa dessas "fases" de querer ficar pra baixo e querer me afundar mesmo pra tentar passar logo isso... e que precisaria de verdade de remédios... mas também não quero ficar tomando remédios a vida inteira (e nem temporariamente, rs)... então... vou ficando...

Reclamando de barriga cheia

As pessoas viajam... tem suas vidas feitas fora do Brasil e adoram isso...
E eu continuo estagnada aqui na minha casinha...
Por quê não me vêm visões divinas ditando a minha estrada de vida? Ou pelo menos uma pista delas...
= /

Sentimentos chatos

Hoje me senti inútil e burra...
Inútil porque sou uma inútil mesmo desde nascença... e burra porque ando ficando muito burra intelectual-culturalmente falando.
Me sinto como uma moleca-patricinha-mimada que não consegue fazer mais nada a não ser ficar na net vendo sites de humor, entrando em redes sociais, postando coisas inúteis e sem conteúdo profundo ou prestável, saindo em shoppings ou em qualquer lugar onde o consumismo reina e me fazendo render por essas coisas meio inúteis, comprando coisas desnecessárias de uma forma muito demasiada.
Eu precisava fazer alguma coisa pra ocupar minha cabeça, mas nada me chama atenção ou me instiga.
É... o negócio tá feio... minha mãe que o diga (ter que ficar sustentando uma filha inútil de vinte e quatro anos que é simplesmente uma vagabunda, rs).

Ouvindo: Músicas japonesas aleatoriamente