sexta-feira, 18 de março de 2011

Tirar as moscas daqui

ZONZA...

É o que ando sentindo durante esses dois dias que passaram... talvez porque não acostumei com o grau novo e as lentes de contato, rs.
Fui no oftalmologista e eu constatei que falava meus graus errado: vivia falando pras pessoas que meu grau era 2,75° de um lado e 2,50° num outro, sendo que, na verdade, eu tinha 2,25° nos dois lados (a anta). Agora, aumentou pra 2,50°, o que de certa forma foi bom pra mim, que pra comprar lentes de contato não preciso comprar duas caixas de graus diferentes, isso se eu conseguir me acostumar usar lentes.
E eu fiquei tão besta e idiota (de feliz) quando a mulher falou que eu podia levar as lentes que eu testei lá na hora pra ver se ficava bem ou não, e uma amostra grátis da solução pra lentes. Eu não sei se, pra quem usa na primeira vez eles sempre fazem esse teste e dão um par de lentes de graça, mas eu fiquei toda "boba-feliz" com isso, bah!

Obs.: Isso foi o que escrevi há duas semanas atrás, mas fiquei com preguiça de continuar e ficou esse meio rascunho inútil e idiota e que não vou continuar mais.

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Hoje, quinta-feira, dia 31 de março de 2011, às 03:00 am

Só pra falar umas coisas porque ultimamente ando fazendo nada de útil e inútil também... só mofando, comendo, dormindo e passando mal.
Ultimamente ando sonhando muito com rejeições, ser deixada de lado, ou ninguém me escuta ou se quer presta atenção no que eu falo e sonhando coisas eróticas também... só que está numa frequência tão grande que tá enchendo o saco de verdade!
Alguns sonhos que lembro (estando na temática frequente ou não):

17 de março de 2011: Sonhei que estava no meu colégio, só que totalmente reformulado... era BEM MAIOR, quase um castelo no meio da cidade, só que tinha tanta coisa de "brincar", tipo carrinho bate-bate, mini roda-gigante, uma micro montanha-russa, uns túneis que nem de ratinho, só que versão bem maior e que extendia quase toda instalação do colégio... sei que fiquei muito perdida e comecei a ficar apertada pra ir ao banheiro. Fui procurar naquela imensidão toda, até que achei num cantinho bem escondido, mas o banheiro também era ENORME. Como eu estava super apertada, vi a primeira porta aberta que tinha... na verdade, nem porta tinha, só parede nas laterais, só que, quando cheguei bem perto, vi que a entradinha era mais estreita que eu esperava, e não estava conseguindo entrar no cubículo, e não sei porque fiquei insistindo em entrar naquela porra. Quando eu consegui entrar, vi que não tinha vaso sanitário, e que na verdade, era um micro cubículo pra tomar banho (um micro chuveiro em cima da minha cabeça). Como eu não tava aguentando mais, fiz xixi no ralo mesmo, só que, quando eu tava colocando as minhas calças, apareceu um rapaz do nada no banheiro, e era banheiro feminino. Comecei a ficar apavorada me perguntando o que aquele infeliz estava fazendo lá dentro e se ninguém viu o filho da puta entrar. Ele me viu e veio falar comigo alguma coisa. Eu não estava gostando muito e fui querer sair daquele aperto, só que ele inventou de querer entrar no cubículo que eu estava, se espremendo todo pra passar na entrada, e do nada eu comecei a ficar empolgada com a situação e o rapaz fazendo o esforço enorme pra entrar naquela merda. Quando ele conseguiu entrar, ouvimos uns barulhos de passos, e imaginamos que era uma freira entrando no banheiro pra ver o movimento, daí agachamos e ficamos em silêncio pra freira não desconfiar de nada... enquanto isso, ficamos nos bulinando.... fim! (horrível, por sinal)

21 de março de 2011: Sonhei que estava fazendo alguma coisa em algum barco ou lancha, e era de noite. E aí, do nada, um homem aparece onde eu estava e do nada o tempo corre pra algumas horas mais tarde, terminando de fazer algo no barco e o homem me ajudou a terminar as coisas mais rápido. Daí, pra variar, eu começo a ficar empolgada com o sujeito e ficamos nos pegando. Só que, uma hora, ouvindo uns passos e bem de longe uma voz, era o meu pai me procurando. Comecei a ficar desesperada, querendo me esconder de qualquer jeito porque eu estava quase que nua e sabia que não daria tempo de me vestir e aparecer pra ele vestida a tempo, e o cara catando as nossas roupas espalhadas por todos os lados. Só que aí, meu pai me achou... viu a minha situação e as roupas espalhadas... fez uma cara de que ia me dar uma porrada bonita... e na hora que ele ia falar alguma coisa, terminou o sonho.

26 de março de 2011: Sonhei que estava em uma Porto Alegre, só que nada de acordo com a realidade da cidade, mas sabia que era lá porque em um monte de lugar que passava estava escrito o nome da cidade. Acho que era eu, a Bia e a Thaysa (colegas minhas de colégio) e estávamos achando a entrada de um shopping que era bem estranho por sinal. Daí, depois que entramos, fomos andando mais pra frente, e descobrimos que era metrô-shopping porque quase passamos pela catraca pra entrar no metrô. Como a gente não ia pegar o metrô e queríamos passear no shopping, voltamos atrás, só que, quando viramos pra trás, vimos um comboio enorme de policiais vindo em nossa direção. Viramos novamente pra frente da catraca, e vimos uma multidão de funcionários do metrô, todos enfileirados, que nem quando vai começar uma guerra medieval. E a gente começou a ficar desesperadas, porque estávamos bem no meio dos dois, sem saber quando ia começar os tiroteios... até que alguém atirou primeiro... pronto! Foi uma correria do caralho.... e os policias com os funcionários nem aí se tinha civíl ou pessoas que não tinham nada a ver com a história, saiam atirando pra tudo quanto é lado. E eu me rastejando que nem largatixa, procurando algum canto pra me esconder, e as minhas duas colegas, locas-locas-locas, ficaram andando no meio do tiroteio tranquilamente, como se nada estivesse acontecendo... e eu gritando pras duas sairem de lá, e que já iam tomar bala na cara e essas coisas, mas elas nem me ouviam... e eu comecei a ficar muito angustiada por elas... e aí me deu uma louca de querer bancar a salvadora e saí correndo que nem uma retardada atrás delas pra puxar elas pela blusa e sair do shopping arrastando elas. E terminou assim.

28 de março de 2011 (1): Sonhei que estava num colégio interno de freiras, e que eu queria conversar com as pessoas, mas ninguém queria me ouvir, ou faziam de conta que eu nem existia. As vezes eu perguntava umas coisas e viravam a cara, ou fingiam que me ouviam, mas dava pra ver que estavam pensando em outras coisas, menos prestando atenção em mim. Daí, eu consegui fugi por algumas horas do colégio, e o mesmo aconteceu nas ruas... comecei a ficar deprimida, chateada e triste, e voltei pro colégio pra subir no lugar mais alto e me matar. Fiz mor escândalo enquanto estava subindo, dizendo que ia me matar e tal, mas ninguém se importou. Algumas pessoas ouviram o que eu falei, mas faziam pouco caso. E terminou assim.

28 de março de 2011 (2): Sonhei que estava numa balada na casa de alguém... casa o caralho, era uma mansão enorme, com um quintal enorme e um terreno maior ainda pra estacionar, sei lá, dez ou mais carros, e no fundo tinha uma piscina enorme também. Enfim... era final de tarde, e eu conhecia a maioria das pessoas, mas ninguém tava a fim de conversar comigo, quase a mesma palhaçada do sonho anterior no quesito "ninguém se lixava pra mim". Daí, meio deprimida, fui andando meio que pra fora da casa e vi uma casinha menor, parecia a casa do caseiro, e fui lá pra ver se tinha alguém ou se tava abandonada. Aí, do nada, aparece a Dalcira (uma outra colega minha do colégio) dizendo que a festa estava um saco e que viu dois carrinhos de picolé não sei onde, e que ia pra cidadezinha que ficava bem de frente pra vender, dizendo ela na falta do que fazer, e ficou me enchendo pra ir junto com ela, só que, não sei por quê, precisaria ir de biquini. Daí eu aceitei e falei que ia me trocar e que já voltava. Entrei na suposta casa do caseiro, a princípio vi que não tinha ninguém, e entrei no banheiro pra trocar de roupa. Na hora que estava tirando a roupa, vi uma mulher me espionando, e eu logo abri a porta e ia dar uma esculhambação nela, até que ela me interrompe: fica quieta que meu marido tá vindo, e você tá fudida! Primeira coisa que pensei que ele ia achar uma falta de respeito, ia me dar porrada e espancar a mulher dele. Daí, não sei como consegui conversar com o homem, não sei que desculpa dei, mas o convenceu de que não sou ladra, não sou uma filha da puta e que a mulher dele nada tinha a ver com isso. Daí, quando eles foram embora, fui tentar vestir o biquini, e eis que me aparecem dois rapazes, pareciam irmãos, e estavam me espionando e viu toda a discursão que tive o casal. Perguntei umas coisas pra ele, me responderam de boa, vi que eles não iam me forçar a nada, comecei a ficar empolgada (pra variar). Percebi que os dois estavam se "batendo" enquando estavam me vendo, e eu acabei me "agraciando" por um deles. Fiz com que o outro que eu não quis nada saisse do recinto, levei o que eu queria pra um quarto e fizemos "coisinhas". Fim!

30 de março de 2011: Sonhei que estava em alguma balada e que eu morava sozinha. Daí, a Alessandra (outra colega minha de colégio) me aparece do nada lá, encoxa em mim por trás e pergunta no pé do meu ouvido se eu ia ter visitas amanhã na minha casa. Como não sabia o que ela queria, falei que não e por quê, daí ela falou sensualmente que iria dormir lá em casa amanhã. Na hora eu não falei nada e até gostei da palhaçada, mas depois eu fiquei me falando em como estava fudida e por quê eu aceitei isso, porque até nos sonhos eu não gostava dela, rs. Daí acho que fui dormir no que seria, supostamente, na casa da minha mãe, mas eu tinha o meu próprio quarto. Estava dormindo de boa, quando aparece a família real inglesa, só que a constituição familiar era o Príncipe Charles e a Hillary Clinton como casal, e um casal de filhos pequenos. Enquanto o Príncipe Charles e seus filhos estavam se curtindo num quintal enorme ao ar livre, a Hillary Clinton simplesmente me aparece no quarto e fica me tarando! Eu tava morrendo de sono e nem tava prestando atenção no que ela estava falando e fazendo, mas sei que ela estava muito atacada. Daí, quando eu tomei consciência, eu tomei mor susto e perguntei o que ela estava fazendo no meu quarto. Ela falou que está tirando férias com a família, só que estava ficando muito entediada com o marido e que queria ir naquela noite dormir lá em casa pra fazer "coisinhas". Eu fiquei meio confusa e me levantei. Perguntei umas coisas a respeito de sua vida sexual com o marido, e ela me respondeu de boa, mas não lembro exatamente as perguntas. Depois do interrogatório, eu comecei a ficar empolgada e joguei ela na cama... já não me basta a bizarrice de sonhar com uma figura famosa, ela ainda estava vestida de um maiô com estampa da bandeira dos Estados Unidos, quase parecida com a Mulher Maravilha. E pra ficar mais bizarro ainda, eu fiquei beijando ela da cabeça aos pés, e quando eu ia começar a fazer oral nela, adivinha: tinha um buraco bem no meio do maiô dela propositalmente. HAUAHUAHAUHAAUHAHAUAHAHUAHAUAHUHA! Só eu mesma pra sonhar umas merdas dessas... e terminou assim!

Sobre esse último sonho.... na hora do sonho, eu tava gostando pra caramba... até depois de ter acordado, fiz "coisinhas".... mas, depois que parei pra pensar nisso... ARGH!!!!!!!!! Eu fiquei com asco! Ela não é um tipo de mulher que me atrai... e vestida daquele jeito... hauahuahuhauahuahauhauahahuah... acho que, na real, ia começar ter uma crise de risos e não ia conseguir fazer mais porra nenhuma!
E... só consegui lembrar exatamente das datas graças ao twitter! Ele está sendo um ótimo rascunho de sonhos, pra depois eu lembrar qual era o sonho e descrever melhor por aqui. Não foram todos que twittei que lembrei, mas em sua grande maioria, sim, lembrei.
Mudando de assunto agora... depois de ter visto no submarino, já esgotado, o "Jogo da Vida FELIZ", e achando que era uma edição super-hiper-mega limitada e que nunca ia achar isso de verdade, eis que achei numa Ri Happy do Shopping Market Place, e fiz uma compra conjunta com a Mari. É engraçado o jogo, mas acho que vai ser mais engraçado ainda se jogar com mais pessoas.
A Mari me falou de um show que vai ter do Pato Fu lá no Auditório Ibirapuera no dia nove de abril. Não fiquei nada empolgada porque vai ser a gravação do DVD do álbum "Música de Brinquedo", do qual não gostei muito. Porém, depois fiquei pensando: "eu SEMPRE quis ver um show do Pato Fu, quase não procuro isso direito, quando eu acabo sabendo já passou, e provavelmente eles nunca mais vão fazer um show que todas as músicas ou mais de 50% do show seja composta por músicas que eu conheça, então, vamos logo nesse então! E aproveitar que é de graça!". Fiz um esforço danado pra acordar a tempo de sair correndo de carro pra chegar um pouquinho antes do horário de abertura da bilheteria pra não pegar uma fila tão grande (na verdade foi o Marcelo que me acordou, basicamente, faltando dez minutos pro horário que combinei). E ainda bem que chegamos meia hora antes... se não, íamos ficar na fila até não sei que horas e talvez com chances enormes de não conseguir mais os ingressos. Sorte que cada pessoa podia pegar um par, e eu ainda fui cagada de querer ver os nossos assentos e ficar decepcionada pelo meu par de ingressos ter ficado longe do par de ingressos que o Marcelo pegou, e a mulher, vendo a minha situação, trocou pra nós e nos colocou juntos (he-he-he, aprender a ser "esperta", rs).
E... é isso!
Só uma última observação: deve ser um saco conviver com uma pessoa que não te inspira a nada, e que nem se move pra fazer coisas pra sí mesma. Acho que agora entendo um pouco mais essa "repulsa" que causo em algumas pessoas.

Ouvindo: Yoko Takahashi - Zankoku na Tenshi no These (do anime "Neon Genesis Evangelion", que nunca vi)

terça-feira, 8 de março de 2011

Sessão médicos

Quarta-feira vou fazer a sessão "marcação de consultas médicas". Mil anos depois, marquei um otorrino, pra ver se ainda tem jeito de ajeitar essa porra desse nariz (se eu pudesse, juro que eu jogava fora o meu nariz). Tentarei marcar ginecologista, porque estou com "pobremas"... e tentar marcar oftalmologista pra ver se aumentou o grau e fazer receita de óculos e lentes (tentarei usar lentes só pra poder usar óculos de sol, he-he-he) (a trouxa). E vou pensar na possibilidade de marcar dentista também, porque não tenho convênio odontológico e dinheiro não brota no chão, e muito menos no meu cú.
Odeio ir em médicos, fazer consultas e essas parafernálias todas... mas... paciência.
E estou tão ociosa que, não tem coisa mais idiota e "sem amigos" pra fazer que ficar respondendo a perguntas formuladas do formspring, huahauhahauhauhuhahauhauha.
Hoje (pra mim ainda é segunda, então é hoje, rs) sonhei com uma coisa tão ruim, mas tão ruim que meio que acordei chorando... não foi bem as cenas em si, mas a sensação, meio que um flashback e a angústia que sentia por dentro no sonho que me deixou angustiada por fora (do sonho). Estou simplesmente sem o mínimo saco pra descrevê-lo, porque ele é meio complexo e comprido se for contato em mínimo detalhes, e... se é pra falar do sonho, que fale direito ou nem fale (optei a segunda opção).
E... pra variar, desregulei meu sono... mas tá foda porque quero fazer algumas coisas pelo dia, mas meu sono tá me acabando e não tá me deixando sair de casa direito, rs.
E... é isso!

Pensando em: Seal - Kiss From a Rose (descobri recentemente o nome da música e quem canta)

domingo, 6 de março de 2011

Lendo a descrição do blog...

Percebi que... desde que criei essa joça, eu continuo com o mesmo estigma da descrição: vida virtual de blogs e real de solteira. Será que é praga? rs

terça-feira, 1 de março de 2011

Relendo posts antigos

Fiquei relendo uns posts (exatamente de três anos atrás), e vi como eu mudei (pra pior, eu acho).
Comentei de sempre cortejar muito as pessoas e acostumarem mal por isso... que eu cortejava muito no começo, mas que depois eu cansava e não fazia mais, e aí que as pessoas viam reclamar, alegando que eu não amava mais ou estava deixando de amar...
Acho que ainda não deixei de cortejar, mas está bem menos romântico que antes... aliás, faz tanto tempo que não faço isso que, agora que recomeço com isso, nem sei se estou fazendo de mais ou de menos... e muito menos se isso vai durar por mais tempo ou menos tempo...
E também comentei que achava que estava desgostosa da vida por nunca ter sido bastante cortejada ou mimada como eu faço (ou fazia) com as pessoas... não sei se isso ainda vale, mas que é bom ser cortejada, é!
Também reclamava muito das pessoas pedirem muita "atitude" e nem ligarem para as "palavras", ou seja, só querem ver porque o processo visual é muito mais rápido e fácil de assimilar e ingerir que ouvir palavras, que te obriga a pensar o que ele significa, em que sentido e tudo mais.
Bem... não sei se cheguei ao cúmulo de conseguir apenas processar coisas visuais, mas admito que a minha "inteligência" anda muito abaixo da minha normalidade e tendo mais dificuldades de processar falas e palavras, ou seja... decresci drasticamente (o que é uma pena, pois me "orgulhava" muito disso).
Reclamava muito também na preguiça dos outros tentarem entender as reações alheias, de tentar não machucar muito as pessoas ao seu redor, pensarem ao falar de um jeito mais suave e menos agressivo, e essas coisas... percebi que, quanto mais você vai se desiludindo com a humanidade, essa "compreensão" da reação alheia vai ser tornando menos importante, e acho que isso já acontece comigo, uma outra coisa que é uma pena eu ter perdido (não sei se rio ou choro).
E, a reclamação mais recorrente naqueles tempos... de querer que as pessoas me compreendam um pouco... eu ainda desejo isso, mas já caiu mais a ficha de que, foda-se os outros, ninguém quer perder seu tempo em compreender alguém que depois, vai sumir da sua vida. Tantos problemas pra resolver, tantas outras coisas pra curtir e viver, pra quê compreender alguém? Fora que, mesmo que você queira, ninguém poderá te compreender 100%... acho até que nem 50% alguém poderá te compreender. Então, já estou tentando me livrar deste princípio...
E... diante dessa análise de antes e depois... vejo o quão estragada estou ficando... o quanto estou me deixando levar por essa vida "capitalista" e medíocre que essa "sociedade" leva (menos o de querer me enriquecer e tentar isso a todo o custo).
As vezes eu realmente me enojo... parece que eu perdi identidade e caráter... todo aquele papo de "humanista, pacífica e solidária" já foi uma boa parte pro saco... minha "autenticidade e integridade" já foram corrompidas. Eu tenho quase certeza que, pessoas que perdi contato quando era adolescente, se me vissem e me conhecessem no agora, diria que eu mudei muito, exceto por três coisas: meu pessimismo, minha baixa auto-estima e meu complexo de inferioridade.
É....
É realmente triste ver que você está se tornando uma besta ao quadrado em centéssima potência, e não um ser humano normal com um pouco de inteligência.

Hoje é o dia!

De me sentir mal!
Vi um filme chamado "Hu Die (Butterfly, em inglês)" que fala de uma professora casada que acabou conhecendo meio que do nada uma garota e começou a gostar dela, e durante o filme ela fica relembrando constantemente da primeira garota de quem ela namorou e toda a trajetória presente: o gostar, o receio, o marido e a filha, a família, etc.
E... óbvio, eu já vou estragar o filme... ela resolve se separar do marido e vai viver com a garota, e brigar judicialmente pela guarda da filha. E daí veio um detalhe muito idiota e, pra ser bem sincera, inútil, mas, sei lá... mesmo sendo fictício, me deixou mal... a professora tem em torno de trinta anos, e a garota com quem ela vai morar junta tem vinte e três. A professora, como o próprio nome diz, tem profissão... a garota cantava em barzinhos e ganhava uns trocados, mas com esses trocados ela conseguiu alugar uma casa e comprar um berço pra filha da professora (porque o resto da casa foi mobiliada com móveis achados na rua), ou seja, a moleca se matou de cantar em botequinhos chulepas pra dar conforto, pelo menos pro bebê... ou seja, ela se virou pra se manter e tentar trazer a mulher pra casa dela...
E aí... me recorreu novamente toda aquela ladainha da qual já recebi até esculhambação da minha mãe...
E fiquei caçando no fundo do poço da minha memória quando é que eu quis trabalhar alguma vez na vida sob a minha vontade... acredita que foi nenhuma vez?
Mentira... só uma vez... com a produtora dos meninos lá da faculdade... só!
Na lotérica eu só trabalhei pra provar pra minha mãe que consigo as coisas e que não era "tão" vagabunda assim. Na controladora de mídia só trabalhei porque a minha ex ficava me enchendo muito pra eu procurar trabalho, que eu não fazia porra nenhuma, pra parar de ser vagabunda (segunda mãe, basicamente). E... é isso!
Por que, meus senhores, eu não tenho a mínima vontade de trabalhar? Eu realmente não queria ser assim... não mesmo! Mas, sou!
Aliás... acho que eu não queria ser um monte de coisas... eu não queria ser vagabunda, não queria ser preguiçosa, não queria ser burra, não queria ser folgada, não queria ser um encosto pros outros, não queria ser estúpida, não queria ser iludida, não queria ser besta, não queria ser covarde, não queria ser medrosa, não queria ser acomodada, não queria ser um papagaio ambulante (falo tanto que fico até falando sozinha quando estou na rua, já passei várias vergonhas de pensar alto e pessoas ao meu redor olharem pra mim com uma cara estranha), não queria ser consumista, não queria ser gastona, não queria ser essa pessoa que meio que gosta de luxo (não exijo e não reclamo quando não tem, mas admito que gosto do bom e do melhor), não queria ser fresca, não queria ser egoísta, não queria ser feia, não queria ser tão largada, não queria ter essa cara de "macho", não queria ser mimada, não queria ser só emocional, não queria ser tanta coisa...

*cansei

Pensando em: Emilie Simon - The Frozen World

Não posso me esquecer...

...que a declaração de amor mais linda que uma pessoa pode receber é dormir e acordar de mãos dadas.
Fico vendo essas coisas em filmes e fico assim, toda borocochô. Malditos filmes!