domingo, 23 de outubro de 2011

Resumo de minha inútil vida

- Meu pai ficou em casa durante quase duas semanas quase direto e só passou um fim de semana no Paraná. Não foi muito legal, mas também não foi um desastre total. Isso já fazem, acho que dois meses atrás.

- Uma semana antes de eu ir pra João Pessoa, minha mãe veio aqui em São Paulo correndo por conta de uma tia minha que ficou internada. Teve um princípio de derrame e ficou na UTI por algumas semanas e mais outras semanas no hospital. Só por esses dias que ela voltou pra casa, mas com seqüelas temporárias (ou não).

- Fiquei em torno de 10 dias em João Pessoa. Não fiz nada, óbvio. Só fiquei dormindo, comendo, vendo tv e net. Somente um dia fui conhecer Porto de Galinhas, porque minha mãe estava insistindo muito pra irmos passear em algum lugar que eu não tenha conhecido. Foi bom, foi legal, só foi muito caro mas, o que eu podia fazer?

- Outra tia minha está num hospital. Operou nesse fim de semana, um tumor maligno que ela tinha no estômago ou intestino e que, teoricamente ocorreu tudo bem. Minha mãe pediu pra eu ir visitar ela. Tô tentando falar com uma outra tia minha pra ir junto com ela.

- Minha mãe vem novamente pra cá semana que vem passar um mês por causa dessas minhas tias doentes (todas irmãs dela).

- Em um dia qualquer, um milagre da vida (temporário) aconteceu: me ligaram do pet shop pra trabalhar um sábado lá, no mesmo lugar que eu pegava freela. Também só foi dessa vez.

- Durante minha viagem a João Pessoa, minha mãe contou alguns podres do meu pai e coisas que nem imaginava ou passaria na minha cabeça sobre ele. Aquilo não me caiu bem e tô realmente querendo pegar um ódio terrível por ele. Tenho medo desses meus ódios.

- Também recebi muito sermão da minha mãe sobre a minha vagabundagem e parece-me que, com o passar do tempo, estamos sendo mais francas uma com as outras. Ou talvez seja apenas impressão. Talvez sejamos francas somente quando estamos falando algo relacionado ao meu pai. Não que eu fique inventando histórias ou coisas do gênero sobre a minha vida pra ela, mas são coisas que continuo não detalhando pra ela e não me sinto a vontade em fazer isso (ainda).

- Em algum feriado no mês de novembro, irei passar uns 3 dias em Paraty (novamente). Dessa vez sem navios e nados em alto mar. Será um pouco diferente. Quem sabe, especial (ou desastre total).

- Minha falha intuição diz que perdi mais uma pessoa importante na minha vida. Já fiquei matutando mais sobre isso há um mês atrás, agora meio que cansei de me depreciar sobre.

- Alguém, discretamente e indiretamente reaparece na minha vida virtual, mas nada que gere mudanças ou pensamentos (felizmente ou infelizmente). Não existe nem comunicação entre si (melhor ou pior?).

- Esses últimos dias ando ocupando meu tempo em ver filmes e documentários. Logo ficarei cansada de ver e procurar coisas pra eu assistir. Se tivesse alguma locadora aqui perto de casa (tinha um, mas morreu faz mais de um ano atrás) faria um estrago enorme no meu cartão de crédito.

- Durante essa semana que passou também tive uma outra crise de rinite muito forte, sendo obrigada a tomar remédios de novo, e eu "adoro" tomar remédios.

- Duas semanas atrás também tive a minha crise de pesadelos, sonhando com coisas ruins um atrás do outro. Agora tenho preguiça de descrever algumas delas. Os que eu lembro e fico sem preguiça, trasncrevo no celular e deixo guardado em uma pasta específica de mensagens não enviadas. Alguns eu envio, outras não. E outros milhares que lembro na hora que acordo mas depois esqueço durante o dia, e mais outros milhares que nem lembro como foram. Se eu tivesse mais saco e disciplina, faria um diário de sonhos. Mas é fato: quanto mais eu lembro e escrevo os sonhos, menos ocorrências de não lembrar como foi os sonhos acontece. Queria ter mais disciplina pra ter forças pra escrever em qualquer lugar dos sonhos fresquinhos na minha cabeça logo que acordo.

- Descobri um hortifrutti perto de casa que tem tanta variedade de verduras, legumes e frutas que nem compro mais essas coisas no supermercado, só quando estou num aperto fudido ou emergências, mas também não é sempre que vou lá e as vezes as coisas ficam meio caras, mas melhor pegar um produto mais fresco que pagar bem mais barato por um produto todo fudido, amassado e tosco. Mas ainda tenho esse mal de olhar tudo pelo preço e deixar de levar algo por conta disso. Mal do meu pai.

Mais nada a comentar.

Garçom...

Aqui... nessa mesa de bar...
Você já cansou de escutar...
Centenas de casos de amor...
Garçom... no bar... todo mundo é igual...
Meu caso é mais um... é banal...
Mas preste atenção... por favor...

Saiba que o meu grande amor hoje vai se casar...
Mandou uma carta para me avisar...
Deixou em pedaços... o meu coração...
E pra matar a tristeza só mesa de bar...
Quero tomar todas... vou me embriagar...
Se eu pegar no sono, me deite no chão...