quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Bunda mole!

Será que sou tão bunda-mole que não consigo cair no vício do alcool, cigarro ou drogas quando estou mal?
Normalmente... quando as pessoas ficam bem mal, ou acabam enchendo a cara até se tornar um vício, ou fumam até seus pulmões pedirem socorro cirúrgico ou se drogam até morrer. Ou quando não tem paciência e acabam tirando de uma vez só a própria vida.
Eu não sei se dramatizo tanto meus "problemas" ao ponto de achar eles motivos suficientes para fazer umas das opções dadas acima, ou se sou tão letárgica que não quero levantar um único dedo pra fazer um bem/mal pra sociedade/familiares/amigos, ou sou muito cagona e bunda mole pra tomar partido e fazer uma dessas coisas.
Ou (para o lado mais "positivo" da coisa) se sou forte o suficiente pra aguentar toda a minha melancolia e tristeza sóbria e sozinha.
Muita gente deve achar que todo esse "dramalhão mexicano" que fiz, faço e provavelmente farei por aqui no blog é tudo besteira, coisa de gente que não tem o que fazer e tem mais é que tomar no cú... mas aqui, por dentro, é uma luta constante, chata, intensa e muito angustiante pra mim, por mais idiota que seja o motivo. É tão dolorido e repetitivo que cansa, de verdade... e dá vontade de desistir dessa vida.
Mas... enfim... a vida continua e anda... com ou sem mim... (como se eu fosse a coisa mais importante desse mundo)

HAUAHUAHUAHUAHHAAUHAUAHAUHAUAHAUHAUH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

*só pra descontrair um pouquinho

Fraqueza

Eu tinha prometido a mim mesma de parar de chorar por lamentações, reclamações de barriga cheia e gêneros que envolvam exclusivamente a minha pessoa.
Tenho que parar com essas idiotices. Definitivamente!

Tão perdida quanto...

...meu pai.
Acho que é outro que anda perdido.
Minha tia viu a luz do meu quarto-escritório acesso e me ligou aqui em casa em plenas três e meia da madrugada, pra falar que meu pai tinha saído de Manaus na quinta-feira (11/08/11) e chegou em Brasília às dez da noite de terça-feira (16/08/11), de mudança na pick-up!
Não deram muitos detalhes, mas parece que ele vai ficar na casa de algum dos irmãos dele e sabe lá Deus o que ele vai ficar fazendo por lá.
Não sei se rolou alguma briga entre meu pai e a mulher lá e resolveu ir embora de Manaus, ou se não tava conseguindo trabalho e se mandou pra Brasília, ou se quer arranjar mais grana pra ficar mandando pra menina lá, ou quis ficar viajando pra lá e pra cá, já que nada o prende. Só sei que a Mica (a rotterweiler babaquinha e bonitinha do meu pai) foi junto também.
Eu não deveria estar nem um pouco preocupada e me importando com isso... mas essa notícia não me deixou muito feliz... eu só não sei explicar o quê e o por quê... e ao mesmo tempo isso me dá raiva por saber que meu pai ainda me atinge, de alguma forma...
Ou talvez seja inveja minha por ver meu pai fazer o que ele bem entender, sem ter que dar satisfação pra ninguém porque mais nada o prende (talvez?)... e as vezes queria ser que nem ele, viajar sozinha pra onde eu bem entendesse, mas coisas materiais me prendem... e o pior, não ter coragem ou não saber ter essas coisas sozinhas, sempre acho que preciso de companhia, porque fazer quase qualquer coisa só é uma merda.
Isso me lembrou o filme "Na Natureza Selvagem". O filho, cansado da sua boa vida diante do mundo tão capitalista e egoísta, resolve fugir de casa pra ir viajar sozinho e descobrir a natureza do mundo por sí só, e aprender a se virar sozinho no mundo. Daí, ele sempre trabalhava em qualquer lugar que desse um dinheirinho por um tempo, juntava e depois se mandava a viajar de novo... sempre nômade. Não gosto do "nômade" da história pra mim, mas queria muito de vez em quando fazer essas coisas. As vezes me sinto muito presa aqui... em casa... em mim mesma... em São Paulo... em minhas coisas... queria espairecer um pouco... as vezes queria fazer sozinha... mas não consigo fazer nada sozinha... e aí, fico nessa palhaçada eternamente. O que me mata mais é a porra da grana... mas... enfim... isso é uma filosofagem sem fim a parte que sempre repito as mesmas bostas.
Inclusive ontem, a minha mãe ligou pra perguntar umas coisas e falou pra eu procurar emprego porque, se ela precisar mesmo ter que fazer alguma cirurgia, não teria problema porque tem dois irmãos delas que não trabalham e poderia chamar um deles pra cuidar dela. Sei que não foi essa a intenção, mas me senti um pouco desprezada... ou talvez triste porque não tenho mais motivos razoáveis para ainda não estar procurando trabalho.
Será que uma pessoa cria mais amor pelos irmãos ou pelos filhos? Me veio essa pergunta na cabeça agora... apenas curiosidade...
Não sei se meu pai está se sentindo meio perdido no momento... mas que ele tem a sua própria e vasta experiência pra poder guiá-lo da melhor forma (ou o que ele achar "melhor forma"), com certeza tem... coisa que não tenho nem um quarto do que ele deva ter... e talvez por isso (ou não), esteja mais confusa que ele... ou não!
Mais confusa ou mais acomodada?
Queria me mandar tomar no meio do olho do meu cú... mas infelizmente eu não consigo fazer isso sozinha...

Ouvindo: Cat's Eyes - Face In The Crowd

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Perdida...

... essa é a palavra que mais me incomoda no momento.
Não sei o que buscar... não sei o que quero da vida... não sei o que sei da vida... não sei o que gosto da vida... não sei o que devo gostar.... não sei o que devo seguir... não sei o que devo sentir... não sei o que devo manter... não sei o que devo fazer...
Tenho tudo, e ao mesmo tempo, parece que não tenho nada.
Uma vez já me falaram... não me fizeram sentir falta de nada desde pequena, e agora que cresci dessa forma, me tornei uma adulta perdida.
O choro é tão contido que me dói até o rosto, as bochechas.
Só uma luz no fim do túnel me bastava.
Sabe?
Mesmo sabendo que somos feitos pra estudar, trabalhar, ganhar dinheiro, ter seu canto e se sustentar até você morrer... isso pra mim não tá fazendo sentido.
Não sei se é pura inércia, ou sou muito preguiçosa e não quero trabalhar, ou se eu sou tão vagabunda ao ponto de ficar nessa zona confortável, ou se mesmo trabalhando em alguma coisa que eu supostamente goste parece não fazer sentido ainda ou não me motiva a continuar trabalhando e ganhando meu dinheiro. Eu não sei o que se passa.
As vezes queria mesmo tirar todas essas coisas ruins que tenho dentro de mim e queimá-las junto com folhas secas.
Ultimamente ando com uma vontade enorme de ir em alguma beirada de rio ou lago, que não passe ninguém, e ficar olhando pro nada por horas, que nem retardada.
Sem mais.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Quando percebemos que não mudamos

Hoje fiquei que nem naquelas minhas fases "deprês chatíssimos", vendo coisas pra me sentir mais mal (ou é mau?).
Não sei se as pessoas com quem convivi muito tempo atrás é que nunca mudam ou eu que nunca mudei; se as pessoas que se tornaram muito superficiais ao ponto de ter grupos de amigos que podem fazer a sacanagem e cachorrada que for entre eles, só por serem um grupo unido desde X anos é quase tudo permitido, ou eu que continuo quadrada e retardada, e tendo as mesmas idéias de dez anos atrás, ou seja, continuando sendo imatura, infantil e folgada; se as pessoas evoluem de uma forma que eu não acompanho, ou eu que travei ou emburreci de uma forma que tudo me pareça absurdo.
Na verdade, meu questionamento real é: se eu só estou dando mancadas temporárias ou se estou me tornando uma pessoa escrota.
E tô chegando quase a uma conclusão de que meu destino foi feito para não se ter amigos, e que tudo de bom que vem na minha vida é pra ser perdido.
Deixando essa história melodramática de lado, lembrei de uma coisa que li ou vi em algum lugar.
Era uma reportagem que vi na TV ou li em algum site, mas só vi/li um pedacinho só, acho que nem 10% da matéria, mas que acabei guardando na minha cabeça.
A pessoa falava algo mais ou menos assim: antigamente, os estudiosos criaram "regras de comportamento" para facilitar a vida deles no sentido de organização de pesquisas e não para que a sociedade seguisse rigorosamente isto, mas com o passar dos tempos, a sociedade foi "aperfeiçoando" e adotando aos poucos essas regras ao ponto de torná-los como uma seleção para escolher ou PRÉconceituar se a pessoa é boa ou não. Tanto que agora, uma pessoa de boa índole tem que ser 100% sincera, honesta, digna, fiel, respeitosa, etc, mas... quem confirmou isso, pesquisou e concluiu cientificamente que tal pessoa, pra ser boa tem que ter isso, aquilo, acolá, e mais a puta que o pariu?
Isso foi o que vi/li.
Agora da minha parte... se você pensar bem, não deixa de ser verdade, porque, em algum momento da vida, você não conseguirá ser 100% em nada. Quantas vezes no trabalho, por exemplo, você não dedurou alguém porque sabes que a pessoa trabalha bem e errou por ser humano, ou não jogou todos os podres da empresa para o patrão não pensar merda de você e perder emprego? Pelo menos no trabalho, o mais importante é ter jogo de cintura, saber quando pode falar algo ou não, ou até que ponto você pode fazer tal coisa ou não, e nisso você vai perceber que tem coisas que é melhor ficar só pra você porque é desnecessário ou insignificante (que já quebraria uma das regras, pois você está ocultando algum fato ou algo assim), e assim por diante (pois não me vem mais nenhuma situação na cabeça).
Acho que as únicas pessoas que poderiam seguir as "regras impostas pela sociedade" seriam os monges, pois eles trabalham a vida toda internamente justamente pra não ter nenhum tipo de preocupação e outros sentimentos que só causam transtornos como ansiedade, amor, desejos, etc (isso é o que dizem os próprios, o que não corresponde com as opiniões deste ser que vos escreve).
E diante dessa palhaçada toda, me questionei uma vez: por que "ser vagabunda" é tão ruim? Sendo que existem muitas mulheres (e em sua minoria MUITO pequena homens também), que são donas de casa, só fazem arrumar a casa (não que isso não canse e não deixa de ser um esforço) e não ganham absolutamente nada por isso?
Não, não estou sendo preconceituosa... o que estou querendo dizer é... dona de casa só faz serviço de casa, a troco de nada (porque ela não ganha salário, de certa forma), e no máximo, ganha uma mesadinha do marido ou mulher que trabalha só pra poder comprar uma coisinha ou outra pra si. Se elas não trabalham pros outros, e não ganha dinheiro em troca, elas também não são vagabundas?
Tudo bem que o meu caso é diferente... mas... pensa bem!
Deu uma "mentidinha" de leve, só pra não chatear muito alguém e no fim não vai modificar nada no cursor da vida ou da história, já é tachada de super mentirosa e um ponto a menos para o ideal de "pessoa boa".
Escondeu uma coisa insignificante para a outra pessoa e depois ela descobre isso e fica brava, já é tachada de não confiável e mais um ponto a menos para a tag "boa pessoa".
Fez uma vez na vida um corte no braço com estilete e uma pessoa vê isso e pergunta o que foi, já é tachada de louca e mais um ponto a menos pra "boa pessoa".
Alguém que não gosta de abrir mão dos gostos excêntricos que tem, mas que não fazem mau (ou mal?) a ninguém, é tachada de ****** (escolha seu adjetivo pejorativo preferido) e ponto a menos pra "boa pessoa".
Que coisa chata que o mundo vai levando em suas bagagens!
Outra coisa que me questiono muito e ODEIO: por que atualmente tudo tem que ser levado na competitividade? Sempre querendo superar o outro, sempre querendo fazer algo que o outro não tem e ter exclusividade, sempre querendo ganhar a maior fatia, etc, etc, etc. Eu posso ser doente mental, mas pra mim competitividade não traz benefício nenhum, e só traz coisas ruins, tanto pra mim (principalmente) e pros outros também, mesmo que a outra pessoa não perceba. Odeio tanto isso que reflete até o meu modo de olhar para as pessoas... não gosto de gente competitiva, não gosto mesmo! Eu sei que nem todos são assim, mas pra mim gente muito competitiva vai te fuder bonito quando você estiver "disputando" com ele, mesmo não sendo sua intuição, ou falando e mostrando que não está a fim de disputar ou fazer richa, e muito menos perder seu tempo, dinheiro e sono pra ficar matutando um jeito de tirar mais vantagem que o outro.
Enfim.... mudando de assunto...
Em um dos meus "longos sonos de beleza totalmente inúteis", sonhei com algo meio "filosofal" (mas que não é livro do Harry Potter, GRAÇAS!!!).
Sonhei que estava em um sítio do meu pai e que éramos uma família de super-heróis bem do tipo Power Rangers (preferia ser super-herói no estilo da Marvel ou DC Comics que estilos sentais e tokusatsus, mas enfim...) e que meus pais precisavam ir ao encontro de um inimigo em algum lugar muitoooooo distante (tipo Brasil - Polo Norte), e pediu pra eu e mais uma pessoa (que não me recordo quem seja) ficarmos no sítio, pois achavam que algum inimigo passará por lá de sopetão e iriam destruir o sítio ou matar alguém da família, ou qualquer merda assim. Aí, depois de um bom tempo coçando o saco lá, aparece do nada um helicóptero sobrevoando por cima de um lago que tinha lá.
Preciso descrever o lago pra facilitar a estória aqui: sabe aqueles buracos enormes que podem ser formar em um chão de pedra no meio do nada e que o buraco é tão grande que a água da chuva acabou transformando aquilo em um lago? É mais ou menos isso, só que a água era super límpida, de conseguir ver o fundo do lago. E entre o chão e onde começava a ter água, era um espaço consideravelmente grande, de metros de altura, só não vou saber dizer quantos metros, óbvio.
Voltando ao sonho...
Achei esquisito aquele troço rodando no meio do lago por muito tempo, e fui pra lá com mais uma pessoa (que não é o mesmo que citei lá em cima, mas que também não me recordo quem seja) pra tentar me comunicar com eles. Daí, não sei o que aconteceu, escorreguei não sei como e era pra cair dentro do lago, mas do nada, meio que me transportei para um lugar que parecia um hangar de lanchas e barcos semi-fechado, parecia ser da mesma empresa do helicóptero que vi. Aí, subi pra superfície e tentei falar com várias pessoas que estavam lá, mas ninguém me dava atenção, parecia que eu nem existia lá, até que falei com alguém que estava de jaleco branco e esta me respondeu meio que secamente e não querendo ouvir muito o que eu tinha pra falar. Expliquei como eu parei lá e ela falou que era exatamente comigo que precisava falar.
Era uma empresa que fazia baladas e festas em lugares "diferenciados" para clientes "diferenciados". Me levaram para um lugar aberto onde batia sol e que tinha lugares pra sentar, inclusive os clientes estavam lá, uns pirralhos pré-adolescentes na faixa de onze a quatorze anos. Explicaram o que era a empresa e que ficaram muito interessados no lago pra fazer uma festa-balada VIP só pra convidados por um fim de semana pra aqueles pirralhos, e que seriam muitoooooos convidados, e estavam querendo minha autorização para isso. Falei que eu era apenas filha do proprietário, mas que provavelmente ele não iria aceitar porque o lago, apesar de bonito, é muito perigoso por causa da altura, e por toda a topografia geográfica que não favorecia nada na acessibilidade dele, pela segurança dos pirralhos, etc. Daí, não convencida, só falou um "tudo bem" curto e grosso, foi falar com os empregados, e do nada ela conseguiu trazer a administradora do sítio (que, na vida real era uma ex-virtual minha, mas no sonho não era porra nenhuma a não ser funcionária do meu pai). Só que a empresa era bem filha da puta, porque cataram ela sabendo que ela curtia essas coisas de balada e bebida de graça, iam jogar um puta xaveco e iriam convencer ela de aceitar essa palhaçada, e eu querendo participar da reunião pra ficar no pé da administradora, e eles não deixaram de jeito nenhum por conta disso.
Enquanto rolava a reunião, eu estava do lado de fora, naquele sol dos infernos, e os funcionários me vigiando não sei por quê. Daí comecei a conversar com um deles e questionei do por quê dessas festas e baladas em lugares estranhos. Ele falou que era uma forma divertida e até educativa para o aprendizado desses pirralhos para a vida futuramente, estimulando eles a perderem seus medos e enfrentá-los, tornando-os mais fortes psicologicamente (pelo menos essa era a lição que eles queriam dar pra fazer a festa no lago, de pularem em uma altura daquelas). Aí comecei a meter o pau neles, que isso não é coisa que se faça, porque eles estão brincando com a vida deles, mesmo vendo que vai ser perigoso, e estimular pirralhos pra essas coisas de adrenalina tão cedo não fazem bem, e que essa desculpa que deram era esfarrapada e etc, etc, etc.
FIM!
Depois que acordei, fiquei pensando se essas coisas de estimular a criança a soltar adrenalina muito cedo realmente faz bem, ou estimular outras coisas meio que severamente ou constantemente fazem bem pra criança.
Esse sonho foi diferente porque fiquei meio que filosofando mesmo dentro do sonho, pensando nessas coisas e falando pro funcionário. Nunca tive sonhos assim.
E adrenalina, pra mim, definitivamente não dá certo. Ou fico querendo passar mal ou querendo desmaiar. Já aconteceu isso comigo quando eu rolei no chão por ter caído de bicicleta, por andar naquele brinquedo de parque de diversões que é um barco que fica indo e voltando (mas que não ia tão alto assim), quando a lotérica onde eu trabalhava foi assaltada (mas não conseguiram levar nada), e outras que não me lembro mais.
Voltando a minha novela mexicana... é apenas um desabafo inútil, totalmente inútil... mas... eu ando tão fudida financeiramente que já tô ficando de saco cheio de ficar comendo miojo, ou
macarrão no alho e óleo ou puro arroz quando não quero gastar mais dinheiro ou não posso comprar outro tipo de comida. E o cartão de crédito tá se tornando um ciclo sem fim de dívidas, porque quando fico sem dinheiro algum, eu começo a pagar tudo no crédito, e como não quero pagar juros, sempre pago o valor total, o que toma quase todo o "lucro" da mesada que recebo (porque sou vagabunda e ainda sou sustentada pela minha mãe), e daí que eu acabo já ficando sem dinheiro na segunda semana do mês ou até menos que isso. Não estou usando quase o carro pra não gastar com gasolina, e olha que tenho que dar uma andadinha nele pelo menos uma vez na semana pra não arriar completamente a bateria do carro. Pior que tô precisando comprar as porras das capas impermeáveis pro colchão e fronhas por causa do meu tratamento de rinite, e nem deu pra comprar ainda. E não quero pedir mais dinheiro pra minha mãe porque ela manda uma quantidade razoável.
Meu... tô muito fudida...
E pra piorar... acabei de lembrar que talvez meu pai venha agora (em agosto) aqui pra SP ficar alguns dias... e... óbvio... ele vai ficar aqui em casa. =/
Eu tô com uma vontade enorme de viajar com o meu carro por um fim de semana... mas não dá pra ir em lugar nenhum sem money no bolso, nem pra rodar por alguns minutos no aeroporto de Guarulhos, rs.
Enfim... acho que tenho que começar a me preparar psicologicamente pra quando eu for morar nas ruas (de verdade). Sempre pensei nisso, mas nunca levei a sério. Acho que agora vamos ter que pensar nessa possibilidade. (tudo isso porque não se quer trabalhar, olha a merda, hauhauahauhauahauhauhauh)
Rir da minha desgraça, da minha folgadisse, ou por ser idiota e otária? Escolhe aí pra mim!

Ouvindo: Legião Urbana - Tempo Perdido